conecte-se conosco


Política Nacional

PoderData: reprovação do governo Bolsonaro sobe 5 pontos em 2 meses

Publicado

Reprovação do governo de Jair Bolsonaro (PL) sobe 5 pontos em 2 meses, de acordo com pesquisa
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Reprovação do governo de Jair Bolsonaro (PL) sobe 5 pontos em 2 meses, de acordo com pesquisa

Nova pesquisa  PoderData mostra que a taxa de reprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) subiu 5 pontos percentuais em dois meses. Hoje, segundo os dados, 57% da população reprovam e 39% aprovam a gestão do mandatário.

Em relação à última pesquisa divulgada , realizada entre 17 e 19 de julho, os números variaram dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. À época, a aprovação estava em 41% e a desaprovação em 55%.

Nesta rodada, a distância entre as duas faixas está em 18 pontos percentuais. Em janeiro, o espaço era de 30 pontos percentuais.

Destaques demográficos da pesquisa

  • Entre as mulheres , 61% desaprovam o governo;
  • Em relação a grau de escolaridade , a aprovação é mais baixa (36%) entre quem cursou só até o ensino fundamental;
  • No recorte regional , os moradores do Centro-Oeste são os que mais aprovam a gestão de Bolsonaro (57%); o Nordeste tem a taxa de aprovação mais baixa, de 28%.

Religião

A aprovação do governo melhorou entre os evangélicos. Desde a última rodada, a taxa cresceu 12 pontos percentuais. Antes com 49%, agora está em 61% os que apoiam o governo dentro desse grupo. São 33% os que desaprovam a gestão, contra 46% da rodada anterior.

Já entre os católicos, a desaprovação oscilou de 60% para 63%. Os que aprovam, passaram de 36% para 34%.

Para realizar o levantamento, o PoderData ouviu 3.500 pessoas por celular e telefone fixo em 322 municípios nas 27 unidades da Federação, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-08398/2022.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG Política

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política Nacional

STF determina remoção de vídeos onde Lula chama Bolsonaro de genocida

Publicado

Jair Bolsonaro e Lula
Foto: Alan Santos e Ricardo Stuckert

Jair Bolsonaro e Lula

O ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a um pedido feito pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro , e determinou a remoção de vídeos em que o ex-presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva chama o presidente de “genocida”.

Na avaliação do ministro, “a palavra ou expressão “genocida” tem o sentido de qualificar pessoa que perpetra ou é responsável pelo extermínio ou destruição de grupo nacional, étnico, racial ou religioso”. Araújo lembra, na decisão, que “o genocídio é crime e está previsto na Lei no 2.889/1956, que foi recepcionada pela Constituição Federal de 1988”.

“Os participantes do processo eleitoral devem orientar suas condutas de forma a evitar discursos de ódio e discriminatório, bem como a propagação de mensagens falsas ou que possam caracterizar calúnia, injúria ou difamação”, disse Araújo.

Ao todo, a determinação para a remoção dos vídeos atinge sete vídeos que estão publicados no YouTube. A plataforma tem 24 horas para cumprir a ordem judicial.

Nos pedidos feitos ao TSE na última sexta-feira, o PL cita discursos de Lula em Brasília (em 12 de julho), Garanhuns-PE (20 de julho), Serra Talhada-PE (20 de julho), Recife (21 de julho), Fortaleza (30 de julho), Campina Grande-PB (2 de agosto) e Teresina (3 de agosto). Apenas em Fortaleza Lula não chamou Bolsonaro de genocida.

Para o ministro do TSE, “é plausível a tese” do partido de Bolsonaro “de que o trecho do discurso proferido pelo representado e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva, durante evento no dia 20.7.2022, em Garanhuns/PE, primo ictu oculi, pode ter configurado o ilícito de propaganda eleitoral extemporânea negativa, por ofensa à honra e à imagem de outro pré- candidato ao cargo de presidente da República”.

De acordo com o PL, Lula “realizou verdadeiro discurso de ódio contra seu opositor, o que reforça a gravidade dos atos praticados e o reprovável desrespeito do pré-candidato petista ao cumprimento das normas eleitorais, em prejuízo daqueles que se portam conforme entendimento jurisprudencial sedimentado”.

“Não foram tecidas críticas políticas, naturais e idôneas, sobre posturas governamentais do mandatário maior do Brasil, típicas de um bom e saudável debate democrático! Bem longe disso! Fez-se imputação grosseira, rude e desinibida, individual e direta, de crime (!) de genocídio ao Presidente Jair Bolsonaro, responsabilizando-o, sem peias, por mortes em profusão”, diz trecho das representações.

Embora tenha determinado a remoção dos sete endereços onde as declarações de Lula sobre Bolsonaro aparecem, o ministro do TSE observa ser “viável a republicação dos vídeos” alvo da ação desde que “excluído o trecho em que se imputa o atributo de genocida”.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG Política

Continue lendo

Política Nacional

Izalci registra aprovação do projeto que altera limites da Floresta Nacional de Brasília

Publicado

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) registrou, em pronunciamento nesta quarta-feira (10), a aprovação do projeto de lei (PL 2.776/2020) que altera os limites da Floresta Nacional de Brasília (Flona). A proposição amplia e desafeta o perímetro de algumas áreas, além de excluir parcela da unidade de conservação para fins de regularização urbana.

O projeto exclui da Flona duas áreas para viabilizar a regularização fundiária dos assentamentos 26 de Setembro. O senador afirmou que não existe nenhuma nascente na área onde está localizado o assentamento. Izalci também explicou que o 26 de Setembro foi constituído há mais de 20 anos como colônia agrícola e ainda existem diversos problemas, como buracos e muita poeira.

O parlamentar defendeu que “políticas públicas existem para as pessoas que estão sofrendo” e que é preciso que os governantes se coloquem no lugar do outro, “já que existem muitas pessoas que passam necessidade”. Izalci disse ficar indignado quando “decisões são tomadas sem conhecimento do mundo real”. A afirmação foi dada em resposta a crítica feita em plenário pelo senador Cid Gomes (PDT-CE), que considerou a aprovação do projeto “uma solução simplista,  politicamente incorreta”, cuja motivação levanta suspeitas pela “eleição que se avizinha”

—  Lamentavelmente no Brasil você não tem política pública de Estado, o que a gente tem é política de governo, e cada governo que entra acaba com tudo e começa com tudo novamente. Eu diria que aqui no DF inclusive não é nem política de governo, porque nós estamos no quinto secretário de educação, no sétimo da saúde, no sexto de desenvolvimento econômico, no terceiro da agricultura; então, você não tem política pública — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana