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Política MT

Podemos realiza convenção para escolha de candidatos e deve confirmar apoio a Mendes

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Vereador Dilemário Alencar, presidente do Podemos em Mato Grosso

O Podemos de Mato Grosso realiza convenção estadual nesta segunda-feira (25), a partir das 19 horas, na Assembleia Legislativa (auditório Milton Figueiredo), onde na oportunidade vai definir os nomes da legenda para a disputa de deputado estadual e federal na eleição deste ano.

“Montamos um bom time para a disputa de estadual e federal. São homens e mulheres preparados, com serviços prestados a diversos segmentos da sociedade, e sobre tudo com ficha limpa e boas propostas. Não tenho dúvida que o Podemos vai eleger dois deputados estadual e um federal. O compromisso dos nossos candidatos é com boa política e a defesa de um Mato Grosso que se desenvolva levando oportunidades para todos os municípios mato-grossenses”, disse o vereador Dilemário Alencar, presidente do Podemos em Mato Grosso.

Na pauta da convenção do Podemos também será discutida a composição para coligações majoritárias ao cargo de governador e senador. O presidente do partido informou que vai defender que os convencionais deleguem poderes para os membros de a executiva estadual definir até o prazo legal definido pela legislação eleitoral, a homologação de apoio aos cargos majoritários.

“Como ainda não temos oficializada a candidatura de outras legendas ao cargo de governador e senador, é prudente deliberar que os membros da executiva estadual tenham poder para aprovar as alianças majoritárias. Entretanto, no caso do cargo ao governo de Mato Grosso, vou defender que aprovemos indicativo de apoio à reeleição do governador Mauro Mendes. Inclusive convidei o governador para participar da nossa convenção. Já para o cargo de senador, vamos discutir se lançamos candidatura própria ou se vamos apoiar a candidatura de senador de outra agremiação partidária”, explicou o vereador Dilemário.

Consta na lista de pré-candidatos a deputado estadual do Podemos os nomes dos vereadores Dilemário Alencar (Cuiabá), vereador Adriano Carvalho (Primavera do Leste), vereador  Arnildo Neto (Diamantino),  vereador Luciano Silva (Alta Floresta), vereador Lennon Corezomae (Barra do Bugres), vereadora Elaine Antunes (Tangará da Serra),  ex-vereador Marcelo Bussiki (Cuiabá),  suplente de  vereador Valdemir Bernardino (Cuiabá), suplente de vereador Valmir da Farmácia (Nova Olímpia) e suplente de vereador Nilson Portela (Cuiabá). Já na lista para deputado federal, conta os nomes do o ex-deputado federal Cabo Juliano Rabelo (Cuiabá), do médico Marcos Harter (Sorriso), do corretor Manoel Noshang (Nova Mutum), do professor Cesar Rascec (Juína), da ex-secretária de Assistência Social de Várzea Grande, a advogada Mara Araújo,  e da servidora aposentada da Sema Leonice Lotufo.

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Política MT

Júlio prevê eleição “duríssima” ao governo e diz que candidatura de Márcia favorece a democracia

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Para o candidato a deputado estadual, Mauro fez um bom governo, mas o União Brasil terá que ter serenidade para vencer as eleições

O ex-governador Júlio José de Campos (União Brasil), candidato do partido a deputado estadual nas eleições deste ano, disse à imprensa durante convenção do partido na sexta-feira (5), à noite, que sente uma grande satisfação em voltar a disputar um mandato eletivo depois de dez anos fora do mandato. E advertiu os correligionários de que a eleição ao Governo do Estado, este ano, será “duríssima”.

“”É uma satisfação imensa voltar a disputar um mandato eletivo. O último mandato que eu disputei foi há dez anos atrás. Estou revigorado, pronto, com inteligência para representar com dignidade o povo de Mato Grosso na Assembleia Legislativa”, disse o candidato.

Sobre a perda de lideranças como o senador Carlos Fávaro e o deputado federal Neri Geller, Júlio Campos disse que “toda perda é ruim, são grandes companheiros, mas seguiram o seu destino, já que não tinham espaço para cá, foram para o outro lado, e aí, o povo é quem vai decidir”, observou.

Para Júlio Campos, a eleição ao governo, ao contrário do que demonstrava, será ‘muito dura’ para o União Brasil. “Uma eleição que achávamos que seria por WO, vai ser uma eleição duríssima. Temos que trabalhar muito para que o União Brasil tenha uma eleição vitoriosa”, afirmou.

O discurso, para Júlio Campos, será o de que o governador Mauro Mendes arrumou a casa. Segundo o ex-governador, “ele (Mauro) já arrumou a casa, colocou tudo em ordem, recuperou as finanças do Estado, agora que está tudo ocorrendo bem, com a pista livre, é uma candidatura natural e respeitada por todos os mato-grossenses”.

Por fim, o candidato a estadual disse que ter adversários na disputa, como a primeira-dama da Capital, Márcia Pinheiro, “é natural e bom para a democracia. Candidaturas únicas são ruins para o processo democrático brasileiro. A disputa vai acontecer e o partido está preparado para disputar com qualquer adversário que seja”, completou.

 

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O que fez Neri Geller, um dos líderes do agronegócio fechar com Lula em Mato Grosso

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Neri Geller, vice-presidente da poderosa Frente Parlamentar Agropecuária na Câmara, já foi ministro de Dilma Rousselff

Revista Veja

Nas últimas semanas, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se esforçou para costurar alianças com lideranças políticas e empresariais ligadas ao agronegócio no Centro-Oeste, região dominada pelo discurso bolsonarista. A mais bem-sucedida delas foi a coligação que o partido conseguiu viabilizar com o deputado federal Neri Geller (PP), que concorrerá a uma vaga no Senado pelo Mato Grosso.

Geller é produtor rural e vice-presidente da poderosa Frente Parlamentar da Agropecuária na Câmara. Ele foi relator de leis no Congresso que flexibilizam o licenciamento ambiental.

Sua relação mais próxima com o PT foi como ministro da Agricultura entre 2014 e 2015, quando estava no MDB, durante o governo de Dilma Rousseff. Agora pertence ao partido do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que é ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro (PL) e um dos líderes do Centrão.

Agora, segundo o próprio Geller, a abertura dos petistas para ouvir as demandas do agronegócio somada ao papel de Geraldo Alckmin (PSB) como vice de Lula, foram fundamentais para costurar a aliança. “Nós sentamos com a equipe do plano de governo e estamos motivados. Eles se mostram dispostos a aumentar a produção com sustentabilidade. E a entrada do Alckmin nos aproxima muito”, afirmou o candidato ao Senado.

E também criticou Bolsonaro. “O atual governo briga por questões ideológicas com a China, que é o nosso maior parceiro comercial, enquanto o Lula já se mostrou um grande líder para unir o mercado”, afirmou. Além disso, pessoas próximas ao deputado contam que o sentimento de que Lula fará um governo pacífico e conciliador também caiu muito bem para o político ligado ao agronegócio.

Uma justificativa que não pode ser deixada de lado também é o fato de o cenário eleitoral mato-grossense favorecer a aliança. O principal adversário de Neri Geller é o senador Wellington Fagundes (PL), que é apoiado por Bolsonaro. “Então por que eu preciso ficar neutro?”, justificou o deputado.

 

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