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Mato Grosso

PM recuperou seis veículos roubados em uma noite

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Entre o início da noite de terça-feira (10.09) e a madrugada desta quarta-feira (11), a Polícia Militar recuperou seis veículos roubados e furtados. Em Glória D’Oeste (312 km de Cuiabá) foi recuperada uma caminhonete Mitsubishi Triton avaliada em mais de R$ 120 mil.

A caminhonete havia acabado de ser roubada e os policiais perseguiram os ladrões. Durante a ação policial houve troca de tiros, alguns atingiram a caminhonete, mas os suspeitos acabaram fugindo. Eles abandonando o veículo e se embrenharam na mata em uma área na saída da cidade.

Além do veículo foram recuperados outros produtos como televisor, jóias, roupas da família vítima do crime. Equipes da PM continuam fazendo buscas na região na tentativa de prender os ladrões.

Em Várzea Grande, policiais do 4º Batalhão recuperaram dois veículos em Várzea Grande, um Argo no Parque Atlântico e um Sandero no Jardim Itororó. O primeiro, propriedade de uma locadora de veículos, estava abandonado em uma rua do bairro. Os policiais encontraram objetos pessoais e outros produtos do carro.

Já o Sandero, de um motorista que trabalho com transporte de passageiro por aplicativo, havia sido roubado horas antes. O proprietário estava em um posto de combustível aguardando os policiais para irem até o local onde veículo havia sido abandonado no Jardim Itororó.

No bairro Santa Isabel, na Rua Ciríaco Cândia, em Cuiabá, policiais do 10º Batalhão faziam rondas quando avistaram um veículo com as quatro postas abertas. Dentro do carro, um Hyundai HB20, havia objetos pessoais que davam a impressão de que o carro havia acabado de ser abandonado.

 

Na cidade de Nova Santa Helena (a 622 km de Cuiabá), região de Peixoto de Azevedo, policiais do núcleo local recuperaram uma moto Yamaha XTZ e prenderam dois suspeitos. A dupla foi abordada em uma blitz e confessou que a motocicleta é furtada e que teriam trocado o veículo por maconha.

Todos os carros recuperados foram entregues aos proprietários. Com exceção de Nova Santa Helena, nas demais ocorrências ainda não ocorreram prisões. 

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Mato Grosso

Governo de MT asfalta 420 Km de rodovias em parcerias com prefeituras

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Um total de 420 quilômetros de rodovias em Mato Grosso serão asfaltadas pelo Governo do Estado em parceria com 12 prefeituras, como resultado de um novo modo de trabalhar do Poder Público que valoriza e prioriza as cooperações junto aos municípios para obras de infraestrutura.

Da extensão prevista, 139 quilômetros já estão com obras em andamento, nas cidades de Porto dos Gaúchos, Ipiranga do Norte, Itanhangá e Aripuanã. Outros 223 quilômetros terão as obras iniciadas ainda neste ano. Já 57,50 quilômetros deverão ser asfaltados em razão de proposta de parceria de cooperação ainda em análise. Os investimentos para a execução dessas  obras  são de aproximadamente R$ 348 milhões de recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

Firmadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) diretamente com as prefeituras, as cooperações garantem a execução de obras de qualidade, com menores custos e possibilitam a realização de melhorias de infraestrutura em mais de regiões de Mato Grosso.

“Na condição de vice-governador e com toda a equipe da Sinfra tivemos a oportunidade de, nestes um ano e 9 meses, atuar firmemente para ajudar na construção e recuperação das rodovias de Mato Grosso. Conseguimos, eu e o governador Mauro, retomar mais de 100 obras.  Nós estamos consertando o Estado de Mato Grosso. Contrariamos alguns interesses. Tomamos medidas difíceis. Mas é preciso entender que essas medidas precisam ser tomadas e estamos vendo agora os resultados, com as entregas e a volta da capacidade de investimento do Estado”, disse o vice-governador Otaviano Pivetta, importante articulador para que as parcerias fossem concretizadas.

Governo de Mato Grosso asfalta 420 Km de rodovias em parcerias com prefeituras

Até o momento já foram formalizadas 11 cooperações com as prefeituras de São Félix do Araguaia, Canabrava do Norte, Santo Afonso, Tangará da Serra, Porto dos Gaúchos, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Aripuanã, Sorriso, São José do Rio Claro e Nova Maringá para obras de pavimentação. Está previsto ainda a cooperação com a prefeitura de Paranaíta, cuja proposta está em análise.

Além dos municípios com as obras em andamento, as demais cidades com cooperações formalizadas já estão com processos em curso para dar início às pavimentações.  Pela cooperação a Sinfra é que realiza a licitação das obras, excluindo alguns serviços que serão executados diretamente pelas prefeituras, dentro do limite territorial de cada uma.

Já as prefeituras ficam responsáveis pela execução de serviços como terraplanagem, recomposição ambiental e sinalização das vias, por exemplo. Neste modelo de cooperação não há transferência de recursos aos municípios.

Segundo o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, esse novo método de executar obras, adotado nesta administração do Governo do Estado, tem sido vantajoso para o Estado, pois está sendo possível avançar com as obras a um custo mais justo.

Isso porque as licitações realizadas têm apresentado uma média de 25% de redução nos valores das obras, em razão de que os municípios são responsáveis pela licitação de alguns itens, que seriam de responsabilidade da Sinfra caso não houvesse a cooperação.

Obras na MT-129  em Porto dos Gaúchos

Obras em andamento

Dos 139 quilômetros que já estão com obras em andamento, são realizadas as obras em 64,13 quilômetros na rodovia MT-220, no trecho que vai do entroncamento da BR-163 até o entroncamento da MT-170, em Porto dos Gaúchos.  Em Itanhangá é realizado o asfaltamento dos 11,29 quilômetros da rodovia MT-242, do município até Ipiranga do Norte.

Já na cidade vizinha, Ipiranga do Norte, está em execução o asfalto em 22,14 quilômetros na rodovia MT-010, do trecho do entroncamento da MT-484 até o entroncamento da MT-242.  Com a conclusão das obras, os municípios de Porto de Gaúchos, Itanhangá, Ipiranga do Norte, Lucas do Rio Verde e Sorriso estarão todos interligados por vias asfaltadas.

Em Aripuanã é realizado o asfaltamento de 41,69 quilômetros da MT-208, no trecho que vai da sede da cidade de Aripuanã até Passagem do Loreto, no entroncamento da MT-418. Essa obra é a primeira ligação asfáltica do município e vai facilitar o acesso às cidades de Colniza e Juruena e a região Noroeste do Estado.

Obras a iniciar

Já entre as obras que foram formalizadas e deverão iniciar ainda neste ano está a pavimentação de 34,4 quilômetros da MT-485, conhecida como Estrada do Morocó, localizada na divisa entre os municípios de Sorriso e Santa Rita do Trivelato. Também será realizado o asfaltamento de 81 quilômetros das rodovias MT-492 e MT-249 para interligar as cidades de Nova Maringá e São José do Rio Claro por vias pavimentadas.

Obras em Ipiranga do Norte já estão em estágio bem avançado

Será iniciada ainda a pavimentação de 69 quilômetros da MT-109, do trecho que vai do entroncamento da MT-322/BR-080 até o entroncamento da MT-412, em São Felix do Araguaia. Além dessas obras, serão asfaltados 37,61 quilômetros da MT-240, do trecho que vai do entroncamento da MT-240/MT-358, em Tangará da Serra, até o fim da pavimentação urbana do município de Santo Afonso.

Parcerias a formalizar

Além das obras já citadas, está previsto a execução da pavimentação 57,50 quilômetros da MT-206, em Paranaíta. A proposta de cooperação já está em análise pela Sinfra e deve ser formalizada nas próximas semanas.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Conscientização da família sobre doação de órgãos ainda é desafio do SUS

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Neste domingo (27.09) é celebrado o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Mato Grosso está entre os Estados de referência no transplante de córnea e rim. O transplante renal foi reativado em janeiro deste ano pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), após mais de uma década paralisado.

Apesar da referência, ainda é baixo o número de doadores no próprio estado, pois há famílias que não são conscientes sobre a importância desse gesto e resistem em decidirem em prol do amor e solidariedade, situação que desafia o Sistema Único de Saúde (SUS) no âmbito estadual. 

Conforme dados da Gerência de Acompanhamento e Controle de Transplantes da SES, em 2019 foram realizados 131 transplantes de córneas. Desses, apenas três eram doadores de Mato Grosso. Neste ano, devido à pandemia pela Covid 19, a redução no número de doações foi ainda mais acentuada. Dados mostram que foram realizados 73 transplantes, sendo 71 de córneas e dois de rim. Do total de transplantes ocorridos neste ano, somente um doador era de Mato Grosso.

Além da baixa taxa de autorização da família do doador falecido e a negativa de doadores vivos, também está entre os fatores que limitam a doação de órgãos e tecidos a subnotificação dos casos suspeitos de morte encefálica, pois a demora na notificação por parte dos hospitais ocasiona a impossibilidade de concluir o diagnóstico ou inviabiliza os órgãos/tecidos para doação.  

A secretária adjunta de Regulação, Controle e Avaliação da SES, Fabiana Bardi explica que a captação de órgãos e o transplante podem ser realizados durante a pandemia. “Tivemos no início, quando havia muitas dúvidas relacionadas ao coronavírus, uma paralisação em todo o país. Porém, com a ampliação do conhecimento por parte dos profissionais da saúde, hoje o transplante pode ser retomado”, informou. 

Novos protocolos

A retomada da captação e transplante em Mato Grosso segue os critérios estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplante (SNT). Para que o processo seja seguro e tenha os resultados esperados, a nova conduta exige que o doador, o paciente receptor e a equipe médica que irá realizar o procedimento façam exames a fim de detectar ou não a Covid-19. 

Conforme a coordenadora de Acompanhamento e Controle de Transplantes da SES, Anita Ricarda da Silva, a Central de Transplante articula junto à Superintendência de Vigilância em Saúde e ao Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) a garantia do teste RT-PCR para os envolvidos no processo ambulatoriais e cirúrgico.

“Estamos concluindo um fluxo de trabalho de acordo com as orientações do Ministério da Saúde e Anvisa. Vamos apresentar o fluxo ao Sistema Nacional de Transplante para proteger tanto as pessoas que receberão os órgãos e tecidos e os doadores, assim como também os profissionais envolvidos durante o processo”, acrescenta Anita.

Segundo a coordenadora, as unidades hospitalares credenciadas para realizar o transplante de córnea são: Instituto Da Visão/Visionare; Hospital dos Olhos e Centro Cuiabano de Excelência em Oftalmologia, além do Banco de Olhos de Cuiabá, que é parceiro para captação, preservação, armazenamento e avaliação de córneas. Já o hospital credenciado para realizar transplante de rim é o Hospital Santa Rosa, em Cuiabá.

O transplante

Um único doador pode beneficiar até 25 pessoas de outras localidades do país com o transplante de órgãos e tecidos. Se for morte encefálica confirmada e a equipe médica tem a autorização da família para que ocorra a retirada dos órgãos, o hospital entra em contato com a Central Estadual de Transplantes, que por sua vez inicia o processo de avaliação e validação do doador e a realização de testes de compatibilidade entre o potencial doador e os potenciais receptores da lista nacional de espera, além de exames de coronavírus. 

Registro de janeiro de 2020 das irmãs Glacelise Bettini da Silva Medrado, receptora do rim, e Carmem Regina da Silva Medrado, doadora.

Tipos de doação

Em janeiro de 2020, quando foi retomado o transplante de rim em Mato Grosso, as  irmãs Glacelise Bettini da Silva Medrado, receptora do órgão, e Carmem Regina da Silva Medrado, doadora, foram as primeiras pacientes a serem atendidas via SUS após mais de 10 anos de paralisação do serviço no Estado. Elas se enquadram na doação entre pessoas vivas, mas existe também doação de pessoa falecida.

O doador vivo pode ser qualquer pessoa saudável que concorde com a doação. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Pela Lei, parentes até quarto grau e conjugues podem ser doadores; não parentes, somente com autorização judicial. Para isso, é necessário que o voluntário tenha sido submetido a uma rigorosa investigação clínica, laboratorial e de imagem, e esteja em condições satisfatórias de saúde, possibilitando que a doação seja realizada dentro de um limite de risco aceitável.

O único cadastro de doadores existente no Brasil é o Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), realizado nos Hemocentros públicos. O interessado poderá se cadastrar como doador voluntário de medula óssea na sede do MT Hemocentro, em Cuiabá.

Doador falecido é um paciente com morte encefálica, geralmente vítima de lesões cerebrais, como traumatismos cranianos ou AVC (derrame cerebral). O doador falecido pode doar coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córneas, veias, ossos e tendões. Portanto, um único doador pode salvar inúmeras vidas.

Não existe muitas restrições à doação de órgãos para nenhum dos dois tipos de doadores, mas a doação pressupõe alguns critérios mínimos como causa da morte, doenças infecciosas ativas, dentre outros. Também não poderão ser doadoras as pessoas que não possuem documentação ou menores de 18 anos sem a autorização dos responsáveis. A família do doador, para casos de doação após a morte ou em vida, não paga nada e tampouco recebe qualquer pagamento pela doação.

Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado e controlada pelo SNT.

Fonte: GOV MT

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