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Policial

Com 1.200 homens, PM lança ‘Operação Corpus Christi’ para conter aglomerações e combater criminalidade

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A Polícia Militar lançou na manhã desta quinta-feira (11) a ‘Operação Corpus Christi’, uma ação que será desenvolvida em todo o Estado de Mato Grosso até a noite de domingo (14) e levará às ruas um reforço de mais de 1.200 policiais.

Em Cuiabá o lançamento foi realizado às 08h, na Praça da Nascente, no bairro Morada do Ouro. Desse local os policiais saíram às ruas para o policiamento de prevenção e repressão à criminalidade e de reforço da fiscalização das medidas de prevenção ao coronavírus.

No caso específico da pandemia de Covid-19, o trabalho da PM inclui atenção ao uso obrigatório de máscara, respeito ao distanciamento social, proibição de aglomerações e festas clandestinas, verificação do horário de funcionamento e os tipos de atividades comerciais que estão permitidas.

O tenente-coronel Fernando Augustinho Galindo, comandante do 3º Batalhão em Cuiabá e coordenador da ‘Corpus Christi’ nesse primeiro dia de feriado prolongado, explicou que essa operação é uma extensão da ‘Dispersão II’, que está já curso há mais de 30 dias.

De acordo com TC Fernando, durante os quatro dias de feriado prolongado os policiais estarão ainda mais atentos à movimentação nas agências bancárias em função do pagamento dos salários dos servidores públicos, ou seja, de mais dinheiro circulando e dos riscos do aumento de práticas criminosas. E ainda, fiscalizando as medidas de prevenção ao coronavírus. Os policiais vão atuar preventivamente, mas também reprimir aglomerações, festas clandestinas, entre outras atividades proibidas.

O tenente-coronel Fernando fez um apelo à população: “Ainda observamos pessoas sem máscara, mas quero dizer que as medidas de prevenção, como o uso de máscara, o distanciamento social, não fazermos festas, nem aglomerações e ficar em casa, saindo só para situações de extrema necessidade, são necessárias para superarmos o vírus e a Covid -19”.

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Policial

Dois adultos são presos com quatro diferentes tipos de drogas em Lucas do Rio Verde, além de R$ 4 mil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Dois adultos foram presos e um menor apreendido em flagrante nesta terça-feira (18.01) durante cumprimento de mandados de buscas em uma investigação sobre tráfico de drogas, em Lucas do Rio Verde.

Quatro tipos de entorpecentes – maconha, haxixe, pasta base de cocaína e cocaína -, além de apetrehcos usados para embalar drogas foram apreendidos na residência alvo das buscas, no bairro Parque das Américas. A ação foi coordenada pela Delegacia de Lucas do Rio Verde e contou com apoio da Polícia Militar. Mais de R$ 4 mil foram apreendidos com o principal suspeito. 

Os policiais civis realizaram monitoramento de um dos alvos das buscas, que já vinha sendo investigado pela Polícia Civil por suspeita de se associar a outros criminosos no tráfico de drogas. No momento em que o suspeito, de 25 anos, saía de uma área de mata próxima à sua residência, junto com mais dois rapazes, para fazer a entrega de entorpecentes, as equipes policiais realizaram a abordagem.

Com o mandado judicial, foram feitas buscas no veículo usado pelos suspeitos, na casa e na mata na frente do imóvel. Com o suspeito de 25 anos foi encontrada a quantia de R$ 4.229,00 em dinheiro, uma porção de maconha e um pino de cocaína. Com os outros dois, um de 20 anos e o adolescente de 16 anos, foram apreendidas porções de maconha.

No interior da casa foram encontrados, escondidas em móveis, outras porções de maconha, de cocaína, de haxixe e também balanças de precisão. O suspeito, dono da casa, se alterou durante as buscas e foi imobilizado pelos policiais.

Os três foram encaminhados à Delegacia de Lucas do Rio Verde. Os adultos serão autuados em flagrante por tráfico e associação para o tráfico de drogas e o adolescente responderá por ato infracional análogo aos dois crimes.

Fonte: PJC MT

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Organização criminosa comprava imóveis e negociava veículos para lavar dinheiro

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Há quase um ano começaram as investigações que culminaram na Operação Mandatário, deflagrada pela Força-Tarefa de Segurança Pública (FTSP-MT) para o cumprimento de 51 mandados judiciais que resultaram no sequestro de diversos bens móveis e imóveis, apreensão de dinheiro em espécie e joias e bloqueio de contas bancárias no valor de até R$ 5 milhões. As ordens judiciais foram cumpridas entre a segunda e esta terça-feira (18).

Entre os imóveis sequestrados estão um apartamento em edifício de alto padrão e um prédio com 20 quitinetes. De acordo com a investigação conjunta realizada pela Polícia Civil e Polícia Federal em Mato Grosso, os imóveis e veículos sequestrados eram utilizados para lavar o dinheiro proveniente de atividades ilícitas praticadas por uma facção criminosa.

Os mandados expedidos pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá foram cumpridos em cidades dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e miram integrantes do núcleo contábil e financeiro da maior facção criminosa presente em Mato Grosso. Seis investigados foram presos preventivamente e um em flagrante.

Modo de agir

O nome da operação faz menção à pessoa de confiança de um dos líderes e tesoureiro da facção, que também teve mandado cumprido durante a operação. O suspeito atuava como braço direito e era responsável pela execução das ordens do tesoureiro nas ruas, recolhimento de dinheiro, ou seja, atuava como mandatário do criminoso.

O principal alvo da operação foi preso com mais de meio milhão de reais em espécie e se passava por advogado, mesmo sem ter concluído o curso de direito. Ele era responsável por recolher semanalmente o dinheiro em bocas de fumo e de outras atividades ilícitas. Depois era feita a contabilidade dos valores e o lucro distribuído entre os líderes da organização criminosa.

De acordo com o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Frederico Murta, um dos responsáveis pela investigação, a força-tarefa chegou também a outros alvos, entre eles um contador e empresários, que atuavam na lavagem, camuflagem e aplicação do dinheiro da organização criminosa.

O contador era responsável pela abertura de empresas utilizadas para lavar o dinheiro da facção e fornecia contas bancárias para que que os criminosos pudessem fazer movimentações rápidas, a fim de não deixar vestígios que pudessem atrair a fiscalização. As empresas eram criadas para movimentar vultosas quantias de dinheiro e logo depois, encerradas, com o intuito de burlar a investigação. Quando os órgãos de fiscalização detectavam as movimentações atípicas, as empresas já estavam encerradas.

Outra modalidade exercida pela organização criminosa para a lavagem do dinheiro era a locação e compra e venda de veículos, que eram adquiridos em nome de terceiros, inclusive advogados. Com a operação, foram sequestrados 15 veículos de diversos modelos.

Conforme a Força-Tarefa neste período de quase um ano de investigação, foi apurado que a organização também lavava o dinheiro com a aquisição de patrimônio, entre eles imóveis, como casas e apartamento. Entre os imóveis sequestrados estão um apartamento em um edifício de alto padrão e um prédio com 20 quitinetes.

Sequestro de bens e apreensões

Além dos veículos, foram sequestrados sete imóveis e efetuadas 10 ordens de bloqueio de contas bancárias e de investimentos totalizando um valor estimado em cerca de R$ 10 milhões de reais.

Foram cumpridos ainda 12 mandados de busca e apreensão em residências, empresas e em um escritório de contabilidade. Durante as buscas, além de documentos, foram apreendidos uma arma de fogo, joias de alto valor e mais de meio milhão de reais em espécie.

Força-Tarefa

É composta em Mato Grosso pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Sistema Penitenciário e tem por objetivo realizar a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado no estado.

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