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Plataforma ajuda pessoas que buscam relacionamento ‘sugar’

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Plataforma proporciona que 'sugar daddies' e 'sugar babies' se encontrem
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Plataforma proporciona que ‘sugar daddies’ e ‘sugar babies’ se encontrem

Os padrões de relacionamento mudaram muito ao longo dos anos e hoje em dia é possível viver relações de diversas formas, com diferentes tipos de acordos e interesses. Uma das experiências afetivas mais questionadas e problematizadas é a relação ‘sugar’. Nela, um dos parceiros tem uma situação econômica estabilizada, leva um padrão de vida alto e deseja proporcionar este conforto para quem está se relacionando.

Em contrapartida, a outra pessoa da relação prioriza este status como um dos pontos principais para se relacionar e essa condição fica clara para quem pode proporcionar esta experiência. Com os diversos tipos de plataformas de relacionamentos disponíveis hoje em dia, é possível encontrar aplicativos específicos para quem busca um busca ‘sugar daddy’ ou um ‘sugar baby’ para chamar de seu. A maquiadora e importadora de jóias, Lara Cristin, 22, é uma ‘sugar baby’ e usa a plataforma Meu Patrocínio para se envolver com homens mais velhos que possam lhe proporcionar experiências de luxo.

Ela conta que a maior motivação para usar o serviço foram as más experiências que teve em relações no passado.

“A frustração que a gente vive nos relacionamentos hoje em dia é a minha maior motivação para utilizar a plataforma. Ninguém leva a nada sério, parece que está tudo tão supérfluo, então prefiro manter as relações que o Meu Patrocínio me proporciona”, diz.

A maquiadora completa dizendo que se sente mais valorizada hoje em dia pelas experiências que já viveu devido a plataforma. “Eu considero que sou uma mulher que mereço o melhor, mereço conhecer pessoas legais e na plataforma é tudo muito direto, você conhece pessoas que vão se esforçar para te conquistar. Eu não gosto de homem mais novo. Quando estou em festas e aparece um homem mais velho, minhas amigas já falam: ‘olha lá, seu número'”, brincou Lara.

Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar
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Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar

Segundo dados do Meu Patrocínio, a plataforma já conta com mais de 2.8 milhões de usuários sendo estes 1.8 milhão de sugar babies femininos, 638 mil babies masculinos, 279 mil sugar daddies e 48 mil sugar mommies. Para o diretor de comunicação de relacionamento da empresa, Caio Bittencourt, é preciso desmistificar alguns tabus sobre a relação sugar. “Estamos acostumados a lidar com estereótipos a todo tempo, como por exemplo, onde pessoas bonitas são consideradas fúteis, pessoas ricas arrogantes, mulheres solteiras que se apaixonam por alguém com estabilidade financeira interesseiras, e por aí vai. É importante desmistificar estes preconceitos”, diz.

Caio complementa dizendo que um ‘sugar daddy’ não necessariamente será um homem mais velho e que este estereótipo precisa ser quebrado. “É importante frisar que especialmente nesta era digital em que vivemos, muitas pessoas conseguem fazer fortuna ainda enquanto jovens. Existem ‘daddies’ que são herdeiros, empresários talentosos que alcançaram muito sucesso precocemente ou investidores, por exemplo”, comenta o diretor. O comandante de empresa aérea, Marco Antonio Saeger Marinho, 60, é um exemplo de ‘sugar daddy’ que utiliza a plataforma. Ela conta que já viveu tanto experiências positivas quanto negativas utilizando o serviço. “Já tive contatos agradáveis e desagradáveis. Em um encontro que eu tive no passado, a pessoa não era a mesma da foto, mas hoje em dia a plataforma já se previne melhor sobre isso”, diz. Ele completa dizendo que já conseguiu viver relacionamentos estáveis a partir da plataforma, mas que eles “terminaram porque tudo tem seu tempo”.

O comandante ainda dá dicas para quem quer usar uma plataforma de relacionamento de forma segura. “Depois de ver que tem uma afinidade durante uma conversa inicial na plataforma, eu parto para um aplicativo de conversa privado e depois faço uma videoconferência, antes de marcar um encontro presencial. São passos importantes para eu me certificar que não estou entrando em uma ‘roubada'”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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O desafio de permanecer no mercado de trabalho depois dos 50

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O mercado de trabalho não costuma ser amigável com profissionais de meia-idade
Marcos Santos/USP Imagens – 19.02.2016

O mercado de trabalho não costuma ser amigável com profissionais de meia-idade

Experiência, conhecimento na área, tempo de trabalho. Nada disso conta na decisão da maior parte das empresas na hora de escolher qual funcionário ou funcionária demitir para diminuir perdas, aumentar lucros ou, simplesmente, atingir metas. A partir dos 50 anos nos tornamos presas fáceis na hora do corte de vagas. Por isso, é cada vez mais comum vermos pessoas como nós engordando as estatísticas do desemprego no Brasil. Se por um lado somos jovens para a aposentadoria, por outro somos velhos (e caros) para o emprego formal.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que apenas a faixa etária de 50 anos e mais apresentou saldo negativo nos dois anos de pandemia de Covid-19. Em 2020, foram fechados quase 500 mil postos de trabalho ocupados por pessoas 50+. Enquanto em 2021 os dados começaram a melhorar para as outras faixas etárias, a nossa seguiu negativa com o fechamento de outros 76 mil vagas.

“A decisão das empresas é meramente econômica”, explica o gerontólogo Jorge Félix, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em economia da longevidade. Um fator muito relevante nesta escolha, destaca, é o plano de saúde, que passa a ser mais usado a partir da meia-idade.

A ÚNICA ALTERNATIVA

A fragilização da segunda metade da carreira é um fenômeno do mundo globalizado. Segundo Jorge Félix, os países escandinavos resolveram melhor essa questão adotando uma legislação rígida para o mercado de trabalho. Entre as medidas implementadas pelos governos da Suécia, Noruega e Dinamarca estão a adoção de incentivos fiscais para empresas que mantêm empregados por mais tempo e limitações na rotatividade.

O cenário atual em um país como o Brasil é desafiador não apenas para governo e formuladores de políticas públicas, mas também para cada uma de nós. Mesmo os que já conseguiram se aposentar, como eu, não querem e, na maioria das vezes, não podem parar de trabalhar. Por isso, é necessário pensar no que fazer daqui por diante, caso você seja ou já tenha sido a bola da vez no corte anunciado pela empresa na qual trabalha ou trabalhou.

“Não tem saída”, diz Jorge Félix. “As pessoas vão ter que continuar estudando, se qualificando. Se a gente não se qualificar cada vez mais será mais difícil”, aconselha o professor da USP.

Esse é o momento, minha gente, de pensar em algo que você sempre quis fazer e nunca encontrou tempo para colocar em prática. Matricule-se naquele curso rápido, improvise, ouse. Atualize-se! Quem sabe assim, mesmo desempregada, você consegue continuar pagando a contribuição do INSS e as contas do mês que nunca param de chegar.

Assista à minha conversa com o professor Jorge Félix no Pirações da Meia-Idade.


Fonte: IG Mulher

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Tomadas: veja como posicioná-las de maneira segura e harmônica

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Tomadas: veja como posicioná-las de maneira segura e harmônica
Redação EdiCase

Tomadas: veja como posicioná-las de maneira segura e harmônica

A elétrica é um ponto fundamental para um projeto arquitetônico eficiente e seguro. A funcionalidade das nossas vidas atualmente é baseada em telas, computadores e os mais diversos tipos de eletrodomésticos, tornando ainda mais essencial a definição dos locais em que as tomadas serão inseridas, sem deixar de considerar a parte elétrica de uma residência.

Normas a seguir

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) dispõe de normas pré-estabelecidas que devem ser seguidas por arquitetos e designers de interiores na hora de escolher os pontos de tomadas. Além da inclusão de uma tomada a cada 3,5 m de parede, o órgão define três alturas ideais: baixa (por volta de 30 cm do chão), média (em torno de 1,20 m do chão) e alta (em torno de 2 m do chão).

Segundo a arquiteta Cristiane Schiavoni, do escritório Cristiane Schiavoni Arquitetura e Interiores, cabe ao arquiteto adequar as tomadas ao layout do projeto, sempre de olho nas necessidades, segurança e questões de ergonomia para que o dia a dia dos moradores seja mais prático e agradável.

De olho no planejamento

Na hora de programar a elétrica, Cristiane sugere fazer uma análise do layout, projeto de marcenaria , equipamentos e tudo que envolva a parte elétrica para que seja possível desenhar e posicionar as tomadas adequadamente. “Nesta hora, é ideal estar atento às normas da ABNT e saber quais são as necessidades do morador para aquele ambiente e como as tomadas serão usadas”, explica.

Após a análise, chegou a hora de chamar um profissional qualificado para colocá-la em prática. A arquiteta afirma que, dependendo do projeto, um eletricista capacitado consegue adequar as necessidades elétricas aos ambientes. Mas, há situações em que é preciso chamar um engenheiro elétrico para que seja feito o dimensionamento de cargas, além de uma avaliação específica do quadro de luz.

Como posicionar as tomadas dos quartos

Quando se fala em quartos, a palavra de ordem é conforto e praticidade. Neste ambiente, usamos boa parte de nossos eletrônicos e as tomadas devem ser posicionadas de uma maneira acessível para que deixe a rotina mais prática. “Trata-se de um ambiente em que é necessário deixar as tomadas de fácil acesso, sem que seja preciso puxar móveis para usá-las, por exemplo”, conta Cristiane.

A arquiteta indica posicioná-las acima da bancada da TV, da mesa de cabeceira ou ao lado de uma poltrona, definindo a altura e a posição adequadas. Dessa forma, os carregadores podem ser colocados e retirados com facilidade. “Outra dica bacana é apostar em tomadas com USB, que simplificam na hora de carregar nossos eletrônicos”, sugere.

A sala é um lugar em que se usa muitos equipamentos eletrônicos

Na sala, assim como no quarto, usamos muitos equipamentos fixos e portáteis como tablet, celular e notebook e, assim, devemos seguir a mesma proposta para o ambiente. “Eu sempre faço uma brincadeira em que imagino onde a pessoa vai sentar para ligar o notebook ou carregar o celular e qual será a melhor maneira de posicioná-la para que tenha fácil acesso”, conta Cristiane.

Planejamento para cozinhas

Na cozinha , as questões de segurança são indispensáveis na hora do posicionamento das tomadas. A instalação dos eletrodomésticos deve ser feita de acordo com o manual de cada um, que especifica questões como a potência e posição da tomada, além de especificações de segurança.

“Atenção também à espessura do fio, se ele for muito fino e a potência do equipamento é alta, ele pode esquentar e pegar fogo”, alerta a arquiteta. Nas tomadas que ficam acima da bancada, a arquiteta sugere ultrapassar um pouco o padrão de 1,20 m para evitar que fique próxima da torneira.

Para banheiros

No banheiro, a posição da tomada precisa ser adequada para um bom uso de aparelhos como secador de cabelo, chapinha e barbeador.

Tomadas e estética

Após definida a posição das tomadas, entramos na parte de execução e estética. “É preciso deixar tudo bem nivelado para que nenhuma caixinha de luz fique torta e, assim, combinar os acabamentos das tomadas com a estética do projeto em si”, indica Cristiane.

Segundo a arquiteta, os acabamentos das tomadas dão o toque final para um projeto harmônico e estilizado. “É possível escolher o tamanho, as cores e até a textura para que a peça faça parte de todo o projeto”, finaliza.

Por Beatriz Russo

Cristiane Schiavoni

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU-USP). Atua na área de arquitetura, decoração e reforma desde 1996 e hoje, o escritório que leva seu nome, tem mais de 20 anos de história, reunindo centenas de projetos dentro e fora do Estado de São Paulo.

Fonte: IG Mulher

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