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Tribunal de Justiça MT

Planejamento não pode ser negligenciado, afirma professor durante curso para formação de formadores

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O planejamento das ações permite resultados eficientes e rápidos, benefícios que já são percebidos pelos juízes que frequentam o curso de Formação de Formadores (Fofo). A iniciativa ensina aos magistrados ferramentas para que possam dar aulas sobre assuntos diversos a partir estratégias metodológicas de ensino e de aprendizagem. A atividade foi ofertada pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) em parceria com a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
 
A juíza Tatiane Colombo, uma das participantes, cursou o segundo nível do primeiro módulo e já percebeu diferença na hora de repassar conhecimento e também na função diária. “Comecei o curso pela vontade de aprender algo novo. Logo que fiz o primeiro módulo, participei do curso de formação dos novos juízes substitutos e já vi diferença na organização do assunto a ser apresentado e, ao final, obtive feedback positivo dos próprios alunos. Então, se com apenas o primeiro módulo a gente já tem essa capacidade de mudar, imagine quando terminar esse segundo módulo em que estamos trabalhando a prática do planejamento e do falar? Percebi também que até para fazer as audiências e as reuniões o curso é importante, já que o melhor planejamento permite melhorar ainda mais os resultados desejados.”
 
O juiz Jeverson Quintieri, um dos professores do módulo, concorda. Ele explicou que o planejamento auxilia qualquer ato do dia a dia que é planejado, trazendo resultados esperados. “Há uma frase que explica bem: ‘As pessoas não planejam fracassar. Fracassam porque não planejam.’ Então, qualquer planejamento prévio é sempre bem-vindo. Isso se aplica tanto para uma aula como para uma audiência. Quando eu me preparo para uma aula, posso antever o que o aluno pode me perguntar, as objeções que os alunos podem ter em relação àquela temática e como eu posso minimizar os possíveis conflitos. O mesmo planejamento pode ser utilizado para uma audiência, antevendo as objeções das partes, os conflitos que podem surgir durante essa audiência e como agir para responder cada questionamento.”
 
Esse segundo módulo foi aplicado em maio (23 a 27 de maio) para os juízes, oportunidade em que fizeram um aprofundamento com relação às estratégias metodológicas, especificamente para o planejamento de curso, de aula e de ensino. Segundo o professor da Enfam, Fernando de Assis Alves, este foi o momento em que os juízes colocaram em prática a teoria, já aprendida no módulo anterior, e começaram a se preparar efetivamente para o exercício docente.
 
“Geralmente nós negligenciamos o planejamento, até porque entendemos que já dominamos tudo, mas o planejamento é um instrumento essencial para o sucesso da ação formativa e ele vai apresentar início, meio e fim com relação às intencionalidades. Então, muitos de nós temos de costume inverter a ordem de importância, das etapas do planejamento. A primeira coisa que nós geralmente queremos trazer são os conteúdos, mas antes do conteúdo, tenho que primeiro pensar numa problemática, preciso resolver um problema, desenvolver competências para isso.”
 
Ele ressaltou ainda que o curso mostra também como é mais fácil a interação por meio da colaboração. “Nós priorizamos, via de regra, a avaliação formativa que acontece ao longo do processo e não avaliação somativa, muito menos uma avaliação para o ranqueamento, até porque aqui o objetivo não é ranquear ou classificar os alunos. O sentido é da colaboração e do desenvolvimento comum das competências.”
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto1 – Imagem colorida e retangular. Juíza Tatiane Colombo apresenta trabalho para os colegas. Ela veste roupa azul em tons claros e escuros. Foto 2 – Imagem retangular colorida. Professor veste roupa cinza claro e escuro, segura microfone e fala com alunos. Foto 3 – juiz Jeverson Quintieri veste terno cinza e está sentado juntamente com os alunos. Ao fundo paredes cinzas.
 
Leia matéria correlata.
 
 
 
 
Keila Maressa/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

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Poder Judiciário apoia o 1º Arraiá do Serviço do Acolhimento de Alto Taquari

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As crianças e adolescentes que se encontram no Serviço do Acolhimento de Alto Taquari (a 479 km ao sul de Cuiabá) terão um dia pra lá de especial com direito a brincadeiras, quadrilha, comidas típicas e muita animação no 1º Arraiá do Serviço do Acolhimento de Alto Taquari. O Poder Judiciário é um dos apoiadores da festa, que acontece neste sábado (25.06), às 16h, no bairro Gabriela, e irá reunir aproximadamente 100 pessoas entre crianças, adolescentes, colaboradores do Serviço de Acolhimento, Fórum da cidade, Assistência Social e seus familiares.
 
Segundo a Juíza da Vara Única de Alto Taquari, Marina Dantas Pereira, a ideia da festa junina partiu de uma assessora dela como uma oportunidade de confraternização com as oito crianças e adolescentes que estão no Serviço de Acolhimento.
 
“A Grazi trouxe a ideia de fazer a festa junina e todo mundo adorou, principalmente as crianças e adolescentes. Inicialmente era para ser algo mais simples, mas a gente foi conseguindo doações, parcerias e agora vamos fechar a rua em frente ao Lar para realizar o arraiá”, conta.
 
A supervisora do Serviço de Acolhimento a Criança e Adolescente, Lesley Any Batista Ferreira, detalha que uma parte da comida virá da Prefeitura Municipal, outra dos participantes, além de algumas doações. “A comunidade em geral está envolvida, comerciantes, advogados, Ministério Público, doaram dinheiro, brinquedos, comida para que seja um dia especial. A tenda, mesas e cadeiras virão do Grupo Conviver e o som um servidor do Fórum levará”.
 
No cardápio do Arraiá muitas comidas típicas como cachorro quente, cri cri, canjica, pipoca, caldo de costela, bolo de milho, algodão doce e refrigerantes. Além de brincadeiras como pescaria gratuita, dinâmicas, quadrilha e música. “Essa a primeira vez que vamos realizar uma festa desse tamanho, as crianças e adolescentes estão bastante empolgadas. Elas estão ajudando a fazer a decoração e ainda poderão convidar dois amigos para participar. Muitos não veem a hora de começar. Será uma festa familiar, sem bebida alcoólica, mas com muita diversão”, ressalta.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: arte colorida retratando o convite, com símbolos juninos como milho, balão de São João, fogueira e bandeirinhas.
 
 
Larissa Klein
Assessoria de Imprensa CGJ
 
 

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Processo Judicial Eletrônico supera em junho a marca de 3 milhões de movimentos processuais

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O Poder Judiciário de Mato Grosso caminha para encerrar o mês de junho superando a marca de 3 milhões de movimentos no Processo Judicial Eletrônico (PJe)s. Faltando uma semana para o encerramento do mês, foram registrados 25.103 casos novos enquanto foram baixados 35.578, mantendo a tendência de redução dos casos pendentes, que totaliza 837,8 mil casos.
 
Com esse resultado, a Justiça estadual anota no primeiro semestre de 2022, de janeiro a junho, 219.286 recebidos e, em contrapartida, baixou 238.167 peças. A redução do número de casos pendentes é o sinal do caminho percorrido pelo Judiciário mato-grossense na busca pela maior eficiência com uso da tecnologia, da melhoria das rotinas e da capacidade dos colaboradores. Independente da situação, e até diante de dificuldades, como as provocadas pela pandemia, o Judiciário mato-grossense continua produzindo.
 
Para suportar essa carga de feitos, a Alta Administração da Justiça, sob o comandado da desembargadora Maria Helena Póvoas, tem investido na capacidade tecnológica da plataforma digital do PJe que está preparada, com a mais recente atualização, para dar efetividade à Justiça 4.0. Essa modernização permitiu ao sistema atuar de forma mais leve, mais rápido e também, de acordo com a Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), do Tribunal de Justiça, com a automatização de diversos serviços que têm, como propósito, facilitar a vida dos usuários, especialmente dos magistrados e magistradas, servidores e servidoras.
 
A direção do Judiciário tem claro que os investimentos no PJe tem possibilitado a cada dia atingir mais agilidade na tramitação dos processos. Além da celeridade, o PJe representa transparência, facilidades para advogados e partes, economicidade e compromisso com a sustentabilidade. “É um trabalho fenomenal, nos bastidores ou na frente do serviço, que necessita diariamente de cuidado e determinação de todos os atores envolvidos direta e indiretamente nesse serviço”, frisou o coordenador de TI, Thomás Augusto Caetano.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência TJMT
 
 

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