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Pixel 6: usuários reclamam de bugs no novo celular do Google

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Google Pixel 6
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Google Pixel 6

recém-lançado Google Pixel 6 já vem enfrentando reclamações dos usuários nos Estados Unidos. Relatos compilados pelo ReviewGeek mostram pessoas se queixando tanto de problemas no aparelho em si quanto na entrega.

As encomendas do Pixel 6 deveriam ser entregues nesta quinta-feira (28) nos EUA, o que não aconteceu em muitos casos. Usuários relatam que tiveram suas compras canceladas sem motivo aparente. “O Google cancelou o pedido do meu Pixel 6, citando uma opção de pagamento fora dos EUA (não é verdade). Cancelei e tentei novamente com a versão desbloqueada, mas com data de entrega no final de janeiro”, escreveu um cliente.

Quem já recebeu o smartphone, porém, está se queixando de problemas na tela. Algumas pessoas relataram um bug no qual a tela mostra faixas verdes mesmo quando está desligada. Veja:

Outro usuário relatou que a tela ligada mostra tons de verde e rosa de forma aleatória. Confira:

Por enquanto, o Google não comentou oficialmente as queixas dos usuários nem os cancelamentos de pedidos.

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Bolsonaristas usam Telegram para impulsionar vídeos ocultados no YouTube

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App do telegram (imagem: Ivan Radic/Flickr)
App do telegram (imagem: Ivan Radic/Flickr)

Um estudo publicado pelo jornal O Globo revela que a rede bolsonarista no Telegram, principal concorrente do WhatsApp, usa o mensageiro para impulsionar canais de YouTube alinhados ao presidente da República que ocultaram vídeos. Isso ocorre quando o autor do conteúdo teme uma sanção da plataforma.

Os pesquisadores reuniram 4 milhões de mensagens de 150 grupos considerados como alinhados ao presidente Jair Bolsonaro no Telegram, entre janeiro e outubro deste ano. O grupo identificou uma grande onda de compartilhamento de links para canais bolsonaristas no YouTube.

Bolsonaristas usam Telegram para driblar YouTube

Segundo o levantamento do estudo divulgado pelo O Globo , o YouTube apresentou a maior quantidade de compartilhamento de links, com 440.756 URLs transmitidas pelo Telegram. “O coração do bolsonarismo está no YouTube, porque é onde está o dinheiro, é onde eles conseguem se remunerar”, destaca Leonardo Nascimento, pesquisador da UFBA. Nascimento é coordenador da pesquisa ao lado de Letícia Cesarino (UFSC) e Paulo Fonseca (UFBA).

Uma das hipóteses dos pesquisadores é de que o Telegram, que ganhou ainda mais usuários brasileiros — especialmente depois que o WhatsApp sofreu o apagão de outubro —, tem sido usado por bolsonaristas para impulsionar vídeos que foram ocultados por apoiadores do presidente no YouTube. Ocultar um conteúdo significa “escondê-lo” do público geral, o que restringe, por sua vez, sua circulação.

Isso significa que o vídeo gera menos receita a seu criador. Nesse sentido, o Telegram entra como uma forma de tentar driblar o sistema: o compartilhamento do link permite que o conteúdo continue a circular e gerar dinheiro por meio de anúncios. O mensageiro permite que sejam criados grupos com até 200 mil membros, além de canais com número ilimitado de inscritos. A página de Jair Bolsonaro, por exemplo, tem mais de 1 milhão de inscritos.

O principal meio de remuneração pelo YouTube são as visualizações: a plataforma do Google paga entre US$ 0,25 e US$ 4,50 a cada mil views alcançadas. Há cinco outras formas de receber por conteúdo, sendo elas receita com publicidade, superchat, inscrições pelo Premium — serviço de assinatura do site —, programa de membros e merchandising.

De acordo com o estudo dos pesquisadores da UFBA e UFSC, o link mais popular compartilhado por bolsonaristas no Telegram foi de um vídeo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No conteúdo, o ministro e presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso, fala em inglês e defende o processo eleitoral brasileiro, alvo de ataques de Jair Bolsonaro. O vídeo foi publicado em junho.

Mas calma. Não é bem o que você está pensando. A mobilização da base bolsonarista no Telegram foi para dar dislike na peça do TSE. O link para o vídeo foi compartilhado 576 vezes, no total. Uma das mensagens dizia o seguinte:

“Urgente. Barroso gravou mais 3 vídeos defendendo as urnas eletrônicas. Quem puder, dê o dislike nos 3. Divulguem (sic)”

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O segundo vídeo mais compartilhado por bolsonaristas no Telegram — com 535 envios — chama-se “Edge of Corruption”. Em inglês, o conteúdo lança ataques ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, possível adversário de Bolsonaro nas eleições de 2022. Além disso, a gravação descreve o atual presidente da República como “democrático, honesto, humilde e corajoso”, acrescentando que ele livrou o Brasil da corrupção.

Outro vídeo, que pedia uma intervenção militar coordenada por Bolsonaro, ficou na terceira posição, com 455 compartilhamentos.

Em seguida, no ranking, a peça publicitária do Burger King sobre o mês do Orgulho LGBT+ foi alvo de uma campanha de dislikes dos apoiadores do presidente, e teve 419 compartilhamentos. Por último, a estreia do programa 4 em 4, dos influenciadores bolsonaristas Rodrigo Constantino, Guilherme Constantino, Ana Paula Henkel e Luís Ernesto Lacombe, teve 278 envios.

Sites como Terça Livre são mais compartilhados

Guilherme Felitti, dono da Novelo Data, afirma ao O Globo que o atalho encontrado para impulsionar vídeos só funciona devido à não interferência da plataforma do Google sobre o conteúdo que é produzido. Felitti monitora a atividade de canais bolsonaristas no YouTube, e reúne informações sobre vídeos apagados, ocultos e não-listados.

Felliti completa:

“Quando não está na mira do YouTube (por violações de conteúdo), uma das melhores estratégias é colocar o vídeo como não-listado. O vídeo continua rodando anúncios e sendo mandado para comunidades. A pessoa continua ganhando dinheiro de maneira ‘protegida'”

Isso já aconteceu quando um vídeo derrubado pelo YouTube foi “não-listado” pela *Jovem Pan* para tentar driblar o sistema de detecção da plataforma.

Ainda de acordo com o estudo, todos os sites mais compartilhados por apoiadores de Jair Bolsonaro no Telegram são hiperpartidários. São páginas conhecidas por espalhar desinformação, como o Jornal da Cidade Online — ele é o mais popular, com 56,7 mil links enviados.

Em seguida, vêm o Conexão Política (12,3 mil). O Terça Livre , que teve seu canal de YouTube suspenso pela Justiça. O fundador da página, Allan dos Santos, é investigado em dois inquéritos diferentes pelo Supremo Tribunal Federal.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o Google forneça o endereço de IP de todos os doadores que depositaram ao canal do Terça Livre no YouTube.

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Xiaomi Redmi K50 deve chegar com Snapdragon 8 Gen 1

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Redmi K40, antecessor do Redmi K50
Divulgação/Xiaomi

Redmi K40, antecessor do Redmi K50

O sucessor do  Redmi K40 já está sendo preparado. Segundo Digital Chat Station, que é conhecido por antecipar informações de lançamentos da Xiaomi, a companhia pode estrear a linha Redmi K50 com quatro modelos. Entre elas, está uma variante que seria lançada com o processador Qualcomm Snapdragon 8 Gen 1 na ficha técnica.

A nova geração tende a seguir a estratégia de 2021. Em fevereiro, a companhia anunciou três modelos do Redmi K40, incluindo as edições K40 Pro e K40 Pro+, que vieram com o Snapdragon 870 (edição convencional) e Snapdragon 888 (variantes Pro). Mais tarde, em abril, foi a vez do Gaming Edition, que traz o MediaTek Dimensity 1200.

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A aposta é de que dois desses quatro modelos sejam apresentados com chips da Qualcomm. Neste caso, um deles chegaria às lojas com o Snapdragon 8 Gen 1, processador que foi revelado na semana passada com filmagem em 8K HDR e 5G ultrarrápido. O outro viria com o Snapdragon 870, que marcou a sua estreia em janeiro.

As demais variantes seriam estreadas com chips MediaTek. De acordo com Digital Chat Station, a dupla identificada pelos codinomes Rubens e Matisse seria embalada com o Dimensity 7000 e com o Dimensity 9000, respectivamente. Os dois lançamentos ainda devem trazer câmera principal de 64 megapixels e telas de até 144 Hz. Ainda não há outras informações sobre os modelos com Snapdragon.

Redmi K50 deve ser lançado com MIUI 13

Os lançamentos ainda devem chegar às lojas com MIUI 13. É o que foi apontado pelo Xiaomiui na semana passada, que revelou quais celulares estão sendo testados internamente para serem atualizados para a nova versão da interface. Na relação, o Redmi K50 e o Xiaomi 12X aparecem entre os modelos que estão sendo preparados.

Os dois smartphones, no entanto, diferem dos demais em relação à versão do Android. Isto porque a dupla deve ser lançada com a MIUI 13 baseada no Android 11, edição do sistema operacional do Google lançada no ano passado. Já o Mi 11, Mi 10S, Mi Mix 4, Redmi K40, entre outros, estão cotados a receber a nova versão da interface tendo como base o Android 12 , que foi liberado em outubro. A expectativa é de que o Xiaomi Redmi K50 seja anunciado no começo de 2022.

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