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Pivetta mantém candidatura ao Senado, busca apoio e quer suplente de Cuiabá

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Vice-governador disse que vem mantendo reuniões para conseguir apoio para a eleição que deve ocorrer em abril [F-Mídia News]

O vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) disse em entrevista ao programa Resumo do Dia, da TV Brasil Oeste, que mantém a intenção em disputar o Senado e que já iniciou as articulações visando apoio para a eleição suplementar que deve ocorrer em 26 de abril, para a vaga de Selma Arruda (Podemos), cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dezembro por seis votos a um, sob a acusação de prática de caixa 2 e abuso de poder econômico na disputa eleitoral de 2018.

“Eu realmente tenho essa intenção, estou determinado a construir minha candidatura. Obviamente estou aguardando os fatos, aguardando a data da eleição, aguardando as definições que ainda não existem para depois me pronunciar definitivamente”, disse.

Após informar ao governador Mauro Mendes (DEM) sobre o desejo de entrar na disputa, Pivetta disse que iniciou as conversas com lideranças políticas, inclusive com o ex-deputado Adilton Sachetti (PRB) e o ex-senador Cidinho Santos (PRB), contados para ocuparem as suplências em sua chapa. “Eu conversei com algo como 50 lideranças, pessoas que eu tenho mais proximidade, nesse período, inclusive com o Cidinho e com Adilton Sachetti. Não tem nada decidido, não avançamos em nenhuma hipótese, as coisas estão ainda muito incipientes, muito no inicio’, disse.

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Com forte liderança na região norte de Mato Grosso, tendo sido prefeito por três mandatos do município de Lucas do Rio Verde, Pivetta cogita a hipótese de buscar um suplente de Cuiabá ou da região. Caso essa tese seja confirmada, Sachetti ou Cidinho, ficarão fora da disputa, já que ambos são lideranças provenientes da região sul e médio-norte, respectivamente.  “São cerca de 40 por cento dos votos de Mato Grosso. Não só por isso, mas especialmente sobre a relevância que tem esse aglomerado urbano e os problemas neles presentes”, destacou.

Apoio de Mauro

Na segunda-feira (14), durante entrega da Avenida do Barbado, em Cuiabá, o governado Mauro Mendes revelou que já conversou pessoalmente com Otaviano Pivetta sobre a eleição para o Senado, e que externou o desejo para que o aliado permaneça no Governo. Porém, disse que irá respeitar qualquer decisão tomada pelo aliado.

Mauro já se manifestou publicamente sobre a intenção de apoiar o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) nessa eleição, já que estiveram na mesma chapa no pleito de 2018.

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“O Carlos Fávaro nos apoiou e estivemos juntos. Não mudou nada de lá pra cá, mas é um novo momento e é um novo cenário. Só vou me posicionar a respeito do processo eleitoral assim que o jogo estiver definido”, disse o governador.

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Câmara quer definir nome de consenso para a disputa da eleição suplementar ao Senado

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Misael Galvão disse que Mário Nadaf e Juca do Guaraná já colocaram os nomes para a disputa

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Misael Galvão (PTB), admitiu em entrevista ao Portal ODocumento, durante o lançamento do programa Cuiabá Recicla, no shopping popular, nesta sexta-feira (17), pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que a expectativa do Parlamento Municipal é definir um nome de consenso para disputar a eleição suplementar ao Senado da República.

“Nós estamos conversando. A Câmara vai participar ativamente desse processo. Vamos trabalhar para um consenso. Já temos nomes colocados, como os vereadores Juca do Guaraná (Avante) e Mário Nadaf (PV)”, disse o presidente do Legislativo cuiabano.

No entendimento de Galvão, “a política é a arte de conversar, de dialogar. Por isso vamos buscar o consenso em torno de um nome que represente o Legislativo nesta disputa do Senado”. Para Misael Galvão, “Cuiabá vai fazer a diferença e resgatar essa vaga do Senado”.

“Se depender da energia dos vereadores, teremos um nome de consenso. O vereador é o político mais próximo da população, que ouve mais o povo. E essa vaga, não gostaria que fosse aberta desse jeito, como está aberta, agora depende de nos unirmos para garantir um bom nome na disputa”, disse, ao argumentar que não vê dificuldades para a definição de um nome único do Legislativo para a disputa.

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Questionado sobre as eleições municipais, se a sua ida para o PTB foi uma estratégia visando disputar a condição de candidato a vice-prefeito no caso de o prefeito Emanuel Pinheiro tentar a reeleição, o presidente da Câmara descartou. Ele disse que está focado na gestão de presidente e que o seu desejo, oficial, é buscar a reeleição.

“Não é o meu desejo, não é a minha prioridade. A minha prioridade é focar na minha gestão de presidente, na gestão de vereador. Desejo ser candidato à reeleição se eu estiver com saúde, se minha família autorizar, se meu grupo político realmente entrar conosco na campanha. Esse é o projeto que tenho no meu coração e é a minha vontade”, resumiu.

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Ex-governador procura Emanuel Pinheiro em busca de apoio para disputar eleição suplementar para o Senado

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Emanuel disse que assunto voltará a ser discutido com Pedro Taques logo após retorno da viagem com a família

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) confirmou durante o lançamento do programa Cuiabá Recicla, nesta sexta-feira (17), no shopping popular, que foi procurado pelo ex-governador Pedro Taques (PSDB), para tratar sobre a eleição suplementar ao Senado da República, que ocorrerá este ano devido a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pinheiro adiantou que ainda não discutiu o assunto com o ex-governador, mas que ficaram de fazer uma reunião para conversar sobre este assunto nos próximos dias. “Ele me procurou e vamos conversar. Se der tempo ainda hoje ou quando eu voltar de viagem, no próximo final de semana”, disse, argumentando que vai tirar uma semana de descanso para viagem com a família.

A expectativa do prefeito, que já discutiu o assunto em uma reunião com o senador Jaime Campos (DEM), com a prefeita Lucimar Sacre de Campos (DEM), com os deputados federais Neri Geller (PP) e Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB), o deputado estadual Max Russi (PSB) e o ex-governador Júlio Campos (DEM), é fechar consenso em torno de um nome que represente a Baixada Cuiabana.

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“Defendi que deveria se colocar o nome do ex-governador Pedro Taques, apesar de que o Nilson Leitão é o nome do PSDB. Mas acho que temos que avaliar, a partir do momento em que todos estão sentando à mesa, todos devem ser ouvidos. Mas, aí, acabou ficando o Nilson mesmo”, disse o prefeito.

Conforme Emanuel Pinheiro, “só em Várzea Grande temos dois ex-governadores de uma mesma família, então sentimos convocados para unir Mato Grosso, para manter a paz social e política. Entendemos que se unir Cuiabá, Várzea Grande e a Baixada Cuiabana com reflexo para unir Mato Grosso, porque Cuiabá é a mãe de todos os municípios, teremos um movimento suprapartidário para definir um nome ao Senado”, ponderou.

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