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Pivetta “fecha” com sete partidos e aguarda apoio do governador; deputado vai coordenar campanha

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Vice-governador vai se reunir com Mauro Mendes nos próximos dias para definição de apoio ao Senado

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (PDT), vai conseguir manter o time que montou em fevereiro para disputar a eleição suplementar do Senado e terá o deputado Max Russi (PSB), como coordenador de campanha. A decisão foi tirada em uma reunião suprapartidária que ocorreu durante a manhã desta sexta-feira (7), com lideranças partidárias que estão fechadas com Pivetta para a candidatura.

“Mantivemos o nosso time completo, com o deputado Max, do PSB, assumindo a coordenação de campanha, o MDB muito forte conosco, o Republicanos, PC do B, enfim, hoje o Cidadania não veio por conta de que o Marrafon não está em Mato Grosso, o PV também está junto, ou seja, todo o arco de aliança está mantido”, disse o deputado estadual Allan Kardec, presidente do Diretório Regional do PDT.

“Agora vamos avançar nas tratativas, com o nome do Otaviano muito forte para essa candidatura ao Senado. O que a gente vai procurar agora é ampliar os espaços. Para isso, vamos para o diálogo com todos os partidos, com a Rede, com o Pros, enfim, com todos os partidos”, disse.

O deputado Alan Kardec adiantou ainda que o vice-governador Otaviano Pivetta está aguardando o retorno do governador para conversar sobre o assunto. “Ele está aguardando o governador para uma conversa pessoal. Depois dessa conversa, obviamente, ele vai se posicionar como fica a questão do mandato atual, enquanto vice-governador, a relação que eles têm, que são amigos aí de uma caminhada de dez anos”.

Foi uma reunião profícua que fortaleceu ainda mais o que a gente tinha programado em fevereiro e agora a nossa tarefa é ampliar esse arco de aliança em torno do nome do Otaviano Pivetta que é um agregador e com certeza vai fazer um belo trabalho durante o processo de campanha e, mais ainda, caso eleito, representante muito forte de Mato Grosso no Senado brasileiro.

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No Nortão, Mendes declara apoio aberto a candidato a prefeito de Sinop do mesmo partido de Emanuel

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O governador Mauro Mendes (DEM), durante visita a Sinop,  onde esteve o presidente Jair Bolsonaro, sem partido, na cidade, declarou apoio para a sucessão da prefeita Rosana Martinelli (PL), que declinou da reeleição, ao deputado federal Juarez Costa, candidato do MDB.

“O Juarez é um grande deputado federal, já foi prefeito. É uma pessoa que tem a minha consideração, o meu respeito, por ter ajudado muito Mato Grosso, principalmente a região Norte”, afirmou.

Mendes disse que não tem dúvida de que Juarez, mais uma vez, será um bom prefeito para a cidade. “Não tenho dúvida nenhuma, se ele for escolhido prefeito de Sinop, vai ajudar muito a cidade. Tenho certeza de que ele será um grande prefeito, tem o nosso apoio”, completou.

O governador democrata afirmou que seu governo já fez muita coisa para a região. “Já fizemos muita coisa aqui nesta região e vamos fazer muito mais. Se preparem, já em 2021, Mato Grosso vai ter o maior número de investimentos de sua história, feitos com recursos próprios e outros recursos que vamos trazer”, declarou.

Mauro Mendes fez questão de esclarecer o episódio em que foi vaiado durante a visita presidencial em Sinop. “Você põe no meio de milhares de pessoas, 30 pessoas vaiando, é natural. Eu não tenho a pretensão de agradar cem por cento dos mato-grossenses que vivem neste Estado. E quem toma a decisão correta, agrada alguns e desagrada outros, e as minhas decisões sempre foram para a maioria. E quando você toma decisão para a maioria, desagrada a minoria”, disse.

Conforme Mendes, “não se conserta um Estado que estava quebrado igual Mato Grosso fazendo só pão com manteiga. Eu tinha que tomar decisões duras contra os produtores, contra o comércio, a indústria. Hoje, muitos já enxergam. Gestão se faz para a maioria, agora, se desagrada alguns, eles têm o direito de manifestar, de vaiar”.

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Deputado ligado a Bolsonaro diz que na campanha da vaga de senador não há favorito e que vê disputa ‘embolada’

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O deputado federal Nelson Barbudo (PSL), disse ao ODocumento que vê a disputa do Senado em Mato Grosso, para a vaga da ex-senadora Selma Arruda (Podemos), como embolada e que a escolha do futuro senador vai ficar entre os candidatos Reinaldo Moaraes, Nilson Leitão, coronel Fernanda, Carlos Fávaro ou Medeiros.

“Estamos ainda numa fase onde não podemos fazer campanha, mas está definido o quadro entre os candidatos ao Senado, por exemplo, com o Zé Medeiros, Nilson Leitão, Fernanda e Fávaro. Eu acho que vai girar em torno desses quatro. O Pedro Taques não mexe no tabuleiro na minha humilde opinião. Ele foi governador, mas pesa a forma como ele deixou o governo, com uma derrota expressiva”, comentou.

“Eu não apostaria hoje numa vitória expressiva entre esses quatro nomes”, disse Barbudo, que adiantou ainda não ter definido o seu apoio para o pleito. “Nós ainda estamos definindo. O Bolsonaro me chamou para conversar na próxima semana. Está ocorrendo um problema de infidelidade partidária, o PSL tem falado que irá utilizar-se dessa prerrogativa, também estou esperando a Estadual me chamar para a gente saber como vai ser a liberação para os apoios. Eu não sou presidente do PSL, para apoiar a coronel Fernanda eu preciso da liberação”.

Barbudo fez questão de adiantar que o seu relacionamento com o comando partidário é tranquilo. “Meu relacionamento com a Executiva é normal, nunca me indispus com ninguém. O relacionamento é normal, mas isso aí a gente tem que sentar e conversar. Não tenho indisposição com ninguém do PSL”, garantiu.

Questionado sobre o fato de o presidente Bolsonaro poder apoiar a candidatura do também federal José Medeiros (Podemos), Barbudo demonstrou surpresa e disse não acreditar. “Olha, sobre o Bolsonaro assumir a campanha do Medeiros, isso foi o deputado que falou. Precisamos ver acontecer primeiro né, eu acho que não. Até onde eu sei a palavra do Bolsonaro está dada para apoiar a coronel. Agora, eu acho muito estranho que o Zé Medeiros falou isso. Eu vi o Bolsonaro participar da live da Fernanda, agora, política é igual o céu, cada hora que você olha, as nuvens estão em um lugar”.

 

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