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Pioneiro no Brasil, VW Golf “Mk3” inovou em segurança

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VW Golf da terceira geração foi a primeira a chegar ao Brasil oficialmente, em meados dos anos 90

Como parte da contagem regressiva para o lançamento do novo Golf, a Volkswagen começou a relembrar na Europa os destaques de cada uma das gerações do modelo. Lançado na Europa em 1991, o Golf de terceira geração foi o primeiro a chegar oficialmente ao Brasil e inovou com uma série de equipamentos de segurança.

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O VW Golf Mk3, como é popularmente conhecido, foi o primeiro a contar com airbags frontais e a opção das bolsas infláveis laterais. Outra novidade foi o motor VR6, o primeiro seis cilindros usado no hatch. O carro vendido na Europa foi ainda o primeiro equipado com freios ABS de série em todas as versões.

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VW Golf III vinha com airbag duplo de série, algo que seria obrigatório nos modelos nacionais a partir de 2014

No Brasil, o Golf Mk3 foi lançado em 1994. Importado do México, era trazido inicialmente apenas na versão esportiva GTI de duas portas, que trazia um motor 2.0 de 115 cv. No ano seguinte, a linha cresceu com a adição da versão de luxo GLX (que trazia o mesmo motor do GTI) e do básico GL, equipado com um motor 1.8 de 90 cv e que, curiosamente, foi trazido da Alemanha em seu primeiro ano no mercado brasileiro. Uma raridade eram as versões GTI VR6 , que traziam o motor 2.8 de 174 cv.

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A terceira geração do VW Golf hatch ficou em linha até 1997 (Europa) e 1999 (México). Já o conversível Cabrio seguiu até 2002, tendo recebido um facelift para ficar parecido com o hatch de quarta geração. No mercado brasileiro, o Mk3 foi substituído em 1998 pelo Mk4, que inicialmente era importado mas acabou se tornando o 1º a ganhar produção local.

Fonte: IG Carros
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BMW G310 R e G 310 GS ganham novas cores na linha 2020

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BMW G 310 R passa a ter nova cor vermelha entre as opções disponíveis na linha 2020


A BMW mostra a linha 2020 dos seus modelos mais em conta:  o G310 (R$ 20.900) e o G 310 GS (R$ 23.900), que passam a ter novas combinações de cores. A primeira ganha opção de vermelho e a outra agora estará disponível pintada de azul e cinza com principal novidade.

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No caso da BMW G 310 GS as laterais da carenagem recebem acabamento na cor cinza fosco com a inscrição GS em amarelo. Os dois modelos da BMW são fabricados em Manaus (AM) e são equipados com o mesmo motor de 313 cc de cilindrada, capaz de render 34 cv a 9.200 rpm e 2,9 kgfm de torque a 7.500 rpm.

Ambas as motos da BMW também vêm com painel digital, câmbio de seis marchas, suspensão de garfo invertido na dianteira e freios ABS entre os principais equipamentos.

Entre os destaques de ambas as motos da BMW fica a estrutura tubular de aço com sub-frame parafusao e a suspensão traseira com braço oscilante de alumínio.

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Mais detalhes da BMW 310 GS

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BMW G 310 GS vem com nova combinação de cores e fica com desenho ainda mais arrojado na linha 2020

 De acordo com a avaliação do colunista de iG Carros, Gabriel Marazzi, o detalhe mais marcante da BMW G310 GS é a posição invertida do motor, que tem o sistema de alimentação na frente e o escapamento saindo por trás. De cara, a maior vantagem dessa arquitetura é a ausência de um cano de escapamento saindo pela frente e fazendo a curva para direcionar os gases queimados para trás.

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O equilíbrio de massas também é favorecido, uma vez que isso desloca parte do peso do motor para baixo e para trás, otimizando o centro de gravidade. O entrosamento com a motocicleta começa logo ao tomar o guidão. Banco confortável da moto da BMW e comandos bem à mão nos deixa bem à vontade. O painel de instrumentos é bastante simples, totalmente digital, de cristal líquido, mas de boa visualização.

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À esquerda, o marcador de combustível, em destaque o velocímetro com dígitos bem grandes, o conta-giros de barrinha, na parte inferior, e o muito útil indicador de marcha engatada. Muito útil, porque as relações das seis marchas são meio curtas e o motor, em rotação mais alta, às vezes parece “pedir” uma marcha a mais.

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Entre as principais rivais da BMW G310 GS estão as monocilíndricas Honda XRE 300 e Yamaha XTZ 250, ou de preços semelhantes, como as bicilíndricas Kawasaki Versys 300 X e a Honda CB 500X. 

Fonte: IG Carros
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Nova linha Countryman e Clubman JCW é punk rock britânico puro

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A Mini divulga que 14% das vendas totais no Brasil serão da nova linha John Cooper Works

Os crossovers deixam o mundo cada vez mais chato, mas alguns acabam se destacando. É o caso do novo Mini Countryman JCW, que pudemos acelerar durante o seu lançamento no Autódromo Fazenda Capuava, em Indaiatuba (SP). De acordo com a marca, 14% das vendas da Mini no Brasil serão da nova linha John Cooper Works, que compreende quatro modelos: Cooper, Cabrio, Countryman e Clubman.

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Você ainda poderá adquirir os três primeiros em suas versões convencionais ou S, mas o Clubman será oferecido exclusivamente na linha JCW . Pela demanda dos modelos maiores, sabemos que o Countryman ainda será o best-seller.

Isso porque o Clubman está mais próximo do Cooper convencional, portanto, é muito mais rígido para o asfalto castigado das grandes cidades. Se você acha que entender o Brexit é difícil, com certeza não tentou andar de Mini JCW nas ruas esburacadas de São Paulo.

Pop Punk

Cada jornalista teria direito a três voltas com os novos modelos da linha Cooper Works, mas acabei focando mais no Countryman. Ainda que não seja fã de SUVs, a ideia de um crossover esportivo anima qualquer entusiasta. Os modelos da Mini são carismáticos e trazem aquela personalidade única que o pessoal do marketing gosta de chamar de “ go kart feeling ”.

A Mini seguiu uma receita de bolo muito simples para um carro mais roots . Apesar de toda a vaidade no interior – com costuras vermelhas e detalhes especiais fazendo referência à versão – os bancos esportivos não trazem regulagens elétricas; algo que seria imperdoável em qualquer outro SUV, mas que acrescenta charme ao inglês.

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Os botões inspirados nos comandos dos aviões, o cluster redondinho e a central multimídia envolvida por um filete de LED colorido deixam o habitáculo ainda mais descolado. O Countryman também é um dos poucos carros do Brasil que conectam o Apple CarPlay via wi-fi, eliminando a necessidade de um cabo.

New Wave

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Cauê Lira/iG Carros

Mesmo com a suspensão elevada, o crossover Countryman JCW mais parece um hatch esportivo

O clima quente e abafado intensificou as chances de chuva na Fazenda Capuava, mas isso não seria um problema com os novos Countryman e Clubman. Enquanto a tração do Cooper (e consequentemente, do Cabrio) é dianteira, os irmãos maiores contam com sistema integral ALL4 com direcionamento inteligente de torque.

De acordo com a marca, 80% da potência vai para a dianteira e os outros 20% para a traseira, sendo que a distribuição pode chegar a 50/50 em uma curva mais desafiadora. No modo esportivo, a compressão do amortecedor ganha arranjo ainda mais rígido; perfeito para um autódromo travado.

Isso ficou bem claro logo na primeira curva, onde a carroceria do Countryman nem parece torcer muito durante a tangência. Com acerto mais próximo ao Mini convencional, o Clubman é mais “preso” ao chão. A direção da dupla é bem direta, passando total segurança para aqueles que curtem abusar um pouco mais. Nem parece que a suspensão do crossover é mais elevada.

Passando o seletor para o modo esportivo, o eco do motor invade a cabine pelos alto-falantes da Harman/Kardon. O som encorpado do 2.0 turbo de 306 cv de potência e 45,9 kgfm entre 1.750 e 4.500 giros entoa uma música pesada do Sex Pistols, atiçando o motorista a pisar mais fundo. De acordo com a Mini, o crossover pode atingir 100 km/h em 5,1 segundos.

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God Save the Queen

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O interior da linha Mini John Cooper Works traz adereços esportivos no acabamento

Após percorrer o autódromo e vencer suas curvas com certa facilidade, chego à reta principal. A sola do meu All-Star afunda o acelerador até o limite e o Countryman dispara com a velocidade de um foguete. Bastou uma volta para esquecer que estou em um SUV.

Na prática, este 2.0 turbo é o mesmo de outros modelos do Grupo BMW , como X1, X2 e o Série 3. Para o Mini, a turbina ficou maior, o sistema de exaustão é de 91 mm e pistão e virabrequim foram forjados. Na reta principal, também sinto que o câmbio automático de oito velocidades dá um leve solavanco durante as trocas – algo mais perceptível no Clubman.

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Se você tiver um bom convênio para tratar a hérnia de disco, o Clubman (R$ 219.990) é a pedida mais esportiva – além de ser o Mini mais veloz do mundo, acelerando de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Mas acho que ficaria com o Countryman (R$ 239.990), mais simpático para a família e para o uso urbano, além de ser muito divertido ao volante.

Ficha Técnica

Preço:   R$ 219.990 (Clubman JCW ) e R$ 239.990 (Coutryman JCW)

 Motor: 2.0, quatro cilindros, turbo, gasolina

Potência: 306 cv a 5.000 rpm (Clubman JCW)

Torque: 45,9 kgfm a 1.750 rpm (Clubman JCW)

Transmissão:  Câmbio automático, seis marchas, tração integral

Suspensão:Independente (dianteira) e multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 225/45 R19 e 225/40R 18 no Clubman JCW

Dimensões: 4,30 m (comprimento) / 1,82 m (largura) / 1,56 m (altura), 2,67 m (entre-eixos) e no Clubman JCW:  4,27 metros/ 1,80 m/1,44 m/ 2,67

Tanque : 51 litros e 48 litros no Clubman JCW

Porta-malas: 450 litros  e 360 litros no Clubman JCW

0 a 100 km/h: 6,5 segundos  e 4,9 s no Clubman JCW

Vel. Max: 234 km/h  e 250 km/h no Clubman JCW

Fonte: IG Carros
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