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Economia

PF prevê novos protestos até que Bolsonaro cumpra promessa de reajuste

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Polícia Federal
Tânia Rêgo/Agência Brasil

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A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgou uma nota pública nesta quinta-feira (19) em que afirma que a categoria continuará a promover protestos até que o presidente Jair Bolsonaro cumpra a promessa de reajuste salarial.

Segundo o documento, o clima entre os profissionais de segurança pública é de “revolta e insatisfação”. Veja a  nota na íntegra. 

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“O impasse causado pelo próprio governo federal, propagando informações conflitantes, equivocadas, com mudanças frequentes de posicionamento, vem gerando clima de instabilidade, revolta e insatisfação, algo nunca antes visto pelos Delegados de Polícia Federal. Da mesma forma, frisa-se a importância do tratamento isonômico entre as carreiras, evitando-se outros desgastes”, diz o comunicado.

A ADPF diz para os policiais priorizarem atividades essenciais voltadas à segurança pública enquanto não houver reestruturação da carreira. Entre as atividades que devem seguir estão combate à corrupção e ao desvio de recursos públicos, ao tráfico de drogas e armas, o tráfico internacional de pessoas, pedofilia, crimes cibernéticos e combate aos crimes eleitorais.

A nota também dá um recado para os entusiastas da pauta armamentista, defendida por Bolsonaro.

“Atividades administrativas, como as análises de aquisição, registro e porte de arma de fogo, com prazos legais de 30 e 60 dias, poderão ser impactadas com atrasos ou mesmo suspensão temporária”, diz a nota.

“A Polícia Federal é uma polícia de Estado e não de governo. Vale destacar que a PF não protege e nem persegue ninguém. Não existe qualquer indivíduo ou autoridade que esteja acima da lei […] Os delegados federais não aguardarão inertes o cumprimento do compromisso firmado. Agora é o tempo de ações. É preciso ter respeito por homens e mulheres que arriscam suas próprias vidas para salvaguardar o Estado, suas instituições e a população brasileira”, conclui a ADPF.

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Economia

Congonhas e mais 14 aeroportos serão leiloados nesta quinta

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Governo leiloa nesta quinta-feira Congonhas e mais 14 aeroportos
Ivonete Dainese

Governo leiloa nesta quinta-feira Congonhas e mais 14 aeroportos

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realiza nesta quinta-feira (18) o leilão da sétima rodada do programa de concessões aeroportuárias. O lote prevê a venda de 15 terminais, entre os quais, aquele que é considerado a “joia da coroa” da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero): o Aeroporto de Congonhas , localizado na zona sul da capital paulista, um dos mais movimentados do país.

O leilão está marcado para as 14h na B3, a bolsa de valores de São Paulo.

Segundo informações disponibilizadas pela Infraero em sua página na internet, Congonhas é o aeroporto com maior trânsito de executivos no país. Até setembro de 2019, o aeroporto movimentava 60.932 passageiros a cada dia, e a média diária de voos era de 592.

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Os grupos que adquirirem os aeroportos à venda na rodada de amanhã deverão fazer investimentos de cerca de R$ 7,2 bilhões durante os 30 anos da concessão.

O programa de concessão aeroportuária do Brasil repassou à iniciativa privada 77,5% do tráfego nacional entre os anos de 2011 e 2021. Com a sétima rodada, a previsão é de que o percentual atinja 91,6% de passageiros atendidos em aeroportos concedidos no país.

Os 15 aeroportos da 7ª rodada de concessões da Anac encontram-se situados em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará, Mato Grosso do Sul e Amapá. Eles foram divididos em três blocos. Quem arrematar Congonhas também terá de administrar dez aeroportos localizados em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e no Pará. A concessão será pelo prazo de 30 anos.

Segundo a Anac, os 15 aeroportos respondem por 15,8% do total do tráfego de passageiros no Brasil, o que equivale a mais de 30 milhões de viajantes por ano.

Divisão dos blocos

O Bloco SP-MS-PA-MG, liderado pelo Aeroporto de Congonhas, inclui ainda os aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul; Santarém, Marabá, Parauapebas e Altamira, no Pará; e Uberlândia, Uberaba e Montes Claros, em Minas Gerais. A contribuição inicial mínima é de R$ 740,1 milhões.

O Bloco Aviação Geral é formado pelos aeroportos de Campo de Marte, em São Paulo, e Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e tem lance mínimo inicial fixado em R$ 141,4 milhões

.O Bloco Norte II, integrado pelos aeroportos das capitais do Pará, Belém, e do Amapá, Macapá, tem como contribuição inicial mínima R$ 56,9 milhões.

Pelas regras que foram estabelecidas no edital, um proponente pode arrematar os três blocos.

A etapa seguinte ao leilão será o recebimento dos documentos de habilitação dos proponentes vencedores de cada bloco, o que está marcado para o dia 25 deste mês.

A assinatura dos contratos de concessão deverá ocorrer após a homologação do resultado pela diretoria da Anac, em data que ainda será definida.


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Guedes diz que insulto à França se refere a caso de três anos atrás

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Guedes recua e diz que palavrão sobre França foi referência de caso de três anos atrás
Lorena Amaro

Guedes recua e diz que palavrão sobre França foi referência de caso de três anos atrás

O ministro da Economia, Paulo Guedes , voltou a comentar sobre a polêmica diplomática que se envolveu ao rebater as críticas de um ministro francês sobre as queimadas das florestas brasileiras. Na semana passada, Guedes disse para uma plateia de empresários em Brasília que o país europeu era irrelevante para o Brasil e disparou que iria “ligar o f…-se” .

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“A declaração sobre França foi referência a um caso de três anos atrás. Saiu como se eu estivesse xingando a França”, disse.

Nesta quarta-feira (17) o ministro participou do Tag Summit 2022, em São Paulo. Durante o evento, Guedes reiterou que há chance de o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia ser assinado no segundo semestre. 


Fonte: IG ECONOMIA

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