conecte-se conosco


Polícia Federal

PF prende líder de organização criminosa em Macapá/AP

Publicado

Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (2/12), a Operação Coactio, com objetivo de cumprir um mandado de prisão preventiva em desfavor de líder de uma organização criminosa investigada pela Operação Ex tunc, no estado do Amapá.

As investigações iniciadas em 2016 apuram fraudes em documentos para obtenção de benefícios indevidos de auxílio-reclusão e pensão por morte junto ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

A prisão decorreu de representação feita pela Polícia Federal, após detectar que o líder da organização criminosa (ORCRIM), que já foi preso anteriormente no curso das investigações relacionadas à Operação Ex tunc, estava coagindo os envolvidos e embaraçando as investigações originárias.

O investigado poderá responder, na medida de sua responsabilidade, pelo crime de obstrução à investigação. Se condenado, poderá cumprir pena de até 8 anos de reclusão, sem prejuízo das outras penas previstas para os crimes investigados.

 

* Coactio: significa a coação em latim

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

Leia Também:  Polícia Federal prende juiz de direito do Tribunal de Justiça da Bahia

[email protected] | www.pf.gov.br

(96) 3213-7500

Fonte: Polícia Federal
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Polícia Federal

Polícia Federal deflagra operação que combate desvios de recursos públicos em Alagoas

Publicado

Maceió/AL – A Polícia Federal deflagrou, em conjunto com a Controladoria Geral da União e o Ministério Público Federal, na manhã de hoje (11/12), a Operação Florence “Dama da Lâmpada” que investiga fraudes, desvios de recursos e corrupção de agentes públicos na prestação de serviços de OPME – Órtese, Prótese e Materiais Especiais – no Estado de Alagoas.

Estão sendo cumpridos 32 mandados de busca e apreensão, 09 mandados de prisão preventiva e 07 mandados de prisão temporária nas cidades de Maceió/AL e Arapiraca/AL.

As investigações, que foram iniciadas em maio, apontaram que valores destinados à determinada entidade sem fins lucrativos, ultrapassam os R$ 30 milhões nos últimos três anos. Foi constatada a monopolização dos serviços de OPME em Maceió/AL e Agreste alagoano, celebração de Termo de Colaboração injustificadamente direcionada para entidade comandada por servidor público estadual, pagamentos sem comprovação dos correspondentes serviços prestados, confusão patrimonial entre a entidade sem fins lucrativos e seus dirigentes, transferências injustificadas de recursos financeiros a servidores responsáveis pela avaliação e monitoramento dos serviços prestados constantes do Termo de Colaboração.

Leia Também:  PF investiga esquema de fraudes no Sistema de Emissão de Documento de Origem Florestal

Pesquisas realizadas pela CGU demonstraram que os valores repassados à entidade investigada correspondem a mais de 1/3 do montante de recursos do Sistema Único de Saúde – SUS, aplicados no Estado de Alagoas, no exercício de 2018 em procedimentos de OPME – Órteses, próteses e materiais especiais.

A ação, que visa desarticular organização criminosa que atua em serviços de OPME – órtese, prótese e materiais especiais no Estado de Alagoas, apura o cometimento dos crimes de Fraude à Licitação, Corrupção Ativa e Passiva, Peculato, Constituição de Organização Criminosa, Falsidade Ideológica, Prevaricação, Advocacia Administrativa e Lavagem de Dinheiro. As penas, somadas, variam de 18 a 45 anos de detenção ou reclusão, conforme o caso.

A Operação conta com a participação de 6 servidores da CGU, além de 100 policiais federais de 06 Estados.

Haverá coletiva de imprensa na Sede da Polícia Federal em Alagoas na manhã de hoje, às 10h.

 

Comunicação Social da PF  AlagoasCS/GAB/SR/PFAL82-99327-7671 ou 3216-6723[email protected]

Fonte: Polícia Federal
Leia Também:  PF apreende cerca de 40 kg de cocaína no Aeroporto de SP
Continue lendo

Polícia Federal

PF e PC desarticulam organização criminosa de tráfico transnacional de drogas

Publicado

Florianópolis/SC – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil do estado de Santa Catarina, deflagrou nesta quarta-feira (11/12) a Operação Conexão Itália, para desarticular organização criminosa que atuava no tráfico de drogas. A partir de Santa Catarina, essa organização realizava tráfico transnacional com o envio de cocaína para a Europa na intenção de receber MDMA, para a produção de ecstasy.

Mais de 50 policiais, entre federais e civis de Santa Catarina, cumprem mandados expedidos pela Justiça Federal. São 13 mandados de busca e apreensão, sendo quatro em Florianópolis/SC, dois em São José/SC, dois em Balneário Camboriú/SC, um em Curitiba/PR e quatro na capital de São Paulo. Também estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária.

O desencadeamento da operação de hoje é consequência das investigações, com prisão e apreensão de drogas, realizadas por delegacias especializadas da Polícia Civil de Santa Catarina nos meses de julho a setembro deste ano. Nesse período dois comerciantes foram presos na sede de empresa de produtos esportivos de Florianópolis/SC. Com eles foram apreendidos 26 kg de cocaína, 11 kg de comprimidos de ecstasy, 1,8 kg de haxixe e 4 kg de MDMA, já dispostos embalados em malas.

Leia Também:  PF apreende cerca de 40 kg de cocaína no Aeroporto de SP

No desdobramento dessas ações, verificou-se que o objetivo da organização criminosa era a remessa internacional de cocaína para o continente europeu, com o consequente recebimento da droga sintética MDMA. Essa substância é base para a produção de ecstasy – também conhecido como doce ou bala – uma das drogas mais presentes nas baladas de jovens de classe média e alta no Brasil e em vários países do mundo.

Por suas condutas, os investigados responderão por tráfico transnacional de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa, cuja a pena culminada pode ultrapassar os 30 anos de prisão.

Conexão Itália faz referência à condição de um dos principais acusados que tem cidadania dupla – brasileira e italiana – e que se valia dessa condição para realizar várias viagens internacionais.

* Não haverá coletiva a imprensa.

 

[email protected]| www.pf.gov.br

Fonte: Polícia Federal
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana