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Polícia Federal

PF prende homem acusado de falsificação de documentos e lavagem de dinheiro

Publicado

Natal/RN – A Polícia Federal prendeu na última segunda-feira, 01/04, em um shopping de Natal, um homem acusado de apresentar documentação falsa quando realizava um depósito no valor de R$ 20 mil em uma agência da Caixa Econômica Federal. Como a transação excede o limite permitido por lei e, obrigatoriamente, teria que ser feita mediante “depósito identificado”, o funcionário da CEF solicitou os documentos pessoais do acusado que, ao serem analisados, despertou suspeita de falsificação, motivando o acionamento da PF até o local.

Com a chegada da equipe, os policiais checaram junto aos órgãos oficiais e confirmaram que eram falsas as informações inseridas nas carteiras de identidade e de habilitação apresentadas pelo suspeito, o qual recebeu voz de prisão e foi conduzido para autuação na Superintendência da Polícia Federal.

Durante o seu interrogatório, o homem se negou a revelar o seu nome verdadeiro, bem como a filiação, e respondeu de maneira evasiva aos vários questionamentos que lhe foram dirigidos. Com ele, foram ainda apreendidos R$ 4.345 reais, U$ 65 dólares, cartões e recibos de depósitos bancários. A quantia que ele depositava no momento da prisão ficou retida pela Caixa Econômica Federal.

Indiciado pelos crimes de falsificação de documento público e lavagem de dinheiro, o suspeito teve colhida as suas impressões digitais e em seguida foi encaminhado para exame de corpo de delito no ITEP.

Ele permanece sob custódia na sede da PF, ainda sem identificação, à disposição da Justiça.

 

 

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Polícia Federal

PF incinera aproximadamente 1,3 toneladas de entorpecentes no Amazonas

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Manaus/AM – A Polícia Federal realizou, nesta sexta-feira (24/6), a incineração de aproximadamente 1,3 toneladas de entorpecentes consistentes em cocaína e maconha do tipo skunk.

De janeiro a junho de 2022, a PF realizou a incineração de 7,28 toneladas de maconha e 118,6 quilos de cocaína.

O montante incinerado é fruto de diversas ações diretas da Polícia Federal, deste e anos anteriores, na circunscrição da Superintendência Regional no Amazonas, bem como de ocorrências apresentadas por outras forças de segurança pública do estado.

O trabalho para completa destruição da droga segue os procedimentos estabelecidos na Lei Antitóxicos (Lei n. 11.343/2006). O entorpecente é inserido, pelos policiais e equipe de apoio, num forno industrial e o processo químico é totalmente seguro e obedece a legislação de preservação ao meio ambiente.

Para a segurança da operação, é necessário o envolvimento de diversas equipes de policiais federais, o que garante a segurança da ação, preservação e escolta de todo material até a total destruição da droga.

Por fim, é importante mencionar que, ao longo do primeiro semestre de 2022, a Polícia Federal apreendeu cerca de 5,5 toneladas de entorpecentes e prendeu 52 pessoas por tráfico de drogas.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

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Polícia Federal

PF cumpre mandados contra mais uma grande associação de proteção veicular do Brasil

Publicado

Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal cumpriu, no dia 22/6, mandado judicial de busca e apreensão, expedido pela 11a. Vara Federal da SJMG, contra uma grande associação do Brasil de proteção veicular, sediada no município de Contagem/MG. Com esta, já são oito empresas investigadas.

A ação foi em razão do possível cometimento do crime previsto no art. 16 da Lei n. 7.492/86 por parte de seus dirigentes, os quais têm à disposição para uso carros de luxo. Referido dispositivo legal prevê pena de reclusão de até quatro anos e multa para quem fizer operar, sem a devida autorização, instituição financeira.

Durante as apurações, a PF identificou que a associação investigada não é autorizada a operar no mercado de seguros pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP. Contudo, comercializava e desenvolvia operações de proteção veicular com recolhimentos prévios, caracterizados como se fossem prêmios de seguro, atividades exclusivas de sociedades seguradoras legalmente autorizadas.

Durante a ação de hoje foram apreendidos documentos diversos que comprovam que a associação estava sendo utilizada em benefício econômico de seu presidente.

Em agosto, setembro e dezembro de 2021 e em março de 2022, a PF também havia representado à Justiça por mandados de busca e apreensão e quebras de sigilo bancário e fiscal em desfavor de outras empresas constituídas como associações de proteção veicular, mas que, na verdade, atuavam como seguradoras de veículos.

Uma delas movimentava cerca de R$ 30 milhões anuais em mensalidades, contando com 30 mil clientes e vendedores comissionados. Em desfavor dela, a PF cumpriu três dos mandados de busca e apreensão expedidos. Foi cumprido um mandado em desfavor de outra empresa que tinha como presidente de fato um ex-presidiário por tráfico de drogas, que determinava ao presidente de fachada os rumos empresariais que deveriam ser tomados.

Todas as associações investigadas ofereciam, por meio de massivas campanhas publicitárias em rádios e outdoors, proteção automotiva a um grupo indiscriminado e indistinto de pessoas, captando recursos sem a competente autorização para tal, atividade que configura prática comercial abusiva.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

[email protected] | www.pf.gov.br

(31) 3330-5270

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