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Polícia Federal

PF prende foragidos em grupo de deportados

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Belo Horizonte/MG – Na sexta-feira, 25/9, desembarcou em Belo Horizonte mais um voo oriundo dos Estados Unidos da América, trazendo 53 deportados. Coube à Polícia Federal realizar os procedimentos de controle migratório, uma de suas competências definidas pela Constituição da República.

Dentre os deportados, retornaram ao país dois foragidos internacionais, que foram presos pela Polícia Federal assim que desembarcaram no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins/MG.

Um dos presos tem 50 anos, é natural de Campo Grande/MS e foi condenado a dois anos e oito meses de prisão em regime aberto, pela prática de crime contra a ordem tributária, com mandado expedido pela 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo. O outro tem 42 anos, figurava na lista de Difusão Vermelha da INTERPOL e tinha contra si mandado de prisão preventiva decorrente de decisão condenatória expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, pela prática de homicídio qualificado, cuja pena máxima pode chegar a 30 anos de reclusão.

Os presos serão conduzidos para o CERESP Gameleira, onde ficarão à disposição da Justiça.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde em face da pandemia do Covid-19, a Polícia Federal continua trabalhando.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

[email protected] | www.pf.gov.br

Fone: (31) 3330-5270

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Polícia Federal

Operação Alforria combate trabalho escravo na região metropolitana de Porto Alegre/RS

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Porto Alegre/RS: A Polícia Federal e a Inspeção do Trabalho no Rio Grande do Sul deflagraram, nesta manhã (29/10), a Operação Alforria, de combate ao trabalho escravo (Art. 149 do Código Penal).

Policiais federais cumprem três mandados de busca e apreensão, e auditores-fiscais do trabalho fiscalizam estabelecimentos, nos municípios de Dois Irmãos e Morro Reuter, em que três cidadãos venezuelanos estariam trabalhando em condições análogas a escravo.

A investigação iniciou a partir de informações repassadas pelo Centro de Apoio e Pastoral do Migrante (CAMI), indicando que um cidadão da Venezuela estaria sendo submetido a trabalhos forçados e à jornada exaustiva.

Diligências realizadas possibilitaram a localização do imigrante, que prestou depoimento à Polícia Federal, confirmou as informações, relatou ter sofrido ameaças e agressões, além de não receber salário. Ele também indicou mais duas possíveis vítimas, também venezuelanas.

 

A ação realizada tem por objetivo a coleta de provas para a instrução do inquérito policial, a identificação de outras vítimas, o resgate de trabalhadores e a autuação administrativa do proprietário do local.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Sul

Contato: (51) 3235.9005

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Polícia Federal

Polícia Federal passa a utilizar o novo Microscópio Eletrônico de Varredura

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Brasília/DF – A Polícia Federal concluiu as providências necessárias para a instalação, no último dia 12 de outubro, de seu novo Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV).​​

Desde 2004 a PF utiliza o MEV para auxiliar as atividades periciais. Esse valioso instrumento de pesquisa viabilizou análises detalhadas de resíduos físicos e de elementos resultantes do disparo de arma de fogo, bem como é ferramenta muito útil para determinação da composição química de diversos resíduos relacionados a locais de crime.

O primeiro Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV) da Polícia Federal foi utilizado por 16 anos na produção de centenas de laudos. Com o passar do tempo, entretanto, suas configurações e resultados ficaram defasados, tornando-se premente a atualização da tecnologia no âmbito da Perícia Criminal Federal. 

O principal uso do equipamento é a análise detalhada de resíduos inorgânicos em escala nanométrica​. Em especial, a aplicação do MEV viabiliza a definição da composição química de amostras, especialmente aquelas resultantes de disparos de arma de fogo, mas não somente nesses casos. Sua utilização possibilita ao Perito a correlação entre as amostras de local de crime e aquelas colhidas junto a suspeitos e/ou outras pessoas ou locais de interesse, possibilitando que o mesmo determine se há ou não presença do mesmo elemento entre as amostras analisadas.​

Historicamente, o Instituto Nacional de Criminalística, da Diretoria Técnico-Científica da PF utiliza esse equipamento na produção de laudos relacionados a investigações de homicídio ou autoextermínio.

 

Comunicação Social da PF
61 2024 8142

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