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Polícia Federal

PF prende empresários capixabas envolvidos em esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro

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Vila Velha/ES – Policiais Federais da Delegacia de Repressão à Corrupção e Desvios de Verbas Públicas, a partir de investigação conjunta com o Ministério Público Federal e a Receita Federal do Brasil, deflagraram na manhã de hoje, 13/01, a terceira fase da Operação Masqué, dedicada a reprimir a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional, consistentes em evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

 A terceira fase da operação Masqué (com duas fases anteriores deflagradas em 2019 e 2021) visa cumprir 02 (dois) mandados de prisão preventiva na Grande Vitória/ES. Um dos investigados não foi encontrado no local e a partir de agora, passa a ser considerado foragido da Justiça e terá seu nome inscrito na lista de procurados da INTERPOL, composta por 190 países.

 A Polícia Federal contou também com o apoio de uma equipe da SEJUS para a colocação de tornozeleira eletrônica em outro investigado.

 A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

 

ENTENDA AS FASES

Na primeira fase, deflagrada ainda em 2019, a investigação apurou um esquema de evasão de divisas com a utilização de empresas que falsificavam e repetiam documentação para enviar dinheiro para o exterior. Naquele momento, a Justiça Federal decretou o sequestro de dezenas de imóveis avaliados em cerca de R$ 40 milhões.

Já na segunda fase, o objetivo foi investigar o crime de lavagem de dinheiro praticado pelos envolvidos na primeira fase da operação policial de mesmo nome, em especial, mediante a compra de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros, além de empréstimos feitos fora do mercado formal de crédito.

O nome da operação é uma referência a ação dos investigados que buscava mascarar a real propriedade de vultoso patrimônio adquirido ilegalmente por meio das atividades da organização criminosa.

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão pelo crime de organização criminosa (art. 2º da Lei nº 12.850/2013), lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei nº 9.613/1998) e por efetuar operação de câmbio não autorizada com o fim de promover evasão de divisas do País (art. 22 da Lei nº 7.492/1986).

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
Telefone: (27) 3041-8051/8029

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Polícia Federal

Polícia Federal deflagra operação para combater falsificação de cédulas falsas em 10 Municípios de 9 Estados

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Brasília/DF – A Polícia Federal deflagrou, nos dias 18 e 19 /1, a Operação REBOTE FAKES 5. A ação tratou da realização de fiscalizações em encomendas remetidas por meio dos Correios e transportadoras, nas quais havia cédulas falsas que seriam distribuídas em 10 cidades de 9 Estados da Federação.

A ação foi realizada nos municípios de Senhor do Bonfim/BA, Cedro/CE, Rio Grande/RS, Maringá/PR, Rorainópolis/RR, Lagoa da Prata/MG, Ananindeua/PA, Saquarema/RJ, Feira de Santana/BA e São Francisco de Assis/RS. Foram realizadas as prisões de 10 indivíduos e a apreensão de 13 encomendas com cédulas falsas, no total.

A Operação teve o trabalho conjunto com a Diretoria de Segurança Corporativa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e algumas transportadoras. Foi apreendido um significativo número de encomendas contendo cédulas falsas em seu interior. Os valores em moedas falsas apreendidas são de aproximadamente R$ 50 mil em valor nominal.

A Polícia Federal, desde o ano de 2019, apreendeu aproximadamente 15 milhões de reais em cédulas falsas, nas ações de combate às falsificações de moeda. Em razão da situação de pandemia causada pelo Corona vírus, foi adotada logística especial de preservação do contágio com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: 61 2024-8142

[email protected]

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PF deflagra 2ª fase da Operação Fake Ink no combate a fraudes em licitações de aquisição de suprimentos de informática

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 Cuiabá/MT – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (20/1) a segunda fase da Operação FAKE INK, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que fraudou a licitação do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS, para aquisição de suprimentos de informática (cartuchos de tinta), no estado do Mato Grosso.

A primeira fase da Operação FAKE INK ocorreu em 1/7/2021 e constatou que os envolvidos criavam empresas de fachada que concorriam em pregões eletrônicos com preços abaixo do mercado, para que pudessem se sagrar vencedoras. Porém, após vencerem os certames, o produto entregue pelas empresas não correspondia ao produto original das marcas adquiridas, ou seja, eram fornecidos cartuchos falsificados.

No curso da investigação verificou-se que as empresas de fachada atuaram de forma criminosa em todo o País. Foi, então, expedido pela 5ª Vara Federal da Seção Judiciária do Mato Grosso um mandado de busca e apreensão, com o objetivo de colher provas da continuidade delitiva do grupo criminoso, bem como foram deferidos os pedidos de quebra de sigilo bancário, fiscal e telemático.

Além disso, a Justiça Federal do Mato Grosso determinou que os investigados cumprissem as seguintes medidas cautelares diversas da prisão: 1- Recolhimento domiciliar no período noturno 2- Monitoramento eletrônico 3- Comparecimento mensal em juízo 4- Proibição de participarem de licitação nas esferas federal, estadual e municipal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso

Contato: [email protected]

 Instagram: @policiafederal_mt

 (65) 992488987

*** O nome da Operação Fake Ink – tinta falsa no idioma inglês – remete ao fato de a organização criminosa fornecer aos órgãos públicos em que venciam as licitações cartuchos falsificados.

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