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Polícia Federal

PF prende dupla venezuelana com cápsulas de cocaína no estômago

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Fortaleza/CE – A Polícia Federal prendeu nesse sábado (9/11), no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza/CE, dois homens, 53 e 37 anos, naturais da Venezuela, com cápsulas de cocaína no estômago.  

Policiais federais perceberam que os venezuelanos demonstravam nervosismo, inquietação e impaciência, durante fiscalização de rotina no combate ao tráfico de drogas. Ao serem entrevistados, confirmaram que haviam ingerido cápsulas contendo cocaína. O destino final da droga seria Paris/França.

Em razão do risco de morte, policiais federais conduziram os estrangeiros ao hospital para acompanhamento médico e expulsão da droga. Com a medicação, um venezuelano expeliu 70 e o outro 80, num total de 150 cápsulas contendo cocaína.

Após receberem alta médica, a dupla foi conduzida à sede da PF no Ceará e autua por tráfico internacional de drogas.          

Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará

Contato: (85) 3392-4867/9.8.970-0624

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Polícia Federal

Operação Old School combate fraudes em licitações e desvios de verbas públicas no sudoeste baiano

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Vitória da Conquista/BA – A Polícia Federal, juntamente com a Controladoria Geral da União, deflagraram hoje (2/7) a Operação Old School, que visa à repressão de fraudes em licitações e desvio de verbas públicas em Jequié, segunda maior cidade do sudoeste baiano.

Na data de hoje estão sendo cumpridos 17 mandados de busca e seis medidas cautelares de afastamento de função pública, inclusive do prefeito de Jequié, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Os investigados também estão sendo notificados da proibição de manter contato com as testemunhas da investigação. A ação ocorre no próprio município de Jequié e em Salvador, com a participação de cerca de 70 policiais federais e oito auditores da CGU.

As investigações tiveram início no final de 2018, a partir de representação formulada por vereadores de Jequié, relatando que uma empresa estaria vencendo diversas licitações no município, sendo que em uma dessas licitações, para promover a reforma de 82 escolas nas zonas rural e urbana, os serviços estariam sendo executados de maneira manifestamente insatisfatória.

 A partir daí a Polícia Federal procedeu à análise do edital da Concorrência nº 005/2017 e outras diligências, apurando que o município de Jequié celebrara com a empresa em questão um contrato no importe de R$ 8,8 milhões, valor a ser pago com recursos do FUNDEF (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e da Valorização do Magistério), e que, de fato, os serviços nas escolas eram de péssima qualidade.

Verificou-se também que a Concorrência nº 005/2017 previu em seu edital que a licitação seria realizada na modalidade “Lote Único”, em contrariedade ao que preceituam a Controladoria-Geral da União – CGU e o Tribunal de Contas da União – TCU, e ainda com o prazo de execução das reformas das 82 escolas em apenas três meses.  Apurou-se ainda que na licitação não havia um Projeto Básico para as reformas, estipulando-se apenas o valor a ser gasto – o que acabou por deixar à escolha da empresa vencedora o que deveria ser feito em cada unidade escolar.

Além da Polícia Federal e da CGU, o Ministério Público do Estado da Bahia e o Conselho Municipal de Educação também realizaram vistorias nas obras das escolas, fundamentais para a caracterização das fraudes, sendo que em todas elas foram constatadas falhas graves na execução do serviço de reformas, com emprego de materiais de baixíssima qualidade, além da inexecução de vários serviços.

 Em uma das escolas restou constatado que reformas previstas no contrato foram novamente executadas por outra pessoa jurídica, também contratada pelo município de Jequié, havendo uma duplicidade de contratação e de pagamento pela municipalidade para o mesmo serviço. Além disso, as investigações apontaram que houve uma ilegal subcontratação de grande parte dos serviços, sem autorização formal por parte do poder público municipal, inclusive de empresas pertencentes a servidores do Município, e sem obedecer aos critérios previstos no contrato celebrado, tal como a utilização de EPIs, por exemplo. Todos esses aspectos apontam a ocorrência de superfaturamento e do desvio das verbas públicas no que diz respeito a essa contratação.

Os responsáveis pelas condutas delitivas investigadas serão indiciados pela prática dos crimes previstos no art. 1º, inciso I do Decreto-Lei nº 201/67, no art. 2º da Lei nº 12.850/2013 e nos arts. 90 e 96, inciso I da Lei nº 8.666/93.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Vitória da Conquista/BA

[email protected]

 www.pf.gov.br

 Telefone (77) 3229-1900

 

*** O nome da operação, Old School, remete à expressão em idioma inglês utilizada para definir algo à moda antiga, que reflete uma maneira de pensar e agir mais antiquada. No caso desta investigação, remete-se à velha prática de se pagar valores vultosos a empresas contratadas pelo Poder Público para prestarem serviços de baixa qualidade e também ao fato de que, mesmo com as reformas, as escolas continuaram com aspecto de velhas.

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Polícia Federal

PF combate o tráfico de drogas em três estados

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Corumbá/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (2/7) a Operação Paralelos 18/5, que investiga uma organização criminosa voltada ao transporte de cocaína, a partir da região de fronteira com a Bolívia, cujo destino eram municípios da Região Nordeste do país.

Participam da fase ostensiva da operação 48 policiais, que cumprem 9 mandados de prisão preventiva, além de 9 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Ladário/MS, Ponta Porã/MS, Campo Grande/MS, Anápolis/GO, Taguatinga/DF, Parnamirim/RN e Natal/RN.

As investigações revelaram que os criminosos carregavam entorpecentes, mais especificamente cocaína, na área da fronteira e os transportavam de barco pelos rios Paraguai e Taquari até a cidade de Coxim/MS. A partir de lá, a droga seguia por rodovias até a Região Nordeste.

A operação resultou no sequestro de mais de R$ 2,9 milhões em bens móveis e imóveis e na suspensão das atividades de duas empresas. No decorrer das investigações, foram apreendidos aproximadamente 257 kg de cocaína. A investigação está inserida na diretriz de atuação da Polícia Federal priorizando a desarticulação financeira e desarticulação estrutural das organizações criminosas, permitindo a responsabilização penal de seus principais líderes e beneficiados financeiramente pelas atividades ilícitas.

O nome da operação faz referência às latitudes que separam a origem e o destino da droga, em um trajeto que ultrapassava 3,7 mil quilômetros.

A Polícia Federal reforça que a atual pandemia não afetou as investigações e ações da instituição nos crimes de sua atribuição.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul

Contato: (67) 3368-1105
E-mail: [email protected]

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