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PF pede quebra do sigilo bancário de quatro pessoas ligadas a ex-governador por suposto caixa 2

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Pedido teve como base delação premiada do empresário Alan Malouf junto ao MPF. Taques nega irregularidades [Foto – José Medeiros]

A Polícia Federal pediu a quebra do sigilo bancário de quatro pessoas ligadas ao ex-governador Pedro Taques (Solidariedade) por suposta prática de caixa dois durante a campanha eleitoral de 2014, quando foi eleito ao Palácio Paiaguás. A ação teve como base a delação premiada do empresário Alan Malouf junto ao Ministério Público Federal (MPF).

A PF quer informações sobre as contas bancárias de Claudio Pereira da Silva, Gustavo Vandoni da Silva Pereira, Odenil da Silva Mello e José de Neves Gontijo entre 1ª de dezembro de 2014 e 28 de fevereiro de 2015.

Malouf, sócio do Buffet Leila Malouf, revelou o suposto esquema em sua delação premiada, e o pedido da PF será analisado pela 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá.

De acordo com o empresário, o esquema foi montado para angariar fundos para a campanha eleitoral de Pedro Taques, que concorria ao governo estadual pelo PDT. Os recursos foram captados por meio de doações feitas pelo próprio Malouf e pelos empresários  Eraí Maggi, Erivelto Gasques, Fernando Minosso e Juliano Bortoloto.

Na delação, Malouf informou que restou um saldo a pagar de mais de R$ 10 milhões, sendo que constavam entre os credores as empresas de comunicação TR Produções (R$ 700.000,00), FCS Comunicação (R$ 600.000,00), Vetor Assessoria e Pesquisa (R$ 200.000,00) e Casa de Ideias (R$ 500.000,00)

O pagamento das empresas de comunicação teria sido feito através de um empréstimo junto ao empresário Claudio Pereira da Silva. O empréstimo, no valor de R$ 1,3 milhão, foi feito em nome de Alan Malouf.e intermediado pelo ex-secretário de Estado Julio Modesto, que teria feito os pagamentos dentro do escritório de Allan no Buffet Leila Malouf.

Outro lado

Em nota, o ex-governador Pedro Taques, que concorre ao Senado, lamentou que o pedido de quebra de sigilo bancário das quatro pessoas que seriam ligadas a ele tenha vazado em período eleitoral. Também negou que tenha tratado de recebimento de recursos durante a campanha de 2014.

Nota

Quando candidato ao governo de Mato Grosso em 2014, Pedro Taques, então no PDT, não tratava de recebimento de recursos. Ainda assim, tem certeza de que os responsáveis não fizeram nada de errado.

Fato é que já se passaram 6 anos em que o tema é apurado, destaca-se, apurado, ou seja, sequer é um processo, e que até hoje não revelou nada de errado que tenha sido conduzido em 2014.

Taques lamenta que a apuração, a qual está sob segredo de justiça, determinado pela Justiça, reapareça pautado no momento em que coloca seu nome para o sufrágio popular. 

Pedro Taques destaca ainda que seu jurídico já está tratando do assunto e que, desde 01/01/2019, vem solicitando sistematicamente para ser ouvido por toda e qualquer autoridade legal, para todo ou qualquer fato, por entender que não pode limitar o exercício de defesa de sua reputação, apenas por meio de notas a veículos de comunicação.

Onde prevalece a verdadeira Justiça, ou seja, frente às autoridades legais. É o que sempre confia.

Lembra, por fim, que suas contas de campanha de 2014 foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

 

 

 

 

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Lei de desvinculação do Corpo de Bombeiros da PM em Mato Grosso completa 26 anos

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Lei Complementar de Romoaldo Júnior, garantiu autonomia administrativa e financeira ao órgão, hoje é subordinado ao Governador do Estado e vinculado a Sejusp

No dia 28 de outubro de 1994, há exatos 26 anos, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, desvinculava-se da Polícia Militar, por meio de Lei Complementar nº 32, de 10 de outubro de 1994 (D.O. 10.10.94), de autoria do deputado estadual Romoaldo Júnior (MDB). A separação garantiu autonomia administrativa e financeira ao órgão que hoje é subordinado hierarquicamente ao Governador do Estado e vinculado à Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Em visita ao gabinete do parlamentar, o tenente-coronel, Dércio Santos da Silva, coordenador geral do Comitê Temporário Integrado Multiagências de Coordenação Operacional de Mato Grosso (Ciman) e diretor adjunto operacional do Corpo de Bombeiros – disse que a lei garantiu amparo e legitimidade à corporação, permitindo até mesmo, concurso exclusivo na área.

Aprovado na primeira turma de bombeiros de Mato Grosso, chamada de ‘Turma Pioneira’ do CBMMT, o tenente-coronel disse que o concurso foi uma grande oportunidade que se abriu para vários tenentes temporários do Exército Brasileiro, inclusive para ele.

“O deputado Romoaldo é um político visionário, graças à propositura dele, foi realizado o concurso que ocorreu dois meses após a promulgação da lei“, reconheceu Dércio que está à frente da batalha contra os incêndios florestais em Mato Grosso e, em destaque, na Operação Transpantaneira II de combate ao fogo em todo o Pantanal mato-grossense, considerado um dos maiores da história.

 

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Com investimento de R$ 9,5 bilhões, Mais MT vai gerar 52 mil novos empregos em todo o Estado, diz Mauro Mendes

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Levantamento foi feito pela Secretaria de Estado de Fazenda, com base em metodologia do BNDES [Foto – Marcos Vergueiro]

Programa Mais MT, que prevê recursos de R$ 9,5 bilhões em investimentos nesta gestão (2019-2022), vai gerar mais de 52,4 mil empregos em Mato Grosso.

A afirmação é do governador Mauro Mendes, que lançou o pacote de obras e ações nesta semana. O Mais MT é dividido em 12 grandes eixos estruturantes: Segurança; Saúde; Educação; Social e Habitação; Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda; Infraestrutura; Turismo; Cultura, Esporte e Lazer; Simplifica MT; Eficiência Pública; Meio Ambiente; Agricultura Familiar e Regularização Fundiária.

“O Programa Mais MT vai gerar 52 mil novos empregos em todo o estado de Mato Grosso. Esses dados foram levantados pela Secretaria de Estado da Fazenda, que usou a metodologia do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], que é a metodologia utilizada para calcular o impacto dos investimentos na geração de empregos. São empregos, diretos, indiretos e gerados pelo efeito-renda”, destacou o governador.

Conforme o levantamento, o setor da construção será o maior beneficiado, com a previsão da criação de 40.400 novos postos de trabalho. Em seguida está o ramo de comércio (atacado e varejo), com 4.642.

Também estão previstos milhares de novos empregos relacionados a serviços de arquitetura, engenharia, testes/análises técnicas, pesquisa e desenvolvimento (2.998); na fabricação de máquinas, equipamentos, móveis e produtos de indústrias diversas (2.232); e no desenvolvimento de sistemas e outros serviços de informação (2.132).

“É um número gigantesco de empregos que estão sendo gerados nas obras públicas, na construção de hospitais, rodovias, nos investimentos na área do Turismo e em todos os investimentos que nós faremos. Teremos uma capacidade gigante de gerar empregos”, pontuou o governador.

Mauro Mendes registrou que a maior parte desses investimentos já está com dinheiro garantido em caixa, uma vez que a atual gestão conseguiu consertar o Governo após uma série de ajustes, como a reforma administrativa, corte de gastos, renegociação de dívidas, combate à sonegação, novo Fethab, LRF Estadual e a revisão dos incentivos fiscais.

“O Governo do Estado passou os últimos dez anos no prejuízo, no vermelho, ou seja, gastando mais do que arrecadava. Desde 2009 Mato Grosso gasta mais do que arrecada. Mas em 2019 foi o primeiro ano, depois de dez anos, que Mato Grosso fechou no azul, ou seja, sobrou dinheiro. E é esse dinheiro que sobrou que vamos usar para fazer escola, fazer rodovia, fazer hospitais… Para o cidadão, é isso que importa”, completou.

 

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