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Polícia Federal

PF investiga grupo que utilizava documentos de pessoas fictícias para dissimular a movimentação de recursos, tomar empréstimos e celebrar negócio

Publicado

Juiz de Fora/MG – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 17/5, a Operação Variante de combate à organização criminosa que utiliza documentos de pessoas fictícias para dissimular a movimentação de recursos, tomar empréstimos e celebrar negócios. 

Foram expedidos seis mandados de busca e apreensão pelo juízo da 4ª Vara Federal de Juiz de Fora, que estão sendo cumpridos nesta mesma cidade.

As investigações revelaram que os criminosos utilizavam cartões e recursos de contas de pessoas que não existiam para pagar despesas rotineiras (compras em restaurantes, mercados, pet shops) e até mesmo para financiar um imóvel perante a Caixa Econômica Federal.

Também foram encontrados registros de aquisição de veículos em nome de algumas dessas pessoas fictícias.

As investigações contaram com a colaboração da Caixa Econômica Federal.

Os investigados poderão responder pelo crime de estelionato qualificado, previsto no art.171 §3ª do Código Penal e, se condenados, cumprir mais de 6 anos de reclusão e multa.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

Fone: (31) 3330-5270.
E-mail: [email protected]

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Polícia Federal

PF investiga fraude em cota parlamentar

Publicado

Macapá/AP. A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (5/7), a Operação Fegatello*, com o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em Macapá, em investigação que apura os crimes de peculato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro, em razão de esquema de fraude na emissão de notas fiscais para obtenção de valores a título de cota parlamentar, no âmbito do gabinete de parlamentar estadual.

A investigação

Os policiais deram cumprimento aos mandados de busca e apreensão em residências e empresas a capital amapaense, além do gabinete de um deputado da ALAP. Assim como as Operações Gambetto e Petrov, a ação de desta manhã é decorrente da Operação En Passant, deflagrada em novembro de 2021, que apurou um esquema de desvio de dinheiro de cota parlamentar, que deveria custear despesas do exercício do mandato de deputado estadual.

A PF identificou que investigados da operação de hoje cooptavam empresas, algumas de propriedade de parentes, para emissão de notas fiscais por serviços não prestados, ou prestados com valor menor, com o objetivo de se apropriar ou desviar valores da verba parlamentar recebidos a título de ressarcimento em favor de deputado.

Os intermediários de parlamentar estadual, quando encontravam dificuldade em algumas empresas para emissão das notas, conseguiam outras, de ramos diversos. Eram responsáveis, inclusive, pela descrição do que deveria constar das notas.

Em outros casos, foram utilizadas empresas de fechada para justificar as notas fiscais. A PF verificou ainda indícios de que os operadores do esquema, em outras oportunidades, ajustavam um percentual de 10% a 13%, em sobrepreço, ao valor real do serviço prestado, indicado na nota, para posteriormente serem repartidos entre eles.

Os investigados poderão responder pelos crimes de peculato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 33 anos de reclusão.

*Fegatello: é uma defesa no xadrez, em referência que a presente investigação é um desdobramento da operação En Passant, que também é um movimento do jogo de tabuleiro.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

DPF João Paulo BASTOS: (96) 99113-8925

Instagram Temporariamente Suspenso: @policiafederalamapa

Fonte: Polícia Federal

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Polícia Federal

PF deflagra operação de combate ao contrabando de cigarros e lavagem dinheiro

Publicado

Londrina/PR. A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (05/07) a Operação Parasitas, com a finalidade de combater um grupo criminoso que atua no contrabando de cigarros e lavagem de dinheiro no norte do Paraná.

O objetivo da ação foi dar cumprimento a vinte mandados de busca e apreensão, sendo dezessete na região de Londrina/PR, um em Maringá/PR, um em Guaíra/PR e um em Agudos/SP, bem como a três mandados de prisão expedidos contra os líderes do grupo.

Durante as buscas, foram apreendidos documentos e outros materiais relacionados com a prática criminosa, bem como veículos adquiridos com o dinheiro proveniente do crime. Além disso, houve o bloqueio judicial de bens móveis e imóveis e de recursos financeiros mantidos nas contas dos investigados até o limite de 15 milhões de reais.

O modus operandi do grupo criminoso consistia na utilização de dados de pessoas físicas (“laranjas”) e jurídicas (“empresas de fachada”) para a movimentação financeira e registro de bens adquiridos com o produto da importação clandestina de cigarros de origem estrangeira.

Durante as investigações, apurou-se que integrantes do grupo foram presos diversas vezes transportando cigarros paraguaios. O contrabando de cigarros, além de causar danos ao Erário, também é gerador de uma série de consequências nocivas à sociedade, com reflexos diretos e graves na saúde pública. Por essa razão, a operação policial foi denominada “Parasitas”.

Somadas, as penas previstas para os delitos de contrabando, associação criminosa e lavagem de dinheiro podem chegar a dezoito anos de reclusão.

Será concedida entrevista coletiva na Delegacia de Polícia Federal em Londrina/PR, às 10h.

Comunicação Social da Polícia Federal em Londrina/PR

Contato: (43) 3294-7205 e [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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