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Polícia Federal

PF investiga desvios de valores em contrato com empresas do ramo de energia em Minas Gerais

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São Paulo/SP – A Polícia Federal deflagrou hoje (11/4), em São Paulo, a Operação “E o vento levou”, quarta fase da Operação Descarte, trabalho conjunto da PF, da Receita Federal e do Ministério Público Federal. Esta fase tem como objetivo apurar desvios de valores de contrato firmado entre empresas do ramo de energia, com posterior repasse de parte do recurso, por meio de superfaturamento de um contrato, para empresas privadas.

Policiais federais deram cumprimento a 26 mandados de busca e apreensão, em endereços das pessoas e empresas envolvidas com os fatos investigados, nas cidades de São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte/MG, Taubaté/SP, Nova Lima/MG e Mogi das Cruzes/SP. As medidas judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo.

No decorrer das investigações, foi apurado desvio de dinheiro de empresa mineira do ramo de energia, por meio do aporte de R$ 850 milhões de reais em outra empresa de mesma área de atuação. Esse recurso foi posteriormente repassado, por meio do superfaturamento de um contrato, para uma empresa privada e, em seguida, foi promovido a transferência de valores a várias outras empresas. De acordo com as investigações, parte do dinheiro repassado foi convertido em espécie e distribuído a diversas pessoas.

Nesta fase da operação, apura-se também a participação de executivos e acionistas de empreiteira e de empresas públicas envolvidas no esquema da fraude, além dos operadores financeiros e outras empresas usadas para escoar o dinheiro desviado.

Aos investigados poderão ser imputados, na medida de suas participações nos fatos, os crimes de Associação Criminosa (art. 288 do Penal), Peculato (art. 312 do Código Penal), Evasão de Divisas (art. 22 da Lei 7.492/86) e Lavagem de Dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), e Falsidade Ideológica (art. 299 do Código Penal) cujas penas, somadas, poderão resultar em 9 a 38 anos de prisão.

Haverá uma coletiva à imprensa, na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, às 11h.

 

 

** O nome da fase da operação remete à área de atuação da empresa e ao esquema de lavagem de dinheiro para escoamento dos valores desviados do seu caixa.

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Polícia Federal

PF investiga supostos crimes contra a Administração Pública no Acre

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Cruzeiro do Sul/AC – Nesta quarta-feira (2/12), a Polícia Federal, no bojo da Operação Choro de Hipócrates, identificou que, na região de Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves, Mâncio Lima, dentre outras cidades do estado do Acre, Amazonas, Rondônia, Minas Gerais e Bahia, inúmeros agentes públicos da área da saúde estariam supostamente acumulando, de forma indevida, trabalhos com aparente incompatibilidade de horários, recebendo valores públicos sem realizar a devida contraprestação, gerando com isso prejuízos para os diversos entes da federação, em específico para a União, ante os indícios de fraude no programa federal Mais Médicos do Brasil e no Sistema Único de Saúde. 

Também foi possível identificar que o controle estatal de frequência e permanência dos médicos nos diversos estabelecimentos da rede pública de saúde é inócuo, não havendo sequer um sistema eletrônico de entrada e saída. 

Essa leniência da Administração Pública proporcionou e continua proporcionando um ambiente engenhoso e profícuo à prática de crimes. 

Diante desse estado inconstitucional que se encontra o atual sistema público de saúde da região, a Polícia Federal representou, perante o Juízo Federal competente, pelo sequestro de veículos, casas e demais bens adquiridos com dinheiro público obtido através de condutas supostamente criminosas (possíveis estelionatos contra a Administração Pública), bem como pelo bloqueio de ativos financeiros, buscas, apreensões e por medidas cautelares diversas da prisão. 

O Juízo Federal da Subseção Judiciária de Cruzeiro do Sul no Acre, em atenção à representação da Polícia Federal, expediu 14 mandados de sequestro de bens, 1 mandado de busca e apreensão e 1 mandado que impôs 3 medidas cautelares diversas da prisão em desfavor de um investigado. 
Ademais, bloquearam-se ativos financeiros que, quando somados, perfazem mais de R$ 3 milhões. 
Destaca-se que, em razão da atuação da Polícia Federal, o Diretor Técnico do Hospital Regional do Juruá foi afastado de suas funções, bem como de qualquer outra função congênere dentro do respectivo estabelecimento médico-hospitalar. 

Sobre o nome da operação, Hipócrates é considerado por muitos uma das figuras mais importantes da história da medicina, frequentemente considerado o pai da medicina. Hipócrates escreveu um juramento, comumente denominado de O Juramento de Hipócrates. Atualmente, este juramente é reproduzido pelos médicos contemporâneos por ocasião de sua formatura, no qual juram praticar a medicina honestamente.
 

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

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Polícia Federal

Polícia Federal e Polícia Suíça prendem criminosos que extorquiam funcionário da ONU

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Ribeirão Preto/SP – A Polícia Federal e a Polícia Federal Suíça deflagraram nesta quarta-feira (2/12) a Operação Geneve, para prender dois brasileiros e um homem com dupla nacionalidade, brasileira e suíça, os quais extorquiam funcionário da ONU, residente em Genebra, na Suíça.

As investigações se iniciaram quando o funcionário da ONU noticiou às autoridades suíças que estava sendo vítima de extorsão e ameaças de morte, que se estendiam a seus familiares, residentes na Suíça e no Brasil.

As autoridades suíças, por meio de pedido de cooperação internacional, solicitaram o auxílio do Ministério Público Federal em Ribeirão Preto/SP que, dentre outras providências, requisitou a instauração de inquérito policial para a apuração dos fatos.

Durante as investigações, conduzidas pela PF, foi possível apurar que o valor extorquido inicialmente era de 450 mil francos suíços, o equivalente a mais de R$ 2,8 milhões. Ainda, apurou-se que um irmão da vítima teria sofrido uma tentativa de atendado a bomba no Brasil.

A 6ª Vara da Justiça Federal em Ribeirão Preto e as autoridades suíças expediram mandados de prisão e de busca e apreensão e, deste modo, simultaneamente, os investigados foram presos na Suíça e no Brasil.

Os investigados poderão responder, no Brasil, pelos crimes de extorsão (art. 158 do CP) e associação criminosa (art. 288 do CP), cujas penas, somadas, ultrapassam 15 anos de reclusão.          

Outras informações poderão ser obtidas na Delegacia de Polícia Federal em Ribeirão Preto, às 15h.

 

 

Comunicação Social da Delegacia da PF em Ribeirão Preto

Fone: (16) 3238-5215

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