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PF faz operação contra grupo que pede intervenção e prisão de ministros do STF

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Agência Brasil

PF faz operação contra grupo que pede intervenção militar e prisão de ministros do STF

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (27), uma operação para investigar um grupo que fazia propaganda em redes sociais para pedir a intervenção militar e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal  (STF).

Um dos alvos do operação é  Renan Silva Sena,  ex-funcionário do Ministério dos Direitos Humanos, que foi demitido após divulgar vídeo com ofensas a autoridades do Supremo. A operação Estabilidade cumpre três mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), Uberlândia (MG) e Taboão da Serra (SP).

Segundo a PF, a força-tarefa teve início após a publicação de um vídeo realizado na frente do prédio do STF, por dois dos investigados. “Com o aprofundamento das análises, foi possível constatar a participação deles em diversos atos do tipo, inclusive com a arrecadação de fundos para financiar o movimento”, disse a PF.

Os envolvidos são investigados por crimes que envolvemquestão de Segurança Nacional, por fazerem propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social. As penas para esse tipo de crime variam de 1 a 4 anos de detenção ou reclusão.

Já conhecido das autoridades

Renan Sena é apoiador do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em junho deste ano, ele foi detido pela Polícia Civil por crimes de calúnia e injúria, após divulgar vídeo com ofensas contra autoridades e o governador do DF,  Ibaneis Rocha  (MDB). Mas, foi liberado após assinar um termo de comparecimento em juízo.

Além disso, Sena também é suspeito de “narrar o vídeo” em que manifestantes lançam fogos de artifício contra o Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 13 de junho.

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Vizinhos matam jovem a pedradas e pauladas depois de discussão de condomínio

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PM São Paulo

Uma discussão de condomínio, em Sorocaba, acabou com um jovem assassinado. A vítima, de 29 anos, foi junto com o pai até o apartamento dos  vizinhos para conversar sobre agressões que o filho do casal, de 11 anos, destinava ao irmão, de 5.

A briga de vizinhos teria começado um dia antes do crime. Leonardo Proença de Almeida propôs uma conversa para cessar as agressões que o seu irmão vinha sofrendo. No dia seguinte, Leonardo e o pai retornaram ao apartamento do casal para se quiexar novamente do comportamento do filho, mas foram recebidos com agressividade .

Você viu?

De acordo com o boletim de ocorrência, o agressor teria empurrado o pai de Leonardo escada abaixo, enquanto o jovem foi segurado para ser agredido com uma pedra pelo homem e com um taco de madeira pela mulher. Ainda consciente, mas muito machucado, Leonardo chegou até a portaria para pedir ajuda. 

O jovem foi levado ao Conjuno Hospitalar de Sorocaba, onde ficou internado até a última segunda-feira (25), quando veio a óbito. O quadro se agravou por conta das lesões no tórax e no cerébro. O agressor foi preso em flagrante e vai responder por lesão corporal e homicídio qualificado.

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MG: pai é preso por vender conteúdo impróprio de filha de seis anos

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Pai é preso suspeito de vender conteúdo impróprio da filha de seis anos
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Pai é preso suspeito de vender conteúdo impróprio da filha de seis anos

Em uma ação conjunta da Polícia Civil de Minas Gerais em apoio à Polícia Civil de Goiás, um homem, de 39 anos, foi preso por suspeita de pornografia infantil . Ele estaria disponibilizando conteúdo impróprios de sua filha de seis anos. As informações foram apuradas pela BHAZ. 

Segundo a Sabrina Leves de Lima, delegada titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia de Goiás, as investigações tiveram início a partir de uma denúncia feita por uma testemunha de que o homem estaria divulgando imagens de uma criança nua em um aplicativo. 

Ainda de acordo com as busca, ele estaria vendendo conteúdo da criança. Quem mostrasse interesse, pagava uma quantia em criptomoedas, que depois poderiam ser convertidas para real e após o pagamento, vídeos eram enviados para os consumidores de conteúdo impróprio

Após apuração da polícia de Goiás, as autoridades de Minas Gerais atuaram na parte jurídica do caso e na prisão do acusado. “Questionado sobre os fatos, o pai da criança confessou a autoria dos vídeos. Ao final do inquérito, ele poderá ser indiciado pelos crimes de estupro de vulnerável e satisfação de lascívia mediante presença de criança”, disse Douglas Barcelos, delegado da Delegacia Regional em Pará de Minas. 

Foi constatado que o homem morava com a criança em uma cidade no interior de Minas Gerais e os dois aparentam ter um relacionamento próximo. Um telefone e um caderno da vítima foram apreendidos. As apurações tiveram participação da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de Goiás, em colaboração com a Polícia mineira em Pará de Minas e Pitangui. 

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