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Polícia Federal

PF e CGU combatem irregularidades na prestação de serviço à unidade de pronto atendimento

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Porto Alegre/RS – A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagram nesta quarta-feira (9/10) a Operação Autoclave, que apura supostas irregularidades na prestação de serviço por uma organização social (OS) em contrato firmado para atuação em uma Unidade de Pronto Atendimento no município de São Leopoldo.

Cerca de 50 policiais federais e cinco servidores da CGU cumprem 11 mandados de busca e apreensão nas cidades de Porto Alegre (4), São Leopoldo (5) e Venâncio Aires (2).

Conforme a investigação, iniciada em julho de 2018, a organização social não estaria fornecendo todos os serviços estabelecidos em contrato e não cumpria a obrigação de prestar contas de forma adequada. Desde que a OS foi contratada, em março de 2017, o valor total recebido foi de aproximadamente R$ 21 milhões. Durante a execução, várias falhas na prestação do serviço foram apontadas ao gestor do contrato pela Comissão de Fiscalização e pelo Tribunal de Contas do Estado e, mesmo assim, houve renovação em novembro de 2018.

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As informações coletadas no inquérito policial indicam a possibilidade de que a organização social investigada mantenha contatos espúrios com representantes municipais, que podem indicar favorecimento em certames ou prejuízos à competitividade de licitações em outras cidades do Rio Grande do Sul e de outros estados.

A Operação Autoclave apura crimes da Lei de Licitações, peculato e associação criminosa.

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal combate produção e venda de moeda falsa em Mato Grosso

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Cuiabá/MT – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (22/10), a OPERAÇÃO REAL FAKE visando combater a oferta e a comercialização de moeda falsa feita através de redes sociais, aplicativo de mensagens instantâneas e chamadas de voz para smartphones. As cédulas falsas são oferecidas pelos investigados como sendo de ótima qualidade e são encaminhadas aos compradores pelos Correios.

Policiais federais cumpriram sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 7ª Vara Federal em Cuiabá/MT, para coletar provas nos endereços de pessoas que compraram as cédulas falsas, bem como na residência de um dos suspeitos de revendê-las.

A investigação ocorre desde o início do ano e conta com o apoio de especialistas na análise dos conteúdos de objetos postais por meio das imagens do raio-x dos Correios de Mato Grosso.

Em junho, um homem foi preso em flagrante em São Paulo quando estava prestes a enviar pelos Correios diversos objetos postais contendo cédulas falsas. Foi constatado que o preso tinha diversos antecedentes criminais, entre eles o envolvimento em explosão de caixas eletrônicos e formação de quadrilha.

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A próxima etapa da operação será a análise dos materiais apreendidos visando a identificação, não apenas de outros compradores e fornecedores, como também dos falsificadores das cédulas monetárias.

 

Comunicação SocialFone: (65) 99284-8987
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Polícia Federal desarticula grupo criminoso que fraudava INSS

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Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje 22/10, a Operação Policial “ACINTE” para combater esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários. Trata-se de mais uma ação da Força Tarefa Previdenciária em Minas Gerais, liderada pela PF, e também integrada pela Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT).

Trinta e oito policiais federais cumpriram dois mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão nas cidades mineiras de Betim, Contagem e Juatuba. A ação contou com a participação de dois integrantes da CGINT. Todas as medidas cautelares foram expedidas pela 35ª Vara Criminal da Justiça Federal em Belo Horizonte.

A partir do confronto de dados, inicialmente fornecidos pela CGINT e pelo Tribunal de Contas da União, as investigações realizadas pela Polícia Federal revelaram um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários de prestação continuada (LOAS). A fraude consistia na criação de “beneficiários” a partir da confecção de cédulas de identidade, certidões de nascimento e comprovantes de endereço falsos. Somente com os processos previdenciários já identificados, o INSS sofreu um desfalque de cerca de 3,2 milhões, consoante pagamentos já realizados; montante que poderia chegar a mais de 13,5 milhões, prejuízo evitado com a deflagração da operação de hoje.

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Todos os investigados responderão pelos crimes de formação de quadrilha e de estelionato qualificado, podendo ser condenados a até seis anos e meio de prisão por cada fraude comprovada contra o INSS; além de até três anos pelo crime de associação criminosa.

O nome da operação faz alusão à postura de dois investigados em relação à Justiça. Um deles foi indiciado em cerca de 100 inquéritos policiais que tramitaram na PF, com condenação em pelo menos três ações penais relacionadas à prática de estelionato em detrimento do INSS. O outro possui vários registros policiais, tendo sido preso em flagrante em Ubá/MG em maio de 2017, nas dependências da Receita Federal, tentando obter registros, na base CPF, com diversos documentos de identidade falsos. A ação penal a que o segundo envolvido responde encontra-se em fase de prolação de sentença. Nada obstante, ambos permanecem fraudando o INSS e, mensalmente, gastam grande parte de seu tempo comparecendo às agências bancárias para sacar os valores relacionados aos benefícios fraudados.

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Comunicação Social – PF/MG[email protected] | www.pf.gov.br(31) 3330-5270

Fonte: Polícia Federal
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