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Polícia Federal

PF desarticula associação criminosa responsável por assalto a bancos no interior de Sergipe

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Aracaju/SE – A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Civil do Estado, deflagrou nesta terça-feira (8/6) a Operação Machine Buster, com o objetivo de desarticular associação criminosa armada responsável por assaltos a bancos.

Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Carira/SE, Salvador/BA e Jacobina/BA. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 6ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Itabaiana/SE.

A investigação teve início após tentativa de subtração de numerário por associação criminosa fortemente armada e munida de explosivos, ocorrida na madrugada do dia 7/9/2020, nas agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, situadas no município de Carira/SE.

As duas agências bancárias foram bastante danificadas em razão da grande quantidade de explosivos empregados na ação criminosa. Além disso, foram efetuados vários disparos de arma de fogo em direção aos prédios da PM/SE e da PC/SE, com a intenção de repelir a reação das forças de segurança.

Logo que tomou conhecimento dos fatos, a Polícia Federal se deslocou até o município de Carira/SE para a realização de exames periciais e coleta de informações. Na ocasião, os policiais federais tiveram que utilizar vestimenta especial para o desarme de explosivos que não haviam sido detonados.

As diligências realizadas e a troca de informações entre as forças políciais Federal, Civil e Militar permitiram a identificação dos possíveis membros da associação criminosa, o conhecimento da sua forma de atuação e, após a operação de hoje, o seu desmantelamento.

A competência da Polícia Federal se restringe à apuração de crimes contra a Caixa Econômica Federal, por se tratar de empresa pública federal.

Os envolvidos podem responder pela prática de crimes de dano, tentativa de furto qualificado e associação criminosa, tipificados, respectivamente, nos arts. 163, 155, § 4º-A, c/c arts. 14, II e 288, do Código Penal Brasileiro.

O nome da operação, Machine buster, faz alusão aos caixas eletrônicos incendiados e destruídos na empreitada criminosa sob investigação.

Integração entre as forças policiais:

A operação ora deflagrada é resultado de trabalho conjunto entre as polícias Federal, Civil e Militar.

O Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) da Polícia Civil do Estado de Sergipe participou de toda a investigação. 

A Polícia Militar do Estado de Sergipe, por meio do 3º Batalhão em Itabaiana e da Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (CIOPAC), prestou auxílio à Polícia Federal com informações de inteligência.

A deflagração da operação conta com apoio tático da Coordenação de Operações Especiais (COE), da Polícia Civil da Bahia.

Comunicação Social da Polícia Federal em Sergipe

Fone: (79) 3234-8511/8580
E-mail: [email protected]

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Polícia Federal

Polícia Federal deflagra a Operação Sarmento em São José do Rio Preto/SP

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São José do Rio Preto/SP – A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (26/7) a Operação SARMENTO, que visa reprimir a prática do crime de descaminho de vinhos estrangeiros importados ilegalmente.

A investigação, que teve início em maio deste ano e contou com o apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal), resultou na apreensão de 660 garrafas de vinho descaminhados, quantidade estimada em aproximadamente R$100 mil reais, em valor de mercado dos produtos.

Ontem à noite, o investigado foi preso em flagrante pela PRF transportando grande quantidade de garrafas de vinho de origem estrangeira importadas ilegalmente, e, concomitantemente, a PF deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva contra ele.

Hoje de manhã policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão em sua residência e foram apreendidas diversas caixas de vinho sem a documentação que comprove sua regularidade fiscal. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de São José do Rio Preto/SP.

O investigado já teve mercadorias apreendidas várias vezes e foi preso em flagrante em duas ocasiões. Na penúltima ocorrência, foi solto mediante o pagamento de fiança, mas, logo após ser liberado, voltou a vender os vinhos importados ilegalmente por meio de redes sociais e aplicativos de conversas.

Ficou caracterizado, portanto, que o indivíduo preso é recorrente no delito de descaminho e tem, na prática desse crime, seu principal meio de sustento, revelando a habitualidade criminosa, o que justificou sua prisão preventiva.

A pena prevista para o descaminho é de 1 a 4 anos de reclusão, mas neste caso existe a comprovação da habitualidade delitiva, o que aumenta esta pena de um sexto a dois terços por se tratar de crime continuado.

A Operação foi denominada de Sarmento, que se trata do Ramo da Videira e necessita ser podado para dar bons frutos.

Comunicação Social PF São José do Rio Preto/SP.

(17) 3122-6070

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Polícia Federal

PF participa da Operação LIBERTERRA para enfrentamento da migração ilegal e do tráfico de pessoas

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Brasília/DF – A Polícia Federal integrou, no período de 5 a 9 de julho, a Operação LIBERTERRA, da qual também participaram mais de 40 países, em todos os continentes. Os trabalhos envolveram atividades de prevenção, de repressão e de apoio a vítimas dos crimes de tráfico de pessoas, promoção de migração ilegal (contrabando de migrantes) e crimes correlatos – falsificação de documentos, inclusive de viagem, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional.

A operação se desenvolveu em dois níveis estratégicos: o primeiro era relacionado ao desencadeamento de vários trabalhos de polícia judiciária locais; e o segundo, mediante o reforço do controle do tráfego migratório em aeroportos e postos terrestres de fronteira.

No nível 1, no Brasil, a PF desencadeou as Operações Casa de Família (São Paulo/SP), Split (Governador Valadares/MG), Firanghi (Rio Branco/AC), Resgate (Maceió/AL) e Advenus 2 e PAC (Epitaciolândia/AC). Nelas foram cumpridos diversos mandados judiciais e apreendidos materiais relacionados aos delitos investigados. Nessas ações, foi promovido o resgate de 10 vítimas, entre brasileiros e estrangeiros.

Já, no nível 2, houve a intensificação do controle migratório de mais de 11 mil passageiros de voos internacionais e transeuntes em postos de fronteira considerados estratégicos no contexto da criminalidade objeto da Operação LIBERTERRA. Os locais nos quais foram desenvolvidos esses trabalhos são os Aeroportos Internacionais de Cumbica (Guarulhos/SP) e Galeão (Rio de Janeiro/RJ), bem como as Pontes da Amizade e Tancredo Neves (Foz do Iguaçu/PR), Ponte da Integração (Assis Brasil/AC), Ponte Wilson Pinheiro (Epitaciolândia/AC), Marco BV-8 (Pacaraima/RR) e Ponte Prefeito Olavo Brasil Filho (Bonfim/RR).

Em decorrência da intensa atividade de controle feita pelos policiais federais, mediante abordagem, checagem de documentação, entrevistas e outras técnicas especiais de investigação, ocorreu a detenção de um indivíduo que tentou cruzar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu/PR, fronteira entre Brasil e Paraguai. Ele tinha em seu desfavor, mandado de prisão em aberto. Foragido da Justiça e internacionalmente procurado, seu nome constava em lista de difusão vermelha da INTERPOL. Também foi efetuada a prisão em flagrante de um casal, no Aeroporto de Rio Branco/AC, por delito que originalmente não constituía escopo dos trabalhos.

Além da Operação LIBERTERRA, a Polícia Federal vem participando ativamente de todas as operações internacionais coordenadas pela INTERPOL, chegando a abrigar o Centro de Coordenação Mundial das ações correspondentes aos referidos trabalhos. Por consequência, tem promovido, de maneira eficaz, o enfrentamento, dentre outros, aos crimes de tráfico de pessoas e promoção de migração ilegal – previstos nos arts. 149-A e 232-A do Código Penal, com penas de 4 a 8 anos e de 2 a 5 anos de reclusão, respectivamente. Tudo isso, dentro de uma concepção de sinergia entre agências policiais do mundo inteiro e concentração de esforços.

Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (61) 2024-8142

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