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Polícia Federal

PF deflagra operação Grande Família para combater fraudes previdenciárias

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Teresina/PI – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta- feira (15/05) a Operação GRANDE FAMÍLIA, visando desarticular quadrilha especializada no recebimento de benefícios previdenciários de segurados falecidos.

Cerca de 125 policiais federais dos Estados do Piauí, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco deram cumprimento a 31 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela 3ª Vara da Seção Judiciária Federal em Teresina. Os mandados estão sendo cumpridos nos estados do Piauí e Maranhão.

As investigações tiveram início em 2018, a partir de Relatórios produzidos pela Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia – órgão integrante da Força tarefa Previdenciária – que apontaram irregularidades em transferências de benefícios previdenciários do Maranhão para o Piauí.

A quadrilha, formada por estelionatários e servidores públicos, falsificava documentos em nome dos beneficiários falecidos, abria contas bancárias e, posteriormente, servidores do INSS integrantes da quadrilha transferiam os benefícios do Estado do Maranhão para Teresina.

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Cerca de 640 benefícios previdenciários fraudados foram identificados no curso da investigação. A Justiça Federal determinou a imediata suspensão destes benefícios, medida que evitará um prejuízo futuro estimado em R$ 80 milhões. Também determinou a apreensão de veículos, o bloqueio das contas bancárias dos presos e a suspensão do exercício da função pública para os servidores do INSS.

Os investigados deverão responder pelos crimes de associação criminosa (artigo 288 do CPB), estelionato qualificado (artigo 171, § 3º, do CPB), falsidade ideológica (artigo 299 do CPB), uso de documento falso (artigo 304 do CPB), corrupção passiva (artigo 317, §1º, do CPB) e corrupção ativa (artigo 333, p. u., do CPB).

 

Será concedida entrevista coletiva hoje, às 10hs, no auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal em Teresina.

 

 

*** O nome da Operação decorre do fato de 07 presos pertencerem a uma única família. 

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Operação Efígie investiga fraudes contra o INSS no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17/7) a Operação Efígie, com o objetivo de desmantelar organização criminosa, com atuação no Espírito Santo e na Bahia, que pratica fraudes em face do INSS.

Cerca de 14 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Vitória/ES, na cidade de Vila Velha/ES. A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

A investigação apontou que o grupo criminoso utilizava documentos falsos para criação de pessoas fictícias e posterior saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso. Os cálculos indicam que o grupo criminoso teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões ao INSS.

Os crimes investigados são o uso de documento falso, falsidade ideológica, falsificação de documento público, estelionato qualificado e organização criminosa, podendo chegar a 14 anos de reclusão.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação 5×7 deflagrada pela PF/ES em junho de 2019.

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Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

PF deflagra terceira fase da Operação Ex tunc no Amapá

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (16/7) a terceira fase da Operação Ex tunc, para desarticular organização criminosa que praticava fraudes ao benefício de auxílio-reclusão, no estado do Amapá.

A ação, que resulta de trabalho em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e com a Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP), é um desdobramento da segunda fase da Operação Ex tunc, deflagrada em maio deste ano.

Estão sendo cumpridos seis mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal no Amapá, sendo três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão em Macapá/AP e Santana/AP, além de medidas de sequestro e indisponibilidade de valores e de bens móveis e imóveis.

Nesta fase, com o avanço das investigações, logrou-se êxito em identificar as participações de três prováveis integrantes da organização criminosa, entre eles um ex-Secretário Parlamentar do Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Santana.

Os investigados poderão responder, na medida das suas responsabilidades, pelos crimes de estelionato majorado contra o INSS, falsificação e uso de documentos falsos, organização criminosa, dentre outros que poderão ser identificados no decorrer das investigações. Se condenados, poderão cumprir pena de até 21 anos de reclusão.

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Fonte: Polícia Federal
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