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Polícia Federal

PF deflagra operação de combate ao crime de moeda falsa em Santa Catarina

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Joinville/SC – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (22/10) a operação “Mascada 2”, com o objetivo de combater a introdução de cédulas falsas em circulação.  A investigação foi iniciada com a identificação de diversas encomendas postadas em uma agência dos Correios em Araquari/SC contendo cédulas falsas para todas as regiões do Brasil, mediante utilização de nomes e endereços fictícios do remetente. 

O responsável pelas postagens foi identificado e, hoje, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, em endereços do investigado na cidade de Araquari/SC. Durante as buscas foram encontradas grande quantidade de cédulas falsas, impressora e guilhotina utilizados na fabricação das cédulas contrafeitas, o que motivou a prisão em flagrante do suspeito. 

Durante as investigações, 16 remessas contendo cédulas falsas foram interceptadas, evitando que fossem introduzidas em circulação. A quantidade de cédulas falsas de reais e seu correspondente valor de face ainda segue em apuração e será informado assim que encerrada a formalização da apreensão.

O investigado responderá pelo crime de moeda falsa, tipificado no artigo 289 do código penal, com pena de reclusão de três a doze anos. Responde pelo crime de moeda falsa quem fabrica, adquire, vende, troca, cede, empresta, guarda ou introduz na circulação moeda falsa, assim como aquele que, mesmo tendo recebido de boa-fé, como verdadeira, a restitui em circulação após conhecer a falsidade.

Será concedida entrevista coletiva de imprensa, na data de hoje, às 17h30, na sede da Delegacia de Polícia Federal à Rua José Elias Giuliari, nº 72 – Boa Vista, Joinville/SC.

Comunicação Social da Polícia Federal em Joinville/SC

[email protected] / www.pf.gov.br

(47)  3431-6880

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Polícia Federal

PF investiga fraude no emprego de verbas contra a Covid-19 no interior do Amapá

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Vitória do Jari/AP – A Polícia Federal deflagrou hoje (7/12) a Operação Matizar*. O objetivo é reprimir possível ocorrência dos crimes de fraude em licitação e peculato, em obra que serviria de base para enfrentamento da covid-19.

 Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: um na casa do secretário municipal de saúde de Serra do Navio/AP (ele reside em Pedra Branca do Amapari/AP); um na residência do responsável por executar a obra (residência em Vitória do Jari/AP); e um na sede de uma empresa em Vitória do Jari/AP. O certame previa reforma e adequação de um prédio para que ele fosse centro de referência no enfrentamento à pandemia.

As investigações tiveram início após denúncia que apresentou fortes indícios de direcionamento para a empresa que venceria a disputa. A modalidade de licitação escolhida foi o Convite, na qual o poder público busca empresas para realizar alguma obra ou serviço. Todavia, foram enviados apenas três convites, já se levantando suspeita sobre uma possível delimitação dos participantes. Mais adiante, a PF verificou que duas das três propostas apresentadas eram idênticas, num claro movimento para que uma terceira empresa saísse vencedora na disputa que envolveu cerca de R$ 100 mil.

Houve ainda constatação de que duas das três empresas têm entre seus responsáveis uma mesma pessoa, outra infração ao caráter competitivo das licitações. O trabalho policial constatou ainda que foi realizada apenas uma pintura no referido prédio, o que não justificaria o alto valor da obra.

As penas previstas para os crimes em investigação podem chegar a 20 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

Instagram: @policiafederalamapa

(96) 3213-7500

****Matizar quer dizer combinar, numa referência à maneira como foi conduzida a licitação sob suspeita.

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Polícia Federal

Polícia Federal desarticula grupo criminoso que atuava no tráfico de drogas em São Paulo

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Ribeirão Preto/SP – A Polícia Federal deflagrou hoje (7/12) a Operação Sertãozinho, em conjunto com o GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado de São Paulo, para investigar a atuação de uma associação criminosa voltada para o tráfico de drogas, em São Paulo.

Policiais federais cumpriram 4 mandados de prisão preventiva, com apoio da Polícia Militar, em desfavor de 4 investigados: um, na cidade de Ribeirão Preto/SP; dois, na cidade de Sertãozinho/SP; e um, na cidade de Alfenas/MG.

As investigações demonstraram que o grupo agia por meio de empresas de transporte de fachada para o recebimento, depósito e distribuição do entorpecente. A configuração dos negócios permitia, facilitava e ajudava a encobrir e manter na clandestinidade as ações criminosas do grupo. As empresas estavam localizadas em cidades próximas a Ribeirão Preto/SP, tanto no interior de São Paulo, quanto de Minas Gerais.

As ações do grupo consistiam em organizar a aquisição do entorpecente, seu transporte até as empresas ou de empresas para outras empresas de fachada do grupo, a depender da logística necessária, sua guarda e depósito. Enquanto isso, o líder do grupo decidia as ações a serem realizadas e negociava a venda da droga e seu pagamento com os interessados.

Além dos mandados de prisão preventiva cumpridos hoje, ao longo da investigação foram cumpridos outros dois mandados de prisões temporárias e três mandados de busca e apreensão. Dois deles foram cumpridos na residência dos envolvidos e um na empresa de Transporte da qual são sócios. Nesses locais, foram realizadas a apreensão de 330 kg de “maconha” e “haxixe”, documentos e demais provas dos crimes praticados, que, após, analisados permitiram novo pedido de prisões cumpridos hoje, haja vista terem sido identificados mais dois integrantes do grupo e indicativos da continuidade da pratica do crime.

Comunicação Social da Polícia Federal em Ribeirão Preto/SP

Contato: (16) 3238-5200
E-mail: [email protected]

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