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Polícia Federal

PF deflagra operação de combate à pornografia infantil no Espírito Santo

Publicado

Vila Velha/ES – A Polícia Federal cumpriu hoje (19/6) um mandado de busca e apreensão, na residência do investigado no município de Vitória/ES. A ação resultou na prisão em flagrante do investigado, pelo fato de terem sido encontrados arquivos contendo exploração sexual de crianças em equipamentos de mídia que estavam em sua posse.

 

A investigação é decorrente da Operação Salvaguarda II realizada no dia 30/10/2018. A deflagração de hoje contou com a participação de cinco policiais federais.

 

 ENTENDA O CASO

Em face de rastreamento da rede mundial de computadores promovido por Policiais Federais, e através de requisição dos dados cadastrais dos IPs (endereços de acesso ao site), foi detectado usuário compartilhando arquivos com conteúdo dessa natureza.

 

DA OPERAÇÃO SALVAGUARDA II

A Operação SALVAGUARDA teve por objetivo o combate à difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças através da internet e foi deflagrada no dia 30/10/18. Nela, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, nas residências dos investigados nos Municípios de Vila Velha, Serra e Santa Maria de Jetibá, todos no Estado do Espírito Santo, que resultaram na prisão em flagrante de um investigado.

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 CRIMES INVESTIGADOS

O investigado responderá pelo crime de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil, art.241-A da Lei 8.069/90, em que a pena varia entre 2 a 6 anos de reclusão e poderá ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante quando do cumprimento da busca, art.241-B, cujas penas variam de 1 a4 anos de reclusão.

 

 

 

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Operação Vertex combate crimes de corrupção passiva, lavagem de capitais e organização criminosa

Publicado

Manaus/AM – A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (19/7) a Operação Vertex, uma nova fase da Operação Maus Caminhos, para investigar a prática de crimes de corrupção passiva, lavagem de capitais e pertinência a organização criminosa. A operação foi executada pela PF nos Estados do Amazonas, Brasília e São Paulo.

Policiais federais dão cumprimento a 9 mandados de prisão temporária, 15 mandados de busca e apreensão, 18 mandados de bloqueios de contas de pessoas físicas e jurídicas (aproximadamente R$ 92,5 milhões), 7 mandados de sequestro de bens móveis e imóveis. As medidas foram expedidas pela Justiça Federal.

 A investigação foi desmembrada pelo Supremo Tribunal Federal – STF da Operação Maus Caminhos, em razão dos indícios detectados de recebimentos de vantagens indevidas por um ex-governador que, por exercer o cargo de senador, poderia ter direito a foro privilegiado no STF. Em razão do entendimento do Supremo Tribunal de que foro por prerrogativa de função conferido aos deputados federais e senadores se aplica apenas a crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas, o Ministro Dias Toffoli determinou a remessa da investigação ao juízo de 1ª instância, sendo que em janeiro de 2019 a investigação foi retomada.

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Entre as vantagens indevidas de que se tem suspeita, teria havido entregas de dinheiro em espécie ou por meio em negócios simulados ou superfaturados, a fim de ocultar a entrega de dinheiro dissimulado por meio de contratos de aluguel e de compra e venda.

 

Entenda o caso

A investigação está diretamente relacionada com as outras fases da Operação Maus Caminhos, sendo elas: a Operação Custo Político, Operação Estado de Emergência e a Operação Cashback. Na Operação Custo Político, se apurou a prática de crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de capitais e pertinência a organização criminosa, praticados por cinco ex-secretários de estado, bem como diversos servidores públicos e o núcleo da organização criminosa desbaratada na primeira fase da operação. Na Operação Estado de Emergência, foi investigado o núcleo político do Poder Executivo estadual, tendo alcançado um outro ex-governador, que chegou a ser preso. Já a Operação Cashback teve por objeto a investigação do envolvimento de outras empresas em conluio, em relação as quais suspeita-se que foram efetuados pagamentos embasados em notas fiscais falsas, sem a correspondente prestação de serviço, além de pagamentos por serviços superfaturados.

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Será concedida coletiva de imprensa, às 10 horas, no Auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas.

 

 

*** O nome da Operação policial é sinônimo da palavra vértice e significa o ponto mais alto, o ápice, correspondendo ao alcance da investigação, que reuniu indícios robustos da prática de crimes pelo governador à época da criação da organização criminosa formada em torno do Instituto Novos Caminhos.

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

PF combate concussão e lavagem de dinheiro em Vila Velha/ES

Publicado

Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19/7) a Operação Endosso, com o objetivo de desarticular suposto esquema criminoso voltado à prática de Rachid, perpetrado por um vereador do município de Vila Velha. A operação foi realizada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Espírito Santo, e em decorrência das ações realizadas no Fórum de Combate à Corrupção no Espírito Santo – FOCCO/ES.

Aproximadamente 20 policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Vila Velha/ES e Viana/ES, nas residências dos envolvidos.

As investigações apontaram que alguns assessores devolviam parte da remuneração que recebiam da Câmara Municipal de Vila Velha para o vereador que os indicou. Os repasses eram realizados através de saques de contas bancárias dos assessores acompanhados de imediatos depósitos em contas de terceiros, além da conta de uma empresa do vereador.

Os investigados poderão responder pelos crimes de concussão (art. 316 do CPB) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), cujas penas somadas poderão alcançar 4 a 14 anos de reclusão.

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Fonte: Polícia Federal
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