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Polícia Federal

PF deflagra operação Replicantes visando desarticular organização criminosa em Tocantins

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou, nessa manhã (06/11), a Operação Replicantes, visando desarticular organização criminosa que é alvo de várias investigações da Polícia Federal, suspeita de manter um sofisticado esquema para a prática constante e reiterada de atos de corrupção, peculato, fraudes em licitações, desvios de recursos e lavagem de capitais, sempre com o objetivo de acumulação criminosa de riquezas em detrimento dos cofres públicos, além de atos de intimidação, inclusive, contra profissionais da imprensa.

Aproximadamente 50 policiais cumprem dez mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e dois mandados de prisão temporária, todos expedidos pela 4ª Vara Federal no Tocantins, na cidade de Palmas/TO.

Após a deflagração de diversas operações da PF, constataram-se outros esquemas criminosos ligados a pessoas influentes no meio político do Tocantins, com poderes suficientes para aparelhar o estado, mediante a ocupação de cargos comissionados estratégicos para a atuação da organização criminosa, e desviar recursos públicos.

Além da obtenção de novas provas, busca-se interromper a continuidade das ações criminosas, identificar e recuperar ativos frutos dos desvios, além de resguardar a aplicação da lei penal, a segurança de possíveis testemunhas e o livre trabalho da imprensa.

A organização criminosa movimentou dezenas de milhões de reais através do grupo empresarial do ramo gráfico, ora investigado, não sendo possível, até o momento, estimar o valor dos prejuízos causados.

O nome da operação faz referência ao ramo de atuação do grupo empresarial e a postura de enfrentamento da organização criminosa.

* Não será realizada coletiva de imprensa.

Comunicação Social – Polícia Federal em TocantinsE-mail: [email protected]Fones: (63) 3236-5440

 

 

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Operação Ousadia investiga corrupção e inserção de dados falsos em sistema

Publicado

Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (18/2) a Operação OUSADIA, para investigar grupo suspeito de prometer alterar sistemas de informação da Polícia Federal mediante o pagamento de vantagem indevida. Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva nas cidades de Santana de Parnaíba/SP, São Paulo/SP, Brasília/DF e Florianópolis/SC.

ENTENDA O CASO

A investigação teve início quando um outro investigado da Polícia Federal, que estava proibido de deixar o território nacional por decisão da Justiça Federal, com seu nome incluído no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos, deixou o país através de um aeroporto internacional.

As investigações mostraram que, por intermédio de um advogado, um ex-policial prometeu retirar o nome do investigado da lista dos impedidos de deixar o país mediante o pagamento de R$ 150 mil, parte do qual a ser pago em criptomoeda.

As apurações mostraram que esse ex-policial teria contado com a participação de um policial que à época estava em atividade e atualmente está aposentado.

Além das prisões e buscas, a justiça determinou a bloqueio de R$ 1.485.576,43 dos envolvidos e apreensão de criptomoedas, que totalizaram no momento 5,15 BTC.

CRIMES INVESTIGADOS
Os envolvidos estão sendo investigados pelos crimes previstos nos artigos 317 (corrupção passiva), 333 (corrupção ativa) e 313-A (inserção de dados falsos no sistema), todos do Código Penal.

NOME DA OPERAÇÃO 

O nome da operação é uma alusão à ousadia dos suspeitos de envolvimento nas práticas criminosas cometidas em detrimento da Polícia Federal, instituição que não tolera desvios, que se orgulha de sua lisura e não teme “cortar na própria carne”.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
Telefone: (27) 3041-8245/8051/8029

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Polícia Federal prende foragido americano procurado pela INTERPOL

Publicado

 

Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal, com o apoio da Polícia Militar, prendeu, na tarde de hoje (18/02), em Pouso Alegre/MG, um foragido internacional com Difusão Vermelha junto à Interpol, em cumprimento a mandado judicial de prisão para fins de extradição, expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O preso, de nacionalidade norte-americana, tem 48 anos e segundo relatos das autoridades estadunidenses teria, em 2013, assassinado sua esposa e ocultado o seu corpo, jamais encontrado, no estado americano da Louisiana.

Investigações da polícia americana revelaram evidências substanciais de sua autoria no cometimento do homicídio, além de longo histórico de abusos e violências praticados contra a companheira, que já havia obtido, inclusive, medidas protetivas judiciais contra o marido naquele país.

Segundo o Federal Bureau of Investigation – FBI, duas semanas após o crime, o assassino pegou um voo com destino a São Paulo. No Brasil, casou-se com uma brasileira, obtendo permissão de residência no país. Na tentativa de obter refúgio, declarou falsamente haver sido agente das Forças Especiais do Contraterrorismo americano, além de simular perseguição política nos EUA. Em 31/1/2020, foi autor de violência doméstica contra sua esposa brasileira em Pouso Alegre.

Após exame de corpo de delito, o preso será conduzido para o Presídio de Pouso Alegre, onde ficará à disposição da Suprema Corte Brasileira até que seja autorizada sua extradição para os Estados Unidos, onde prestará contas à Justiça daquele país.


Comunicação Social
Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais
Fone: (31) 3330-5270).
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal
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