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Polícia Federal

PF deflagra a Operação Pomar para investigar esquema de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal em SP

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Sorocaba/SP – A Polícia Federal e a Receita Federal do Brasil deflagraram hoje (2/12) a Operação Pomar, ação por meio da qual estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio (sequestro) de contas-bancárias, veículos e imóveis, até o limite de R$ 78,1 milhões. Os mandados de busca e apreensão, expedidos pela 6ª Vara da Justiça Federal em São Paulo/SP, estão sendo cumpridos nas cidades de Sorocaba/SP, Votorantim/SP e Indaiatuba/SP.

As investigações foram iniciadas no âmbito criminal em 2019, em inquérito policial que tramita na Polícia Federal em Sorocaba/SP, instaurado para apuração de possíveis crimes de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. O objetivo da Operação é coletar provas acerca de possíveis crimes de fraude fiscal, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, em tese praticados por representantes do Grupo Empresarial investigado e de profissionais do ramo da contabilidade.

 

Os supostos crimes consistem, em suma, na utilização de empresas que aparentam ser “de fachada” para emissão de Notas Fiscais falsas, com o objetivo de gerar créditos tributários ilegítimos. Estima-se que, apenas nos anos e 2014 e 2017, tenham sido emitidas mais de 6 mil Notas Fiscais, que alcançam um volume financeiros de R$ 689,1 milhões, com suspeitas de falsidade, todas endereçadas a três das pessoas jurídicas do Grupo Empresarial investigado. Além disso, também está sob investigação eventual ocultação de patrimônio imobiliário, mediante a escrituração de imóveis em nome de pessoas jurídicas desprovidas de capacidade econômico-financeira para tanto.

 

O nome da Operação, qual seja, “POMAR”, deve-se ao fato de que as empresas supostamente “de fachada”, que emitiram Notas Fiscais com aparência de falsidade às pessoas jurídicas do Grupo Empresarial investigado, foram constituídas em nome de interpostas pessoas, popularmente conhecidas como “laranjas”.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Sorocaba/SP

Contato: (15) 3416-5200

 

*** O nome da Operação, qual seja, “POMAR”, deve-se ao fato de que as empresas supostamente “de fachada”, que emitiram Notas Fiscais com aparência de falsidade às pessoas jurídicas do Grupo Empresarial investigado, foram constituídas em nome de interpostas pessoas, popularmente conhecidas como “laranjas”.

 

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Polícia Federal

PF, em cooperação com autoridades bolivianas, viabiliza libertação de brasileira na Bolívia

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Brasília/DF – Em cooperação com as autoridades bolivianas, a Polícia Federal, por meio do Oficialato de Ligação em Santa Cruz de La Sierra e da Representação Regional da Interpol em Pernambuco, conseguiu viabilizar hoje (18/1) a localização e libertação de uma jovem brasileira, de 19 anos, que estava sendo mantida em cárcere privado na cidade Santa Cruz/Bolívia.

A jovem brasileira, residente em Recife/PE, foi enganada com uma proposta de emprego na cidade de Corumbá/MS. Após chegar na cidade que faz fronteira com a Bolívia, foi posta em um veículo, contra a sua vontade, e levada até a cidade de Santa Cruz/Bolívia.

Permaneceu uma semana incomunicável e mantida presa em um quarto de uma pensão próxima ao centro da cidade. Na manhã de hoje, conseguiu pedir ajuda a um funcionário da pensão, conseguindo contato também com familiares que residem em Recife/PE, que, por sua vez, acionaram a Representação Regional da Interpol em Pernambuco.

A Polícia Nacional da Bolívia conseguiu identificar o local onde a jovem estava sendo mantida em cárcere privada, resgatando-a. Não foram identificados os autores do crime, entretanto foi iniciada uma investigação por parte das Autoridades Bolivianas.

A vítima está recebendo apoio do setor Consular do Brasil em Santa Cruz, aguardando sua repatriação.

 

Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (61) 2024-8142

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Polícia Federal

PF combate crime eleitoral no Acre

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Rio Branco/AC – A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (18/1) a Operação Whistleblower, que investiga associação criminosa que atuou durante o período de campanha eleitoral de 2020 para a prática de crime de corrupção eleitoral, desvio de recursos públicos e ameaça.

Segundo o apurado até o momento, alguns servidores públicos municipais teriam desviado materiais pertencentes à Prefeitura de Feijó para empregá-los na compra de votos de eleitores, em vez de destinar os referidos bens às atividades afetas ao interesse público.

Na data de hoje foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em desfavor dos investigados, dentre os quais estão secretários municipais e um vereador.

O termo em inglês Whistleblower significa denunciante, que é pessoa que informa às autoridades competentes a ocorrência de atividade ilegal.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Contato: (68) 3212-1200 / 3212-1211/ 3212-1213
E-mail: [email protected]

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