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Polícia Federal

PF deflagra 2ª fase da Operação Vagatomia para investigar fraudes em obtenção de vagas em faculdade

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Jales/SP – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (13) a segunda fase da Operação Vagatomia, denominada “VERITÀ PROTETTA” (Verdade protegida), em São Paulo, para dar prosseguimento a investigações que apuraram a existência de esquema criminoso de fraudes em processos seletivos para ingresso em cursos universitários.

Policiais Federais deram cumprimento a três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Jales/SP, na sede de uma universidade na capital paulista e no escritório e residência do atual reitor.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal receberam diversas denúncias e informações sobre fraudes no FIES, além da comercialização de vagas no curso de medicina em um campus da universidade na cidade de Fernandópolis/SP e também em fraudes relacionadas ao exame Revalida, destinado a avaliar o conhecimento dos alunos que estudam ou estudaram medicina no exterior, principalmente no Paraguai, Bolívia e Argentina.

A Operação Vagatomia foi deflagrada em setembro de 2019 e prendeu vários integrantes da organização criminosa que também tiveram que cumprir várias medidas cautelares expedidas pela Justiça Federal de Jales/SP. Na primeira fase da operação, o antigo reitor, que também é dono do grupo educacional, foi preso e afastado do cargo em razão de diversas fraudes relacionadas a um curso de medicina na cidade de Fernandópolis/SP.

Após a prisão e o afastamento do antigo reitor e dono da universidade, um advogado, que atuava como defensor de investigados desta e de outra operação relacionada a fraudes em cursos de medicina, foi nomeado por uma sócia da instituição de ensino, que também é  esposa do antigo reitor que foi preso e afastado, para ocupar a função de reitor do grupo educacional. O novo reitor assumiu as funções e deu início a uma série de ofensas e ameaças à colaboradora das investigações, testemunhas e autoridades públicas responsáveis pela apuração dos crimes cometidos pela organização criminosa investigada na Operação Vagatomia.

 Após a constatação dos fatos, a PF  representou à Justiça Federal para a expedição de medidas judiciais contra o atual reitor do grupo educacional, a fim de cessar ameaças e intimidações proferidas por ele a testemunhas e à colaboradora da investigação, bem como em razão do receio externado por pais e alunos em decorrência do comportamento intimidatório do reitor.

 Todo o material apreendido (documentos, celulares, mídias de armazenagem, computadores, dentre outros) será encaminhado para a sede da PF em Jales/SP para análise bem como a identificação de novos delitos ou envolvidos nos crimes. O reitor afastado poderá responder pelos crimes descritos no artigo 2º, parágrafo 1º, da Lei 12.850/2013 (obstrução de investigação de organização criminosa) e no artigo 344 do Código Penal (coação no curso do processo), entre outros eventualmente identificados nas investigações em curso.

Comunicação Social da Polícia Federal em Jales/SP

Contato:

 

 

***Esta fase da Operação Vagatomia foi denominada “VERITÀ PROTETTA”, que significa “verdade protegida” em italiano, em alusão à proteção daqueles que colaboram com a justiça e têm a obrigação de dizer a verdade. As investigações demonstraram que pessoas vinculadas às investigações e à própria instituição de ensino (como por exemplo alunos, testemunhas e colaboradora) foram expostas e intimidadas pelo atual reitor, o que pode influenciar em seus depoimentos e prejudicar a busca pela verdade dos fatos.

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Polícia Federal

PF divulga total ações no segundo turno das eleições 2020 em Minas Gerais

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Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal informa total de ocorrências verificadas no domingo (29/11), durante o segundo turno das Eleições de 2020. Os municípios de Contagem, Governador Valadares, Juiz de Fora e Uberaba apresentaram escrutínio para prefeitos.

Em Governador Valadares, houve a prisão de uma mesária por propaganda de boca de urna. Em Juiz de Fora, também houve uma prisão por propaganda de boca de urna. Nos dois casos, foram lavrados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO), sendo os presos liberados após assunção de compromisso de comparecimento em Juízo.

A PF ainda atuou com sobrevoos de Drones em locais de votação: cinco em Contagem e dois em Juiz de Fora.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde em face da pandemia do Covid-19, a Polícia Federal continua trabalhando.

 

  Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

[email protected] | www.pf.gov.br

Contato: (31) 3330-5270

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Polícia Federal

PF deflagra a quarta fase da Operação Boitatá

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Belém/PA – A Polícia Federal deflagrou no domingo (29/11) a Operação Boitatá IV, com o objetivo de apurar os crimes de corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro.

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão expedido pela 1a. Zona Eleitoral de Belém/PA, na residência de um dos investigados nesta urbe, em decorrência do desdobramento das investigações da Operação Boitátá III.

Foram apreendidos celulares e mais de R$ 100 mil (valor que ainda está sendo contabilizado).

Os materiais apreendidos serão analisados e, se confirmadas as suspeitas, os investigados responderão pelo delitos de corrupção eleitoral, previsto no art. 299 do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/65), bem como lavagem de dinheiro (art. 1 da Lei 9.613/98), que se somados podem chegar a pena de 14 anos de reclusão, além de multa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

Telefone: (91) 3214-8029 / 984222396
E-mail: [email protected]

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