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Policia Federal

PF deflagra 2ª fase da Operação Octopus para combater fraudes em benefícios previdenciários

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Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (11/6) a segunda fase da Operação Octopus, para combater fraudes em aposentadorias por idade, por tempo de contribuição e pensões por morte. O objetivo desta etapa foi apreender documentos relacionados às fraudes já constatadas na primeira fase da ação.

Nesta fase foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Curitiba/PR e Paranaguá/PR. A Operação Octopus foi deflagrada em 14 de maio de 2019 e identificou que para obter os benefícios fraudulentos a organização criminosa criou mais de 800 vínculos empregatícios fictícios.

As investigações tiveram início em 2017, a partir de denúncias recebidas pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Durante a primeira fase a  CGINT estimou um prejuízo aproximado de R$ 3,7 milhões com o pagamento de 53 benefícios obtidos de forma fraudulenta.

Atualmente um dos principais operadores das fraudes está preso preventivamente e outro também teve a prisão preventiva decretada e está foragido e está sendo procurado pelos policiais federais.

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Os investigados já identificados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato e inserção de dados falsos em sistemas corporativos do governo federal, com penas que podem chegar a 20 anos de prisão.

 

***O nome Octopus foi escolhido em alusão aos tentáculos do polvo, assemelhando-se ao modus operandi utilizado pela organização criminosa para alcançar seus objetivos.

Fonte: Polícia Federal
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PF investiga estelionato contra a Caixa Econômica Federal

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Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (14/06) a Operação Broadway para investigar o crime de estelionato contra a Caixa Econômica Federal. A ação tem como alvos pessoas suspeitas de produzirem documentos falsos para a abertura de contas fantasmas na instituição bancária.

 Policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba/PR e Ponta Grossa/PR.

De acordo com as investigações, as contas criadas pelos suspeitos eram utilizadas para fazer empréstimos fraudulentos junto à Caixa e outros bancos. Foi apurado prejuízo superior a R$ 1 milhão com as fraudes.

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram apreendidos documentos, celulares e mídias. Em um dos celulares foram localizadas imagens de documentos de centenas de pessoas.

Os envolvidos irão responder pelo crime de estelionato, cuja pena é de um a cinco anos de prisão.

 

***O nome da Operação faz referência ao apelido de um dos investigados, que é conhecido como “Drama”.

[email protected]       

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF combate o desvio de verbas públicas destinadas a obras em município paraibano

Publicado

Campina Grande/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta- feira (14/6) a Operação Cerco, com objetivo de combater possível crime de desvio de verbas públicas destinadas a obras no município de Alcantil/PB.

Aproximadamente 22 policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão, nas residências dos investigados (município de Alcantil e zona rural). As ordens judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Federal Subseção Judicial de Campina Grande/PB.

A operação teve como base investigação instaurada para apurar a possível ocorrência de desvio de verbas públicas por uma associação criminosa formada por empresas de fachadas e servidores públicos do município de Alcantil, durante os anos de 2012 a 2016.

Segundo restou apurado, empresas de fachada eram utilizadas para fraudar licitações de obras públicas e os recursos, que deveriam ser empregados, eram desviados e repartidos entre servidores públicos, empresários e ex-dententor de mandato político sendo as obras executadas com pessoal e maquinário público.

As condutas apuradas na investigação podem, em tese, configurar os crimes previstos no art. 90 da Lei 8.666/93, art. 1º, incisos I e II do Decreto-lei 201/61, art. 1º da Lei 9.613/98 e art. 288 do Código Penal.

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Fonte: Polícia Federal
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