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Polícia Federal

PF combate tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

Publicado

Manaus/AM – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (15/5) a Operação Arcanjo, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa transnacional, estável, com estrutura hierárquica definida, voltada para o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro, no Estado do Amazonas, com ramificações na Colômbia e Peru.

Por ordem da Justiça Federal no Estado do Amazonas, foram cumpridos pela Polícia Federal 10 mandados de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária, 4 mandados de busca e apreensão, bem como executado o bloqueio de diversos bens móveis e imóveis adquiridos com os recursos obtidos a partir do tráfico internacional de drogas. 

A partir das informações colhidas durante o inquérito policial, a Polícia Federal identificou os responsáveis pela droga e o modo como operavam: o grupo adquiria a droga diretamente com o fornecedor, na Colômbia, e a introduzia no território brasileiro com o uso de embarcações que a transportava pela calha do Rio Solimões até a cidade de Manaus/AM. 

Destaca-se que, no decorrer da investigação criminal, foram presos em flagrante delito, em maio de 2018, cinco colombianos e dois brasileiros, oportunidade em que foram apreendidos aproximadamente 567 Kg de maconha e 64 kg de cocaína.

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Os envolvidos responderão, na medida de sua culpabilidade, pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

 

Fonte: Polícia Federal
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Operação Efígie investiga fraudes contra o INSS no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17/7) a Operação Efígie, com o objetivo de desmantelar organização criminosa, com atuação no Espírito Santo e na Bahia, que pratica fraudes em face do INSS.

Cerca de 14 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Vitória/ES, na cidade de Vila Velha/ES. A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

A investigação apontou que o grupo criminoso utilizava documentos falsos para criação de pessoas fictícias e posterior saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso. Os cálculos indicam que o grupo criminoso teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões ao INSS.

Os crimes investigados são o uso de documento falso, falsidade ideológica, falsificação de documento público, estelionato qualificado e organização criminosa, podendo chegar a 14 anos de reclusão.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação 5×7 deflagrada pela PF/ES em junho de 2019.

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Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

PF deflagra terceira fase da Operação Ex tunc no Amapá

Publicado

Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (16/7) a terceira fase da Operação Ex tunc, para desarticular organização criminosa que praticava fraudes ao benefício de auxílio-reclusão, no estado do Amapá.

A ação, que resulta de trabalho em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e com a Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP), é um desdobramento da segunda fase da Operação Ex tunc, deflagrada em maio deste ano.

Estão sendo cumpridos seis mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal no Amapá, sendo três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão em Macapá/AP e Santana/AP, além de medidas de sequestro e indisponibilidade de valores e de bens móveis e imóveis.

Nesta fase, com o avanço das investigações, logrou-se êxito em identificar as participações de três prováveis integrantes da organização criminosa, entre eles um ex-Secretário Parlamentar do Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Santana.

Os investigados poderão responder, na medida das suas responsabilidades, pelos crimes de estelionato majorado contra o INSS, falsificação e uso de documentos falsos, organização criminosa, dentre outros que poderão ser identificados no decorrer das investigações. Se condenados, poderão cumprir pena de até 21 anos de reclusão.

Leia Também:  Operação Contêiner investiga esquema de descaminho na aquisição de CFTV

 

Fonte: Polícia Federal
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