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Polícia Federal

PF combate crimes previdenciários no Ceará

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Fortaleza/CE – A Polícia Federal, em conjunto com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, deflagrou nesta quarta-feira (26/6) a Operação Frenesi, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudar benefício previdenciário de aposentadoria por idade rural.

Cerca de 90 policiais, com o apoio de cinco servidores da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, deram cumprimento a 16 mandados de busca e apreensão, 2 de prisão preventiva e 1 de prisão temporária expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal, nas cidades de Fortaleza, Redenção, Maracanaú, Acarape e Pacatuba. A Justiça determinou o arresto de bens móveis e imóveis, e bloqueio de valores em contas bancárias em nomes dos envolvidos.

As investigações iniciaram em 2014 a partir de notícias recebidas pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, dando conta de possível esquema fraudulento para concessão de benefícios rurais. O servidor da autarquia previdenciária que estaria à frente de organização envolvendo seus familiares e terceiros foi identificado.

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Para o cometimento dos crimes, o chefe da organização atuava concedendo benefícios rurais de aposentadoria por idade para pessoas da área urbana, que nunca foram trabalhadoras rurícolas, em troca de propinas pagas com empréstimos consignados no benefício.

Até o momento foram analisados pela CGINT cerca de 600 benefícios deferidos pelo servidor do INSS que causaram um prejuízo de cerca de R$ 15 milhões. Com a deflagração desta operação e consequente desmantelamento da organização, estima-se que se esteja evitado cerca de R$ 157,4 milhões de prejuízos aos cofres públicos.

Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, estelionato majorado e inserção de dados falsos em sistemas corporativos do Governo Federal.

Será concedida entrevista coletiva, às 10h30, na Sede da Superintendência da Polícia Federal no Ceará.

O nome da operação é uma alusão à frenética atuação do servidor para alcançar seus objetivos, ao realizar os procedimentos fraudulentos de concessão de benefícios previdenciários, havendo casos em que o despacho concessório se deu em menos de quatro minutos.

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Fonte: Polícia Federal
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Operação Seguro combate fraudes ao Fundo de Amparo ao Trabalhador no Rio de Janeiro

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Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação Seguro, com o objetivo de desarticular associação criminosa que fraudava o Fundo de Amparo ao Trabalhador.

Foram expedidos, pela 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, 13 mandados de prisão preventiva.

O grupo criminoso inseria falsos vínculos de emprego por meio do Sistema Conectividade Social e em seguida formalizava a dispensa do empregado fictício, gerando o direito à percepção do seguro desemprego.

O prejuízo estimado supera o valor de R$ 1 milhão.

 

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

[email protected] | www.pf.gov.br

(21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

PF deflagra 3ª fase da Operação Arpão de Netuno

Publicado

João Pessoa/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação ARPÃO DE NETUNO – Fase 3, com objetivo de combater o tráfico de drogas no Estado da Paraíba, praticado por uma organização criminosa.

Policiais federais deram cumprimento a 24 mandados de prisão preventiva e 3 de busca e apreensão, nas cidades de João Pessoa/PB e São Paulo/SP. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Entorpecentes, da Comarca de João Pessoa/PB.

A investigação demonstrou que, após a deflagração pela Polícia Federal da denominada Operação Gerônimo, no ano de 2017, que teve por objetivo investigar e responsabilizar criminalmente os integrantes da organização criminosa, houve uma reorganização da facção em razão de conflitos internos, com a ascensão de novos líderes, após o afastamento e o decreto da morte de algumas das lideranças anteriores.

A nova estrutura da organização criminosa foi rebatizada e o processo de refundação vem investindo em realizar o cadastro de seus integrantes.

O aprofundamento das investigações revelou detalhes da estrutura da organização criminosa, forma de funcionamento e identificação de seus integrantes, a saber:

1 – O COMANDO da organização criminosa, denominada de PALAVRA FINAL, era exercido por dois homens, ambos presos e cumprindo pena no Presídio PB1, nesta Capital.

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2 – A estrutura DELIBERATIVA, denominada de CONSELHO, era composta por 15 integrantes, os quais ocupam o segundo escalão hierárquico da ORCRIM, responsáveis pelas principais decisões do grupo criminoso.

3 – A estrutura EXECUTIVA realizava o loteamento dos bairros de João Pessoa e demais cidades do Estado, com indicação dos responsáveis pelo controle do tráfico de drogas;

4 – A estrutura de CADASTRAMENTO dos integrantes da organização, que era feito mediante fichas individuais, constando data de filiação, área de atuação e padrinho responsável pela indicação;

5   – Por fim, a estrutura FINANCEIRA, denominada de CAIXINHA, consistia na utilização de contas bancárias de terceiros e familiares para ocultação dos valores recebidos com o tráfico de drogas, possibilitando o fortalecimento da grupo criminoso mediante a aquisição de armas, pagamento de advogados e envio de recursos a integrantes presos e familiares.

Foi determinado pelo Poder Judiciário o bloqueio de contas bancárias, totalizando o montante de aproximadamente R$ 500 mil.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e organização criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 20 anos de reclusão.

O nome da operação é uma alusão ao poder, à força da atuação do Estado na repressão ao tráfico de drogas.

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Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

Contato: (83) 3269-9400
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal
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