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Polícia Federal

PF combate contrabando de cigarros na região dos Campos Gerais/PR

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Ponta Grossa/PR – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (11/5) a Operação Resta 4, com o objetivo de desarticular um grupo responsável pela comercialização de cigarros contrabandeados na região dos Campos Gerais/PR. Cerca de 20 policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão, em Ponta Grossa/PR.

A ação policial é resultado de investigações realizadas a partir de flagrantes de crimes de contrabando de cigarros de origem estrangeira no âmbito da Operação Limpeza, deflagrada em 13 de abril de 2021. Na ocasião, três pessoas foram presas em flagrante, além de terem sido apreendidos dinheiro em espécie e caixas de cigarros contrabandeados.

Com as ações desta última operação, a Polícia Federal realizou a análise de materiais apreendidos com os suspeitos, bem como o cruzamento de informações em bancos de dados, levando a descoberta de outros envolvidos, fornecedores e clientes na região, motivando representação pela expedição de mandados de buscas e apreensão, nesta data cumpridos.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná

Contato: (41) 3251-7813

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Polícia Federal

Polícia Federal deflagra a Operação Sarmento em São José do Rio Preto/SP

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São José do Rio Preto/SP – A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (26/7) a Operação SARMENTO, que visa reprimir a prática do crime de descaminho de vinhos estrangeiros importados ilegalmente.

A investigação, que teve início em maio deste ano e contou com o apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal), resultou na apreensão de 660 garrafas de vinho descaminhados, quantidade estimada em aproximadamente R$100 mil reais, em valor de mercado dos produtos.

Ontem à noite, o investigado foi preso em flagrante pela PRF transportando grande quantidade de garrafas de vinho de origem estrangeira importadas ilegalmente, e, concomitantemente, a PF deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva contra ele.

Hoje de manhã policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão em sua residência e foram apreendidas diversas caixas de vinho sem a documentação que comprove sua regularidade fiscal. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de São José do Rio Preto/SP.

O investigado já teve mercadorias apreendidas várias vezes e foi preso em flagrante em duas ocasiões. Na penúltima ocorrência, foi solto mediante o pagamento de fiança, mas, logo após ser liberado, voltou a vender os vinhos importados ilegalmente por meio de redes sociais e aplicativos de conversas.

Ficou caracterizado, portanto, que o indivíduo preso é recorrente no delito de descaminho e tem, na prática desse crime, seu principal meio de sustento, revelando a habitualidade criminosa, o que justificou sua prisão preventiva.

A pena prevista para o descaminho é de 1 a 4 anos de reclusão, mas neste caso existe a comprovação da habitualidade delitiva, o que aumenta esta pena de um sexto a dois terços por se tratar de crime continuado.

A Operação foi denominada de Sarmento, que se trata do Ramo da Videira e necessita ser podado para dar bons frutos.

Comunicação Social PF São José do Rio Preto/SP.

(17) 3122-6070

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Polícia Federal

PF participa da Operação LIBERTERRA para enfrentamento da migração ilegal e do tráfico de pessoas

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Brasília/DF – A Polícia Federal integrou, no período de 5 a 9 de julho, a Operação LIBERTERRA, da qual também participaram mais de 40 países, em todos os continentes. Os trabalhos envolveram atividades de prevenção, de repressão e de apoio a vítimas dos crimes de tráfico de pessoas, promoção de migração ilegal (contrabando de migrantes) e crimes correlatos – falsificação de documentos, inclusive de viagem, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional.

A operação se desenvolveu em dois níveis estratégicos: o primeiro era relacionado ao desencadeamento de vários trabalhos de polícia judiciária locais; e o segundo, mediante o reforço do controle do tráfego migratório em aeroportos e postos terrestres de fronteira.

No nível 1, no Brasil, a PF desencadeou as Operações Casa de Família (São Paulo/SP), Split (Governador Valadares/MG), Firanghi (Rio Branco/AC), Resgate (Maceió/AL) e Advenus 2 e PAC (Epitaciolândia/AC). Nelas foram cumpridos diversos mandados judiciais e apreendidos materiais relacionados aos delitos investigados. Nessas ações, foi promovido o resgate de 10 vítimas, entre brasileiros e estrangeiros.

Já, no nível 2, houve a intensificação do controle migratório de mais de 11 mil passageiros de voos internacionais e transeuntes em postos de fronteira considerados estratégicos no contexto da criminalidade objeto da Operação LIBERTERRA. Os locais nos quais foram desenvolvidos esses trabalhos são os Aeroportos Internacionais de Cumbica (Guarulhos/SP) e Galeão (Rio de Janeiro/RJ), bem como as Pontes da Amizade e Tancredo Neves (Foz do Iguaçu/PR), Ponte da Integração (Assis Brasil/AC), Ponte Wilson Pinheiro (Epitaciolândia/AC), Marco BV-8 (Pacaraima/RR) e Ponte Prefeito Olavo Brasil Filho (Bonfim/RR).

Em decorrência da intensa atividade de controle feita pelos policiais federais, mediante abordagem, checagem de documentação, entrevistas e outras técnicas especiais de investigação, ocorreu a detenção de um indivíduo que tentou cruzar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu/PR, fronteira entre Brasil e Paraguai. Ele tinha em seu desfavor, mandado de prisão em aberto. Foragido da Justiça e internacionalmente procurado, seu nome constava em lista de difusão vermelha da INTERPOL. Também foi efetuada a prisão em flagrante de um casal, no Aeroporto de Rio Branco/AC, por delito que originalmente não constituía escopo dos trabalhos.

Além da Operação LIBERTERRA, a Polícia Federal vem participando ativamente de todas as operações internacionais coordenadas pela INTERPOL, chegando a abrigar o Centro de Coordenação Mundial das ações correspondentes aos referidos trabalhos. Por consequência, tem promovido, de maneira eficaz, o enfrentamento, dentre outros, aos crimes de tráfico de pessoas e promoção de migração ilegal – previstos nos arts. 149-A e 232-A do Código Penal, com penas de 4 a 8 anos e de 2 a 5 anos de reclusão, respectivamente. Tudo isso, dentro de uma concepção de sinergia entre agências policiais do mundo inteiro e concentração de esforços.

Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (61) 2024-8142

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