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Polícia Federal

PF combate a prática de crimes contra a fauna no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal, em ação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, deflagrou nesta quarta-feira (13/11) a Operação AD AETERNUM, com o objetivo de reprimir a falsificação e posterior distribuição de anilhas para colocação em aves capturadas da natureza, bem como a consequente inclusão de informações falsas no Sistema Gestão de Criadores de Passeriformes Silvestres – SISPASS.

A operação contou com a participação de 31 policiais federais e 8 analistas ambientais do IBAMA, sendo realizado o cumprimento de 7 mandados de busca e apreensão, simultaneamente com a  fiscalização administrativa por parte do IBAMA, nos endereços dos criadores suspeitos de participar do esquema localizadas em Pancas/ES, Aracruz/ES, Nova Venécia/ES, Vila Pavão/ES e São Paulo/SP, incluindo os locais de origem dos números legítimos das anilhas, os locais de destino das anilhas falsas e os prováveis locais de falsificação e distribuição dessas anilhas.

Os elementos colhidos na investigação indicam que criadores registrados adquiriam anilhas falsas, com a mesma numeração de anilhas legítimas e, dessa forma, conseguiam conferir uma aparência de regularidade a pássaros que na realidade foram capturados na natureza e que, portanto, não poderiam ser mantidos em cativeiro. Além disso, essa colocação tardia de anilhas falsas em aves já adultas capturadas da natureza ocasionava evidentes maus tratos, com lesões ou mutilações nos animais.

Também foi observado ao longo da investigação que criadores regulares deixavam de registrar no SISPASS a perda (geralmente por falecimento) de pássaros do plantel e então simulavam no sistema a transferência da ave (inexistente) para o plantel daquele que adquiriu a anilha falsa.

Destaque-se que o sucesso na investigação policial só foi possível graças à profissionalismo do IBAMA, que prontamente colocou sua expertise para esclarecer os questionamentos da Polícia Federal e, principalmente, a proatividade Coordenação de Segurança dos CORREIOS, que foi capaz de identificar, em um dos seus centros de distribuição, a postagem das encomendas com as anilhas falsas.

Os investigados poderão responder por crimes contra a fauna (art. 29, §1º, III e art. 69 da Lei 9605/1998), de falsificação de selo público (art. 296, I, § 1º, I e III do CPB), de falsidade ideológica (art. 299 do CPB) e de associação criminosa (art. 288 do CPB), cujas penas somadas poderão alcançar 5,5 a 18 anos de prisão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo

Telefone: (27) 3041-8051/8029

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Polícia Federal

PF combate o tráfico de drogas em três estados

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Corumbá/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (2/7) a Operação Paralelos 18/5, que investiga uma organização criminosa voltada ao transporte de cocaína, a partir da região de fronteira com a Bolívia, cujo destino eram municípios da Região Nordeste do país.

Participam da fase ostensiva da operação 48 policiais, que cumprem 9 mandados de prisão preventiva, além de 9 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Ladário/MS, Ponta Porã/MS, Campo Grande/MS, Anápolis/GO, Taguatinga/DF, Parnamirim/RN e Natal/RN.

As investigações revelaram que os criminosos carregavam entorpecentes, mais especificamente cocaína, na área da fronteira e os transportavam de barco pelos rios Paraguai e Taquari até a cidade de Coxim/MS. A partir de lá, a droga seguia por rodovias até a Região Nordeste.

A operação resultou no sequestro de mais de R$ 2,9 milhões em bens móveis e imóveis e na suspensão das atividades de duas empresas. No decorrer das investigações, foram apreendidos aproximadamente 257 kg de cocaína. A investigação está inserida na diretriz de atuação da Polícia Federal priorizando a desarticulação financeira e desarticulação estrutural das organizações criminosas, permitindo a responsabilização penal de seus principais líderes e beneficiados financeiramente pelas atividades ilícitas.

O nome da operação faz referência às latitudes que separam a origem e o destino da droga, em um trajeto que ultrapassava 3,7 mil quilômetros.

A Polícia Federal reforça que a atual pandemia não afetou as investigações e ações da instituição nos crimes de sua atribuição.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul

Contato: (67) 3368-1105
E-mail: [email protected]

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Polícia Federal

Operação Cifrão apura desvios de recursos públicos de entidades que integram o sistema “S”, na Paraíba

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João Pessoa/PB – A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria-Geral da União, Ministério Público Federal, deflagraram na manhã de hoje (2/7) a operação Cifrão, que apura a prática de crimes relacionados à aplicação e desvio de recursos das entidades que integram o Sistema “S” da Indústria no Estado da Paraíba.

A operação conta com a participação de 96 Policiais Federais e 9 Auditores da Controladoria-Geral da União e estão sendo cumpridos 22 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campina Grande e João Pessoa.

 A investigação demonstra que, em apenas três contratos auditados pela CGU, foram desviados mais de R$ 2 milhões em benefício de empresas, de empresários e pessoas vinculadas ao Sistema “S”.

  Entrevista coletiva será concedida, às 11h, no auditório da Delegacia de Polícia Federal em Campina Grande.

 

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

Telefone: (83) 3565-8510

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