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Polícia Federal

PF atua na repressão de extração de madeira e de garimpos clandestinos em terras indígenas

Publicado

Cuiabá/MT – A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ibama e com apoio da PRF e da Funai, está atuando desde o começo do mês de junho, no âmbito da operação contínua Onipresente, no norte do Estado de Mato Grosso, na repressão da extração de madeira e garimpos clandestinos em terras indígenas.

Na madrugada do dia 22/6, foram interrompidas as atividades de 15 caminhões carregados de madeira na Terra Indígena Aripuanã, na região das aldeias Taquaral e Divisa, além de 3 tratores e 3 motos. Esta é uma área muito extensa de desmatamento com estradas que vão de Aripuanã até Rondônia dentro da Terra Indígena. Calcula-se que todos os dias saem dessa área de desmatamento pelo menos 10 caminhões carregados de toras de alto valor.

Além da ação dessa madrugada, nos dias anteriores, equipes também atuaram nos seguintes locais:

– Garimpo no Rio Roosevelt, onde foram inutilizadas 6 balsas, 1 caminhão e 3 motos;

– Garimpo na Terra Indígena Aripuanã, no ponto do Tamari, inutilizados 6 motores e 1 pá carregadeira. Esse ponto também foi alvo da Operação Ato Reflexo, que resultou na prisão de um servidor da Funai e de um cacique que recebia 20% de todo ouro extraído da terra indígena;

– Fiscalização Terra Indígena Apiaká/Kayabi, Zoró e no Parque Nacional do Xingu.

A escolha das localidades fiscalizadas foi feita através de monitoramento via satélite no sistema Planet, que é capaz de detectar desmatamentos em áreas tão pequenas quanto um quintal de uma casa.  Dessa forma, foi possível uma ação assertiva e eficiente.

Onipresente é uma operação contínua, da qual participam a Polícia Federal e Ibama, no âmbito do programa Guardiões do Bioma do Governo Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso

[email protected]

(65) 992848987

Instagram: @policiafederal_mt

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Polícia Federal

PF incinera aproximadamente 1,3 toneladas de entorpecentes no Amazonas

Publicado

Manaus/AM – A Polícia Federal realizou, nesta sexta-feira (24/6), a incineração de aproximadamente 1,3 toneladas de entorpecentes consistentes em cocaína e maconha do tipo skunk.

De janeiro a junho de 2022, a PF realizou a incineração de 7,28 toneladas de maconha e 118,6 quilos de cocaína.

O montante incinerado é fruto de diversas ações diretas da Polícia Federal, deste e anos anteriores, na circunscrição da Superintendência Regional no Amazonas, bem como de ocorrências apresentadas por outras forças de segurança pública do estado.

O trabalho para completa destruição da droga segue os procedimentos estabelecidos na Lei Antitóxicos (Lei n. 11.343/2006). O entorpecente é inserido, pelos policiais e equipe de apoio, num forno industrial e o processo químico é totalmente seguro e obedece a legislação de preservação ao meio ambiente.

Para a segurança da operação, é necessário o envolvimento de diversas equipes de policiais federais, o que garante a segurança da ação, preservação e escolta de todo material até a total destruição da droga.

Por fim, é importante mencionar que, ao longo do primeiro semestre de 2022, a Polícia Federal apreendeu cerca de 5,5 toneladas de entorpecentes e prendeu 52 pessoas por tráfico de drogas.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

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Polícia Federal

PF cumpre mandados contra mais uma grande associação de proteção veicular do Brasil

Publicado

Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal cumpriu, no dia 22/6, mandado judicial de busca e apreensão, expedido pela 11a. Vara Federal da SJMG, contra uma grande associação do Brasil de proteção veicular, sediada no município de Contagem/MG. Com esta, já são oito empresas investigadas.

A ação foi em razão do possível cometimento do crime previsto no art. 16 da Lei n. 7.492/86 por parte de seus dirigentes, os quais têm à disposição para uso carros de luxo. Referido dispositivo legal prevê pena de reclusão de até quatro anos e multa para quem fizer operar, sem a devida autorização, instituição financeira.

Durante as apurações, a PF identificou que a associação investigada não é autorizada a operar no mercado de seguros pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP. Contudo, comercializava e desenvolvia operações de proteção veicular com recolhimentos prévios, caracterizados como se fossem prêmios de seguro, atividades exclusivas de sociedades seguradoras legalmente autorizadas.

Durante a ação de hoje foram apreendidos documentos diversos que comprovam que a associação estava sendo utilizada em benefício econômico de seu presidente.

Em agosto, setembro e dezembro de 2021 e em março de 2022, a PF também havia representado à Justiça por mandados de busca e apreensão e quebras de sigilo bancário e fiscal em desfavor de outras empresas constituídas como associações de proteção veicular, mas que, na verdade, atuavam como seguradoras de veículos.

Uma delas movimentava cerca de R$ 30 milhões anuais em mensalidades, contando com 30 mil clientes e vendedores comissionados. Em desfavor dela, a PF cumpriu três dos mandados de busca e apreensão expedidos. Foi cumprido um mandado em desfavor de outra empresa que tinha como presidente de fato um ex-presidiário por tráfico de drogas, que determinava ao presidente de fachada os rumos empresariais que deveriam ser tomados.

Todas as associações investigadas ofereciam, por meio de massivas campanhas publicitárias em rádios e outdoors, proteção automotiva a um grupo indiscriminado e indistinto de pessoas, captando recursos sem a competente autorização para tal, atividade que configura prática comercial abusiva.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

[email protected] | www.pf.gov.br

(31) 3330-5270

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