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Polícia Federal

PF apreende cerca de € 400 mil no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Pernambuco

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Recife/PE – A Polícia Federal prendeu em flagrante, no domingo (27/10), no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre, um homem, de 41 anos, natural e residente em Belém/PA. A prisão aconteceu durante fiscalização de rotina destinada a reprimir o tráfico internacional e doméstico de entorpecentes, bem como diversos outros ilícitos de competência federal.

Os policiais federais separaram algumas bagagens de passageiros para que fossem submetidas ao aparelho de raios x, quando perceberam a existência de uma mala de um voo procedente de Belém/PA com diversos materiais suspeitos, que estavam escondidos em meio a sapatos e roupas. Ao ser identificado o passageiro, proprietário da bagagem demonstrava bastante nervosismo, inquietação e impaciência, sendo separado para uma entrevista prévia. Os policiais começaram a questionar sobre o que havia no interior da mala, ao que o homem respondeu não saber, o que levantou ainda mais a suspeita. Ao abrirem a mala, encontraram em uma delas € 400 mil em notas de € 50, € 100, € 200 e € 500, totalizando, em moeda nacional, cerca de RS 1.760,0000,00 (um milhão e setecentos mil reais).

O homem foi preso em flagrante e conduzido para a Superintendência da Polícia Federal no Cais do Apolo, onde acabou sendo autuado pela prática do crime contido na Lei 9.613/98, artigo 1º, § 1º, inciso II (guardar ou ocultar origem ou movimentação de valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal). Caso seja condenado, poderá pegar penas que variam de 3 a 10 anos de reclusão.

Em seu interrogatório, o suspeito falou que recebeu a orientação de uma outra pessoa para entregar a moeda estrangeira quando desembarcasse no Aeroporto de Salvador/BA, após fazer conexão no Aeroporto Internacional dos Guararapes/PE, e que, pelo serviço de transporte, receberia a importância de R$ 1 mil. As investigações prosseguem no sentido de identificar os reais proprietários do dinheiro estrangeiro, sua origem e destinação.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco

Contato: (81) 2137-4076
E-mail: [email protected]

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Polícia Federal

PF deflagra Operação Fausto para combater tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro em MT

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Cuiabá/MT – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (8/7) a Operação Fausto, com o objetivo de combater organização criminosa voltada ao tráfico internacional de cocaína e lavagem de dinheiro.

Estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária, nos estados de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. As ordens foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Mato Grosso.

O trabalho policial aponta que os investigados teriam  movimentado entre 2017 e 2020 mais de R$ 20 milhões. A maior parte da movimentação suspeita era realizada em nome de familiares e empresas de fachada. Os investigados vinham ostentando elevado padrão de vida, com imóveis sofisticados, carros de luxo e viagens a lazer.

A PF identificou que o tráfico de drogas era financiado por meio de uma suposta empresa de turismo. A instituição comercial alugava veículos, imóveis e reservava hotéis na região de fronteira. Além disso, equipamentos eram comprados e os valores eram transferidos para os investigados e seus familiares. A empresa também operava contratos aparentemente falsos de compra e venda de dólar, usando cadastro de pessoas sem autorização, esquema conhecido como “boletagem”.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso

[email protected] | www.pf.gov.br

(65) 99284-8987

 

 

 

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Polícia Federal

PF combate desmatamento e comercialização ilegais de madeiras em terras indígenas de Rondônia

Publicado


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Vilhena/RO – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8/7), a Operação Êxodo e a Operação Verde Brasil 2, todas com o propósito de combaterem esquemas criminosos de desmatamento até a comercialização de madeiras, crimes que ocorreram em terras indígenas.

Cerca de 90 policiais federais dão cumprimento a sete mandados de prisão temporária e 32 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho/RO. A deflagração da Operação Êxodo acontece em diversas cidades de Rondônia, incluindo Vilhena, Chupinguaia, Espigão do Oeste, Ji-Paraná, Cacoal, Colorado do Oeste e Pimenta.

Em paralelo, ocorre ação ostensiva conjunta, no bojo da Operação Verde Brasil 2, com participação da Polícia Federal, Polícia Militar de Rondônia, IBAMA e FUNAI, que realiza incursão na Terra Indígena Tubarão-Latundê para identificar as áreas destruídas pelos criminosos e alvo de desmatamento, assim como para dar cumprimento a mandado de prisão.

A investigação desenvolvida pela Polícia Federal, em Vilhena/RO, visa desarticular organização criminosa dedicada à exploração ilegal de madeiras oriundas de Terras Indígenas, em especial da TI Tubarão-Latundê, no município de Chupinguaia/RO.

Ao longo dos trabalhos, foi verificada a prática reiterada de fraudes que buscavam dar aparência lícita aos produtos florestais explorados ilegalmente, realizando, além do desmatamento das áreas de preservação, diversos outros crimes como inserção de dados falsos em sistemas, falsidade ideológica, lavagem de capitais e organização criminosa.

Foram utilizadas empresas madeireiras, muitas delas constituídas por interpostas pessoas (“laranjas”), que utilizavam créditos falsos nos sistemas do IBAMA para realizar a comercialização dos produtos, buscando burlar o controle.

O dano ambiental apurado supera o valor de R$50 milhões, gerado a partir da retirada ilegal de madeiras nobres como Ipê, Peroba, Cerejeira, Jequitibá, Angelim e Sucupira, resultado do desmatamento de milhares de hectares de áreas da União.

Os presos, após interrogados na sede da Polícia Federal, serão encaminhados à presídios estaduais, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal e responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de organização criminosa, extração ilegal de madeira, falsidade ideológica, inserção de dados falsos e lavagem de capitais.

Além do combate à extração ilegal de madeira nas terras indígenas do sul do estado de Rondônia, as ações visam preservar as comunidades indígenas que ali vivem, que estão em risco de contágio relacionado ao COVID-19 pela atuação dos criminosos.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Contato (69) 3216-6242

 

* A Operação Êxodo recebeu este nome em referência à prática dos criminosos de migrar de uma Terra Indígena para outra, durante a exploração das madeiras, de modo a dificultar a sua identificação e combate pelos órgãos responsáveis pela proteção ambiental.

 

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