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Saúde

Pesquisadores do RJ desenvolvem soro contra a Covid-19 com a ajuda de cavalos

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Cavalos podem ajudar no tratamento contra a Covid-19
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Cavalos podem ajudar no tratamento contra a Covid-19

Pesquisadores do Instituto Vital Brasil estão desenvolvendo um soro para combater a Covid-19 com a ajuda de cavalos. O estudo, que está sendo realizado no Rio de Janeiro, pode trazer bons resultados no tratamento do novo coronavírus (Sars-cov-2) 

Apesar do tom otimista, o soro contra a Covid-19 é visto, até o momento, como uma forma de tratar pessoas que já estão doentes, e não como uma vacina. A estimativa é que o produto esteja disponível no mercado nos primeiros meses de 2021.

A ideia do estudo é usar o plasma do cavalo – que é a parte líquida do sangue – para estimular a produção de anticorpos capazes de combater o novo coronavírus em humanos.

Isso se daria por duas maneiras. Uma delas pega a proteína que o coronavírus usa para se ligar à célula humana e injeta no cavalo. A ideia é que o animal produza anticorpos capazes de impedir que o vírus consiga infectar essa célula.

A outra utiliza o vírus inteiro, mas inativado. Assim, o cavalo produz anticorpos que permitem que o organismo humano destrua esse vírus.

A estratégia não é nova, é utilizada pelo Instituto Vital Brazil há pelo menos um século. Com a ajuda dos cavalos, os pesquisadores já desenvolveram vacinas e soros contra picada de cobra, aranha, escorpião e até de abelha.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Estudo confirma eficácia da Coronavac na fase 2 dos testes clínicos

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A vacina Coronavac se mostrou eficaz e segura, segundo estudo publicado nesta semana pela farmacêutica chinesa Sinovac Life Science. O trabalho analisou o comportamento de 600 voluntários vacinados na China durante a fase 2 dos testes clínicos. A vacina é desenvolvida pela Sinovac Life Science em parceria com o Instituto Butantan.

De acordo com o coordenador dos ensaios clínicos da vacina Coronavac e diretor médico de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, o produto é muito promissor e eficaz. “Os estudos feitos até agora, na China, demonstraram que mais de 90% dos voluntários que receberam as vacinas tiveram anticorpos capazes de neutralizar o coronavírus, isso é um diferencial”, afirmou.

Segundo Palácios, os testes mostraram que entre duas e quatro semanas a pessoa está imunizada. “Duas semanas após a segunda dose as pessoas têm níveis de anticorpos capazes de neutralizar o vírus da covid-19″, afirmou Palácios, em entrevista à Agência Brasil.

Cada voluntário recebeu duas doses, sendo metade a vacina propriamente dita e a outra metade placebo. De acordo com o que foi identificado nos estudos, não existe nenhuma preocupação com relação  segurança da vacina utilizada nos voluntários. Dentre as principais reações está leve dor no local da aplicação, comum em outros tipos de vacina.

O laboratório asiático já realizou testes em cerca de mil voluntários na China, nas fases 1 e 2. Antes, o modelo experimental aplicado em macacos apresentou resultados expressivos em termos de resposta imune contra o coronavírus.

A farmacêutica forneceu ao Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos de fase 3, a última fase, em voluntários no Brasil, com o objetivo de demonstrar sua eficácia e segurança. Os testes estão sendo feitos com os profissionais de saúde. Serão 9 mil voluntários da área de saúde em seis estados brasileiros: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

“A vacina é aplicada em voluntários, profissionais de saúde, que estão na alinha de frente nos hospitais e que têm maior risco de contrair a doença, e isso é muito importante`, porque são profissionais que vão cuidar da gente, se ficarmos doentes”, disse Palacios.

Caso a vacina seja aprovada, será realizada a transferência de tecnologia para produção em escala e fornecimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, antes, segundo Palacios, é preciso instalar a estrutura industrial para a produção.

“A parte de produção do vírus inativado propriamente dito é um pouco mais complexa, tem as adequações da própria estrutura, mas já começamos com essas adequações de equipamentos para, no término dos estudos, já estarmos com isso planejado”. O passo seguinte será o registro do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: São Paulo ultrapassa a marca de 3 milhões de testes realizados

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São Paulo
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Vice-governador do estado trouxe novas informações sobre a testagem contra a Covid-19

Nesta sexta-feira (13), durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeiras na capital paulista, o vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, divulgou que São Paulo ultrapassou a marca de 3 milhões de testes realizados desde o início da pandemia da Covid-19 .

Segundo informações do governo de São Paulo , o aumento de testagem foi de quase 3000% entre os meses de março, quando eram feitos cerca de 1,3 mil exames por dia, e julho, quando o total diário atingiu a marca de 40 mil.

O balanço apresentado aponta 3.034.650 exames processados até o dia 12 de agosto. Desse total, 41,6 mil foram realizados em março; 150,8 mil em abril; 438,1 mil em maio; 867,8 mil em junho e 1,2 milhão em julho.

“Os números são resultados do esforço do governo do estado de ampliação da política de testagem em parceria com os laboratórios privados e também com os municípios, que receberam insumos e orientações para a realização dos seus testes. Assim, São Paulo se equipara aos países do mundo que mais testaram e isso é fundamental na nossa estatégia de combate à pandemia”, disse Garcia.

A análise foi confirmada pelo secretário de Saúde do estado, Jean Gorinchteyn, que ressaltou a importância de uma maior testagem para a diminuição das internações e da ocupação dos leitos de UTI.

“Nossas testagens estão abordando indivíduos com sintomas leves que não foram para a rede de internação, bem como a realização a pesquisa para os seus contactantes, fazendo dessa maneira um bloqueio da evolução da doença. A cada 15 pessoas, uma já foi testada. Continuaremos a ampliar o número de testes a serem realizados pela rede estadual, seja pelo Instituto Adolfo Lutz ou Instituto Butantan, para que, já na próxima semana, a capacidade de teste seja de 100 a cada 100 mil habitantes. Isso supera diversos países da Europa em termos de testagem”, afirmou o secretário.

Fonte: IG SAÚDE

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