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Personagem mais complexa do “BBB 19”, Paula chega à final com justiça

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Campeã? Provavelmente. A voz estridente, o animal de estimação incomum e o gosto pelo clichê nacional acerca da loirice chamaram a atenção para Paula logo na largada, mas ela chega à final do “BBB 19” pelas próprias pernas.

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Paula, do
Reprodução/Instagram

Paula foi a grande protagonista do “BBB 19”


De longe a participante que melhor entendeu o que foi o “ BBB 19 ” e como se comportar em um reality com objetivos e propostas como os que ostenta o “Big Brother Brasil”,  Paula  resgata a polarização que acompanhou participantes como Diego Alemão e Emily, campeões bastante contestados.

Razões para criticar a mineira não faltam. Ela talvez seja mesmo racista, destilou preconceitos e alguma ignorância sobre temas variados na casa. Mas também sobejam razões para elogiá-la e são essas que têm preponderado.

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A bacharel em direito foi autêntica e autenticidade é um elemento valoroso em realities como o “BBB”. A sister fez de sua franqueza, algo tão inconveniente em tempos de correção política, sua arma nada secreta e se irritou as redes sociais, um microcosmo cada vez mais barulhento, é verdade, conquistou um Brasil que já expressara certa insatisfação com esse status quo nas urnas em 2018.

Não que Paula seja a expressão da era Bolsonaro, mas parece indesviável alguma relação. É preciso alistar à equação as torcidas organizadas que patrocinaram recordes de votação em 2019, mesmo com o desdém registrado pelos índices de audiência.

Tem método


Paula, no
Reprodução/Globo

Paula




Para além do carisma e graça, a mineira soube jogar. Soube cavar VT. Soube ler o jogo em seus momentos cruciais. Soube antagonizar Rodrigo na hora certa, assim como soube assumir a rivalidade com Gabi, e esfriá-la, e aquecê-la novamente. Foi perfeita nas provas de resistência, solidária e atenciosa em momentos oportunos, para ela e para o jogo. Soube dialogar com Leifert e se enunciar para o público em diversos momentos-chave.

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Paula merece estar na final do ” BBB 19 ” e, com a devida vênia à subjetividade, merece o título. Foi a melhor jogadora de uma edição repleta de jogadores ruins. É legítima a antipatia à bacharel em direito, mas não o é a postulação de que não merece o título por conta disso. O “BBB” é um jogo de muitas variáveis e ramificações e Paula, até nos lampejos de sorte, como a expulsão de Hariany na véspera, conta com sorte de campeã .

Fonte: IG Gente
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Glória Maria adia retorno ao Globo Repórter e diz: “Não sou uma máquina”

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Glória Maria usou sua conta oficial no Instagram para informar que não estará na estreia da nova temporada do Globo Repórter que tem data marcada para esta sexta-feira (28). A jornalista disse que “decidiu descansar mais um pouquinho” e que voltará à Globo “na hora certa”.

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Glória Maria arrow-options
Divulgação

Glória Maria


“Queridos. Estou. Ficando realmente bem com a ajuda do carinho e da energia maravilhosa e única de vocês . E claro com o tratamento que estou fazendo desde que essa história começou quase 3 meses atrás. Hoje começa a nova temporada do Globo Repórter. @globoreporter . Eu adoraria estar ao lado d @sandra.annenberg.real apresentando o programa.Mas pensei muito e achei melhor descansar mais um pouco antes de voltar. Afinal da para imaginar o que é enfrentar um desafio de saúde deste tamanho”, começou Glória Maria .

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A jornalista passou por uma séria cirurgia no cérebro no fim do ano passado e ainda se recupera do procedimento, ela também está de luto pela morte da mãe, que morreu há duas semanas. “Além de tudo perdi minha mãe 2 semanas atrás. Então, antes de voltar ao trabalho, achei melhor ficar mais um pouco em casa cuidando das milhas filhas. Apesar de ter feito inúmeras reportagens de aventuras e desafios NÃO sou uma máquina.”, completou ela.

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Glória Maria finalizou dizendo que pretende voltar ao comando do Globo Repórter no momento certo. “Quero voltar a estar com vocês apresentando e viajando para Globo Repórter na hora certa. O @globoreporter é meu grande sonho, é desafio profissional, mas agora o programa vai esperar por mim um pouquinho. A Maria e a Laura querem a mamãe em casa!”

Fonte: IG Gente
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Brasil ganha primeiro prêmio no Festival de Berlim com “Meu nome é Bagdá”

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Com 19 filmes participando do Festival de Berlim , o Brasil já pode comemorar seu primeiro prêmio. ” Meu nome é bagdá “, dirigido por Caru Alves de Souza , levou nesta sexta-feira (28) o Grand Prix da Mostra Generation14plus, dedicado a filmes que retratam a realidade da juventude pelo mundo.

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Reprodução/Instagram

“Meu nome é Bagdá”


A decisão do júri, formado por Abbas Amini , Rima Das e Jenna Bass , foi unânime, destacando a liberdade da obra, “recheada de lindas amizades, música, movimento e solidariedade”.

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“Meu nome é Bagdá” abriga diferentes aspectos das questões de gênero e lutas feministas a partir da experiência da personagem-título, que se veste e age como um garoto. Vivida pela skatista Grace Orsanato , ela é a única menina a frequentar a pista de skate do bairro. Mas, com sua atitude, abre caminho para mais.

“O filme é dominando por mulheres fortes, que não precisam sofrer ou fazer papel de vítima para testar a força que têm”, descreveu a paulistana Caru ao jornal O Globo há alguns dias.  “Percebo hoje que as mulheres se sentem mais fortalecidas pelos laços que constroem entre elas. Sentem-se mais fortes quando estão juntas, atuando coletivamente, do que quando buscam soluções individuais para seus problemas”, completou.

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A trama é livremente inspirada no livro “ Bagdá — O skatista ”, de Toni Brandão, lançado em 2009, mas centrado na figura de um menino. A versão imaginada por Caru mudou de ponto de vista ao longo do tempo e, quando o projeto foi retomado, a partir de 2014, absorveu os crescentes questionamentos sobre gênero e disputas identitárias.

O Brasil concorre também na mostra principal, com ” Todos os mortos “, de Caetano Gotardoe Marco Dutra.

Fonte: IG Gente
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