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Período de seca em MT serve de alerta para produtores buscarem suplementação alimentar para os animais

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Com a chegada recente do período de seca neste ano, no estado de Mato Grosso, os produtores rurais da região devem ficar atentos à alimentação e nutrição de seu gado. Segundo os dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), uma redução significativa foi registrada no volume de chuvas desde o mês de abril, em comparação com a mesma época do último ano.

As regiões que mais foram atingidas pela seca precoce neste período foram a Sudeste e o Centro-Sul. Com isso, significante parte dos pecuaristas começaram a liberar seus animais por conta da baixa qualidade dos pastos. A tendência ainda é de que o clima seco perdure pelos próximos 30 dias.

Em boa parte do estado, o esperado é de que as chuvas acumulem entre 10 e 25 milímetros, sendo que a região nordeste registrará maior seca, com previsão de chuvas de apenas 5 milímetros. Perante a isso, os produtores que não buscarem por sistemas mais intensivos, poderão registrar perdas no processo de engorda dos animais.

“O produtor tem que estar sempre se preparando para esse período de seca, pois é justamente o momento em que o animal vai deixar de ganhar peso, pode surgir o efeito sanfona e isso prejudica a terminação desse animal”, explicou o gerente de relações institucionais da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Nilton Mesquita.

O gerente de relações ressalta que devido à falta de chuvas, a pastagem não possui condições adequadas para suprir a alimentação do gado. Com isso, o produtor rural precisa buscar outras alternativas de alimentar o animal, sendo, por meio de semiconfinamento ou um confinamento, que podem suprir a necessidade de pasto.

“O produtor tem que procurar na região dele quais seriam as soluções para ele criar uma ração ou uma complementação do pasto neste período de seca, que tem sido mais longo nos últimos anos. Ao mesmo tempo, os produtores devem ter um cuidado redobrado com os custos, para não ter um grande impacto econômico no seu negócio”, concluiu.

Fonte: AgroPlus

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BOI/CEPEA: Exportação recorde no 1º semestre sustenta preço interno

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Cepea, 07/07/2022 – O volume de carne bovina in natura exportado pelo Brasil no primeiro semestre de 2022 e a receita arrecadada pelo setor foram recordes para o período. Segundo pesquisadores do Cepea, com as vendas de carne no mercado brasileiro ainda registrando fraco desempenho e com o dólar valorizado frente ao Real, frigoríficos brasileiros que têm acesso ao mercado externo seguem focados neste canal de escoamento. Vale lembrar que esse cenário sustenta os valores internos do boi gordo, que seguiram em patamares elevados de janeiro a junho. Segundo dados da Secex, de janeiro a junho, os embarques de carne bovina in natura totalizaram 932,34 mil toneladas, 26,71% acima do volume escoado no mesmo período do ano passado e 19,93% superior ao até então recorde para um primeiro semestre, registrado em 2020. Quanto à receita, em moeda nacional, somou R$ 28,4 bilhões na primeira metade deste ano, forte aumento de 50,5% frente ao mesmo período do ano anterior e também um recorde. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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SUÍNOS/CEPEA: Receita com exportações é a maior desde outubro/21

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Cepea, 07/07/2022 – Os embarques brasileiros de carne suína in natura somaram 83,5 mil toneladas em junho, 4,7% a mais que em maio, porém, 14,6% inferior ao volume exportado de junho/21, segundo dados da Secex. A receita com as vendas externas, por sua vez, totalizou US$ 202,9 milhões, avanço de 6,3% frente ao mês anterior. Em moeda nacional, o montante recebido por exportadores em junho cresceu expressivos 8,7% no comparativo mensal, atingindo o melhor resultado desde outubro/21, ainda de acordo com dados da Secex. Além do incremento no valor médio pago pela tonelada do produto, a valorização da moeda norte-americana frente ao Real reforçou o aumento da receita em Reais. Pesquisadores do Cepea indicam que, mesmo com o bom desempenho das exportações, os preços do animal vivo no mercado brasileiro independente apresentaram variações distintas dentre as praças acompanhadas pelo Cepea. Regiões do Paraná e de Santa Catarina tiveram tendência de baixa nos valores, mas, no Sudeste, houve sustentação. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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