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Pequena alteração causou queda de sites no mundo inteiro; entenda o ‘bug’

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'Bug' causou falha em sites do mundo todo
Unsplash/Mika Baumeister

‘Bug’ causou falha em sites do mundo todo

falha que deixou sites de todo o mundo fora do ar na manhã de terça-feira (8) foi explicada. O causador da queda global foi um ‘ bug ‘, de acordo com o Fastly , provedor de serviços de computação em nuvem responsável por todas as páginas que caíram.

Veículos de comunicação como o The New York Times e a CNN, assim como plataformas de streaming e fóruns online como Twitch e Reddit ficaram indisponíveis. De acordo com o Fastly, o que aconteceu foi um erro no sistema, que foi desencadeado por uma alteração de configuração por um dos clientes.

A interrupção foi “ampla e severa”, descreveu Nick Rockwell, vice-presidente de engenharia e infraestrutura do Fastly, em um post no blog oficial da empresa. Segundo ele, o ‘bug’ foi identificado e corrigido em 49 minutos. Ele explica que condições bastante específicas desencadearam a falha global mas que, mesmo assim, a empresa deveria ter antecipado esse erro.

Mas, afinal, o que faz o Fastly e por que tantos sites do mundo todo utilizam seus serviços? Na prática, a empresa usa uma rede enorme de servidores ao redor do mundo para diminuir o tempo de carregamento de páginas na internet , reduzindo a sobrecarga de tráfego e evitando que os sites fiquem lentos ou caiam.

O serviço é prestado entre usuários e os servidores dos sites, como se fosse uma camada no meio. Por isso, quando houve um erro nessa camada, o acesso das pessoas a todas as páginas do mundo que utilizam o Fastly ficou indisponível.

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Google negocia com TikTok e Instagram para mostrar vídeos curtos na busca

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Google negocia com redes sociais
Unsplash/Kai Wenzel

Google negocia com redes sociais

O Google está em negociações com a empresa chinesa ByteDance, dona do TikTok, e com o Facebook, dono do Instagram, para trazer vídeos curtos das redes sociais para o seu buscador, de acordo com informações relatadas pelo The Information.

A ideia da gigante de tecnologia é fazer um acordo com as plataformas de mídias sociais para que os vídeos curtos possam ser indexados como resultados a pesquisas na busca.

Atualmente, as respostas para as buscas no Google mostram apenas vídeos presentes em outras plataformas, como o YouTube.

“Ajudamos os sites a tornar seu conteúdo detectável e se beneficiar de sua localização no Google, e eles podem escolher como ou se seu conteúdo aparecerá na pesquisa”, disse um porta-voz da empresa ao The Information.

Desde dezembro passado, o  Google vem testando mostrar vídeos do TikTok  e do Instagram nos resultados da busca. Se a negociação der certo, é possível que esse recurso chegue a todos os usuários.

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Xiaomi contrata consultoria independente após acusação da Lituânia

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Xiaomi Civi
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Civi

A Xiaomi afirmou nesta segunda-feira (27) que contratou um especialista independente para avaliar seus sistemas. O anúncio veio após o  governo da Lituânia divulgar um relatório acusando a empresa chinesa de usar um recurso de censura em seus smartphones.

“Contestamos a caracterização de certas conclusões [presentes no relatório], mas estamos contratando um especialista independente para avaliar os pontos levantados”, disse um porta-voz da Xiaomi à Reuters.

Em seu relatório, o Centro Nacional de Cibersegurança da Lituânia, publicado na última terça-feira (21), afirma que os celulares da Xiaomi possuem um software que pode identificar e censurar alguns termos, como “Tibete Livre”, “Viva a independência de Taiwan” ou “movimento pela democracia”. Ao todo, cerca de 450 termos foram encontrados.

O recurso está desativado na versão global dos celulares da Xiaomi, estando presentes apenas nas versões chinesas. De acordo com o relatório, porém, a ferramenta poderia ser “ativada a qualquer momento”.

A Xiaomi não especificou qual organização independente fará a inspeção em seus sistemas. À Reuters, a companhia chinesa afirmou que essa instituição tem sede na Europa.

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