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Economia

Pelo segundo ano, Boticário é a marca mais admirada do varejo nacional

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Josiane Souza /boticario

Boticário é a marca de varejo mais querida pelos brasileiros.


Pelo segundo ano consecutivo, o Boticário lidera a lista das marcas mais admiradas do varejo nacional. O levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo, o IBEVAR, levou em consideração milhões de manifestações de consumidores nas redes sociais. 

Depois do Boticário, as marcas mais queridas pelos brasileiros foram Casas Bahia, Lojas Americanas, Renner, Riachuelo, Mc Donald’s, Havan, Arezzo, C&A e Schutz. Em um levantamento por faturamento , o querido Boticário ocupa apenas a 19ª posição. 

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A pesquisa também divulgou as marcas mais admiradas por segmento de mercado . Liderando a lista de hiper e supermercados mais admirados, está o Carrefour, que também é a empresa com o maior faturamento do varejo brasileiro. Já entre os atacadistas, o título de marca mais querida fica com o Assaí. 

Na lista de empresas de alimentos mais admiradas, quem lidera é a Cacau Show, e o Magazine Luiza ganha quando o assunto são os vendedores de eletroeletrônicos. Em artigos para o lar, a Tok & Stok sai na frente com bastante vantagem e, dentre as drogarias mais admiradas, a vencedora é a Panvel. 

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Dentre os varejistas de beleza e cuidado pessoal está, é claro, o Boticário. Seguido dele, vem Quem disse berenice?, Eudora e The Beauty Box, todos do Grupo Boticário . Para os varejistas de material de construção, a queridinha foi a Leroy Merlin. Nos esportes, o título ficou com a Centauro e, nas livrarias, com a Saraiva. O Submarino ganhou dentre os varejistas de eletrônicos, e a RiHappy foi campeã entre os vendedores de brinquedos. 

Quando o assunto é moda, C&A saiu na frente, seguida de Renner e Riachuelo. No cuidado com os pets, a marca mais admirada pelos brasileiros é a Petz. A Lojas Americanas é a marca mais querida dentre as lojas de departamento, enquanto Mc Donald’s vence entre os fast food e Vivara entre os especializados. 

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Economia

Tarifa de importação de pneus para transporte de cargas é zerada

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A partir de amanhã (21), os pneus para transporte de cargas entrarão no país sem pagar Imposto de Importação. A medida foi decidida pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com o objetivo de reduzir os custos operacionais do transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Em nota, o Ministério da Economia informou ter atendido a pedido do Ministério da Infraestrutura. A Camex informou ter ouvido empresas do setor que, informaram que os preços dos pneus de carga no mercado nacional têm ficado mais caros por causa da alta do dólar, do aumento da demanda pelo produto e pela elevação do preço das commodities (bens primários com cotação internacional).

A medida valerá a partir da publicação da resolução no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (21). Em 2020, 1,28 milhão de pneus novos de borracha, usados em caminhões, foram importados pelo Brasil, num total de US$ 141,8 milhões.

Edição: Aline Leal

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Economia

Dívidas com Finam e Finor podem ser quitadas com até 70% de desconto

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Empresas do Norte e Nordeste do país já podem renegociar suas dívidas com os Fundos de Investimento da Amazônia (Finam) e do Nordeste (Finor), administrados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). O prazo para renegociação dos débitos vai até 18 de dezembro. A portaria que disciplina procedimentos, requisitos e condições necessárias para a quitação e a renegociação das dívidas foi publicada na edição desta quarta-feira (20) do Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo ministro Rogério Marinho. 

Segundo o governo, a medida permite a quitação das debêntures (títulos de dívidas de empresas) com descontos que podem chegar a até 70% do valor total do débito no caso de quitação, com a possibilidade de exclusão de encargos e de juros de mora por inadimplência. Para quem pretende renegociar os débitos, a extensão do pagamento poderá ser feira em até sete anos, incluídos dois anos de carência. Em qualquer caso, informou o MDR, será estabelecida uma nova base de cálculo de indexação da dívida, aproximando a realidade desses fundos ao praticado no mercado. A renegociação deve ser feita diretamente com a instituição financeira, que são o Banco do Nordeste (Finor) e o Banco da Amazônia (Finam).

De acordo com o MDR, em nota, a portaria atende uma demanda histórica de empresários do Norte e Nordeste, uma vez que o índice de inadimplência das carteiras de debêntures do Finam e Finor chega a 99% “em consequência da complexidade do sistema, da alta carga moratória de juros e da insegurança jurídica causada por várias mudanças legais, principalmente entre 1991 e 2000”. Atualmente, a dívida de empreendedores com os dois fundos chega a R$ 49,3 bilhões. A meta do governo é atender mais de 1,7 mil empresas e renegociar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 5 bilhões, com retorno para os fundos de R$ 400 milhões a R$ 1 bilhão.

Para participar, as empresas devem ter recebido o Certificado de Empreendimento Implantado (CEI), estarem com projetos em implantação regular ou terem tido incentivos financeiros cancelados por fatores externos. A renegociação de dívidas permite ao devedor limpar seu nome perante as instituições bancárias e retirar possíveis restrições para tomada de crédito em outras modalidades oferecidas.

Edição: Aline Leal

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