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Pedro abre campanha pelas redes sociais em solidariedade às vítimas da covid-19 em MT

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Ex-governador, Pedro Taques (SDD): candidato ao Senado lança campanha com homenagem as vítimas da pandemia em MT

O ex-senador e ex-governador Pedro Taques (Solidariedade) decidiu lançar sua candidatura ao Senado Federal por meio de um vídeo postado em suas contas nas redes sociais. Nele, Pedro destaca que sua campanha será pautada pela legalidade e com respeito à vida. No lançamento da campanha pela internet, o candidato buscou demonstrar respeitos aos 3.394 mato-grossenses vítimas das covid-19 e seus familiares e amigos.

O candidato disse que vai respeitar todas medidas de distanciamento social para evitar a proliferação da covid-19 em Mato Grosso.  “Nós só vamos fazer o que é certo! Entre o fácil e o certo, sempre fique com o certo”, disse o postulante ao cargo de Senador por Mato Grosso.

No vídeo, Pedro destaca o desejo de voltar ao Senado da República e de orgulhar o povo do estado, como fez entre os anos de 2011 a 2014. “Foi uma decisão difícil, algumas pessoas da minha família não queriam, outras me incentivaram. Mas, depois nos unimos, para que eu possa voltar ao Senado. Agora eu preciso de você, eu preciso de cada mato-grossense, seja ele morador de Colniza, Confresa, Itiquira, do Araguaia, do Vale do Rio Cuiabá ou de Sinop”, afirmou.

Pedro aproveitou a mídia para reforçar que o Senado é o local em que todos os estados possuem a mesma representatividade, seja o Acre (menor estado em termos populacionais do país) ou São Paulo (o mais populoso e o maior economicamente). “Eu quero ser o seu senador para que Mato Grosso possa ter voz no Senado da República.

Pedro será candidato pela chapa “Todos Somos Mato Grosso” que tem o Solidariedade e o Cidadania em sua formação. A aliança foi firmada para a eleição suplementar ao Senado que acontece em 15 de novembro. A eleição será junto com o pleito municipal.

Dois servidores públicos fazem parte da chapa com Pedro, o Delegado Fausto (Cidadania) e a Doutora Elza Queiroz (Solidariedade), primeiro e segundo-suplente respectivamente.

Perfil Pedro Taques

Pedro Taques é cuiabano, nasceu em 15 de março de 1968, filho de Alinor Teixeira Taques e Eda Gonçalves Taques. Seu pai é um pequeno agricultor rural e sua mãe é professora aposentada. Pedro é pai de Renata Taques tem 22 anos.

O candidato é formado em direito pela Universidade de Taubaté, iniciou sua carreira como procurador do Estado de São Paulo. Em 1995 entrou para o Ministério Público Federal onde ganhou projeção ao lutar contra o crime organizado. Entre os feitos de maior repercussão de sua carreira no Ministério Público está a prisão de João Arcanjo Ribeiro, que controlava os jogos de azar em Mato Grosso e era conhecido como comendador.

Depois de 15 anos de trabalho como procurador, em 2010, pediu exoneração do cargo vitalício para ser candidato a senador da República. Foi eleito com 708.440 votos.

O reconhecimento pela postura ética rendeu ao mato-grossense espaço como membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante do Senado. Também comandou no Senado a reforma do Código Penal Brasileiro.

Por três anos consecutivos, Pedro Taques foi destaque no Prêmio Congresso em Foco, que elege os melhores parlamentares do Congresso. Em 2011, 2012 e 2013, esteve entre os 10 melhores senadores do Brasil.

Além disso, Pedro Taques esteve entre os parlamentares mais influentes do país, conforme o levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – o DIAP. Desde que assumiu o mandato, Pedro Taques esteve entre “os 100 cabeças do Congresso”, conforme a instituição.

Em 2014, Pedro foi eleito governador de Mato Grosso. No comando do Palácio Paiaguás, Pedro enfrentou a maior crise econômica da história. Mesmo com falta de recursos, fez uma administração voltada ao social. Sendo o responsável por grandes contribuições  nas políticas públicas, mas reconhece que em função das circunstâncias históricas não pode fazer tudo o que gostaria.

Agora, Pedro se lançou em um novo desafio, quer voltar a ser senador e ocupar a vaga deixada pela senadora Selma Arruda, após a confirmação de sua cassação pelo TSE.

Os suplentes

O Delegado Fausto tem 39 anos e atua como delegado em Mato Grosso há 13 anos. Em 2016 foi presidente do Intermat, e em 2017 assumiu o Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção (GTCC), na gestão de Pedro como governador. No fim de 2017, assumiu o comando da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh). Ele voltou à Polícia Civil na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em 2019. Ele será o primeiro suplente da chapa.

Elza Queiroz é médica, anestesiologista, professora da Universidade Federal de Mato Grosso e servidora da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso  (SES). Foi presidente do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso e é filiada ao Solidariedade. Ela será a segunda suplente da chapa.

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Mendes anuncia que vai repor perdas por salários escalonados; correção será na folha de novembro

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Anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes nesta terça-feira

O Governo de Mato Grosso vai pagar aos servidores estaduais (ativos e inativos) a correção monetária sobre os salários que foram pagos de forma escalonada. O anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes nesta terça-feira (27), após reunião com os secretários Rogério Gallo (Fazenda) e Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão).

A correção será paga de uma só vez a todos os servidores que têm o direito na folha de novembro, junto com a folha de pagamento. “Infelizmente o Estado de Mato Grosso, nos últimos anos, atrasou salários e em alguns meses pagou de forma parcelada. E a legislação estadual diz claramente que quando o Estado paga além do dia 10, o servidor tem direito à correção monetária. Graças ao nosso trabalho e dos nossos servidores, conseguimos consertar o Estado e isso nos permitiu pagar este direito”, afirmou o governador.

Os valores são correspondentes a pagamentos atrasados e/ou escalonados no período de agosto de 2017 a outubro de 2019, incluindo o 13° do período. A correção será feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

De acordo com o secretário da Seplag, Basílio Bezerra, o Governo tem envidado todos os esforços para corrigir distorções ocorridas no passado relativas aos servidores públicos. “Esse pagamento é justo e representa a valorização e respeito aos servidores públicos estaduais”, ressaltou.

 

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Senador Wellington Fagundes lamenta morte de piloto que atuou no Pantanal

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Renato fazia parte da Força Nacional e trabalhava no combate aos incêndios

O presidente da Comissão Temporária Especial do Pantanal, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) lamentou nesta terça-feira (27) a morte do piloto Renato de Oliveira Souza, da Polícia Civil do Distrito Federal, que se acidentou na região de Porto Jofre, município de Poconé, quando pilotava um helicóptero da Força Nacional. Renato atuava no combate às queimadas e sofreu o acidente no dia 08 de outubro. Com ele, estavam o copiloto Luiz Fernando Berberick, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e o segundo sargento Emerson Miranda Martins, da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Os dois estão em recuperação.

Segundo nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Renato ingressou na Polícia Civil do Distrito Federal em 1992 e, desde 2011, era lotado na Divisão de Operações Aéreas e estava cedido à Força Nacional.

Durante audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa e presidida pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), o senador lamentou, também, o cancelamento do programa Bid Pantanal, que destinava 92 milhões de euros ou 82 milhões de dólares para programas de desenvolvimento socioeconômico na Bacia do Rio Paraguai, conservação dos recursos naturais e promoção de atividades econômicas ambientalmente sustentáveis no pantanal.

Criado em 2001, o programa foi encerrado em 2005 por uma decisão do governo federal, quando apenas 4,3 milhões de euros foram liberados, ou 2,34% do total. “Era um grande programa ambiental. Uma pena ter o fim que teve”, disse.

Ele reafirmou a necessidade de investimentos de recursos no bioma pantanal e de planejamento para evitar que os incêndios voltem a ocorrer com a mesma intensidade deste ano, quando 4 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas.

Durante a audiência, ele convidou as assembleias legislativas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além dos secretários estaduais de Meio Ambiente de ambos os estados, para a elaboração de propostas de prevenção e combate aos incêndios e de um programa de captação de recursos a ser apresentado ao presidente Jair Bolsonaro. “Até o momento, não conseguimos juntar os ministérios para ver como vai ser feita a recuperação das áreas atingidas pelo fogo”, disse.

A Comissão Temporária Externa do Pantanal tem, como objetivo final, elaborar o Estatuto do Pantanal – uma legislação que vai definir o uso sustentável dos recursos naturais. A CTE já realizou duas visitas in loco ao pantanal e cinco reuniões ordinárias. A próxima está marcada para a sexta-feira (30)

 

 

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