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Economia

Pedidos de recuperação judicial caem 34,5% em setembro

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Os pedidos de recuperação judicial caíram 34,5% em setembro em comparação ao mesmo mês do ano passado. Foram 57 solicitações no último mês ante 87 em setembro de 2020. Os dados, divulgados hoje (14), são da Serasa Experian.

Os pedidos de recuperação diminuíram em todos os portes de empresas. Os micro e pequenos negócios tiveram o maior número de requisições (38), seguidos das médias empresas (13) e das grandes (6). Foram registradas mais solicitações no setor de serviços (28), seguido do comércio (10) e indústria (10), e o primário (9).

“Com a nova disponibilização das linhas de crédito específicas para micro e pequenos negócios, os empreendedores conseguiram colocar as contas em dia e manter a empresa funcionando”, explicou o economista da Serasa Experian Luiz Rabi. 

De acordo com ele, a melhora no resultado não significa uma tendência, “mas um alívio temporário, já que o cenário econômico atual de inflação e juros em alta ainda é bastante desafiador”.

Os pedidos de falência também caíram na comparação anual. Foram registradas queda 8,5%. Foram 75 solicitações em setembro de 2021, ante as 82 feitas no mesmo mês do ano anterior. As micro e pequenas empresas se destacaram com o volume mais expressivo de pedidos (49). Na sequência, estão os negócios de grande (15) e os de médio (11) portes. Na análise por segmento, o setor de serviços liderou, com 48 requisições.

Edição: Fernando Fraga

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Casa Verde e Amarela: juros menores e novo teto entram em vigor nesta quinta

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Novas regras do Casa Verde e Amarela passam a valer a partir desta quinta-feira (28)
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Novas regras do Casa Verde e Amarela passam a valer a partir desta quinta-feira (28)

Começam a valer nesta quinta-feira (28) as novas regras do programa Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa, Minha Vida. As mudanças trazem juros mais baixos e um novo teto para os imóveis de habitação popular. Confira as mudanças:

Unificação das taxas de juros

Todas as famílias com renda de até R$ 2 mil por mês terão acesso à mesma taxa de juros.

  • Norte e Nordeste: 4,25% ao ano, para cotistas do FGTS, e 4,75% ao ano para quem não é cotista;
  • Sul, Sudeste e Centro-Oeste: 4,5% ao ano para cotistas do FGTS, e 5% ao ano para quem não é cotista.

Redução temporária das taxas de juros

Até o fim de 2022, famílias com renda mensal de R$ 4 mil a R$ 7 mil pagarão taxas de juros menores. A redução é de 0,5 ponto percentual.

  • Cotistas do FGTS por três anos ou mais: juros de 7,16% ao ano;
  • Para quem não é cotista do FGTS: juros caem de 8,16% para 7,66% ao ano.

Novo teto

Com as novas regras, o teto – isto é, o valor máximo de custo – dos imóveis também mudou. Agora, ele varia de acordo com a região e o número de habitantes do município.

Capitais classificadas pelo IBGE como metrópoles:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 240 mil para R$ 264 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 215 mil para R$ 236,5 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil.

Demais capitais e municípios com população maior ou igual a 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais e municípios a partir de 100 mil habitantes nas regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital:

Leia Também

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 230 mil para R$ 253 mil;
  • E S, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil.

Municípios a partir de 100 mil habitantes e municípios com menos de 100 mil habitantes das regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital e municípios com menos de 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 170 mil para R$ 187 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 165 mil para R$ 181,5 mil.

Municípios com população maior que 50 mil habitantes e menor que 100 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 145 mil para R$ 166,75 mil:
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 161,1 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 155,25 mil.

Municípios com população maior que 20 mil habitantes e menor que 50 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ R$ 145 mil para R$ 159,5 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 154 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 148,5 mil.

Demais municípios:

  • DF, RJ e SP: permanece em R$ 145 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC: permanece em R$ 140 mil;
  • Outras regiões: permanece em R$ 135 mil.

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Todas as famílias com renda de até R$ 2 mil por mês terão acesso à mesma taxa de juros.

  • Norte e Nordeste: 4,25% ao ano, para cotistas do FGTS, e 4,75% ao ano para quem não é cotista;
  • Sul, Sudeste e Centro-Oeste: 4,5% ao ano para cotistas do FGTS, e 5% ao ano para quem não é cotista.

Redução temporária das taxas de juros

Até o fim de 2022, famílias com renda mensal de R$ 4 mil a R$ 7 mil pagarão taxas de juros menores. A redução é de 0,5 ponto percentual.

  • Cotistas do FGTS por três anos ou mais: juros de 7,16% ao ano;
  • Para quem não é cotista do FGTS: juros caem de 8,16% para 7,66% ao ano.

Novo teto

Com as novas regras, o teto – isto é, o valor máximo de custo – dos imóveis também mudou. Agora, ele varia de acordo com a região e o número de habitantes do município.

Capitais classificadas pelo IBGE como metrópoles:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 240 mil para R$ 264 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 215 mil para R$ 236,5 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil.

Demais capitais e municípios com população maior ou igual a 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais e municípios a partir de 100 mil habitantes nas regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital:

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  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 230 mil para R$ 253 mil;
  • E S, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 190 mil para R$ 209 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil.

Municípios a partir de 100 mil habitantes e municípios com menos de 100 mil habitantes das regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista e Regiões Integradas de Desenvolvimento de capital e municípios com menos de 250 mil habitantes classificados pelo IBGE como capitais regionais:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 180 mil para R$ 198 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 170 mil para R$ 187 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 165 mil para R$ 181,5 mil.

Municípios com população maior que 50 mil habitantes e menor que 100 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ 145 mil para R$ 166,75 mil:
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 161,1 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 155,25 mil.

Municípios com população maior que 20 mil habitantes e menor que 50 mil habitantes:

  • DF, RJ e SP:  foi de R$ R$ 145 mil para R$ 159,5 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC:  foi de R$ 140 mil para R$ 154 mil;
  • Outras regiões:  foi de R$ 135 mil para R$ 148,5 mil.

Demais municípios:

  • DF, RJ e SP: permanece em R$ 145 mil;
  • ES, MG, PR, RS e SC: permanece em R$ 140 mil;
  • Outras regiões: permanece em R$ 135 mil.

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