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PDT nacional quer candidatura própria e ‘lança’ maestro como pré-candidato à prefeitura de Cuiabá

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Fabrício Carvalho foi enaltecido pelo presidente nacional do PDT, Carlos Luppi

O PDT nacional está de olho em Mato Grosso. Além da disposição declarada do vice-governador Otaviano Pivetta, pedetista histórico, o comando nacional está de olho na Prefeitura de Cuiabá. A ponto de o presidente nacional do partido, Carlos Luppi, publicar uma  live no Facebook, lançando o maestro Fabrício Carvalho, pré-candidato do PDT à prefeitura de Cuiabá.

Luppi fez uma fala analisando que o Brasil precisa se voltar para os problemas de cada cidade. De que pensar em política pública é resolver os problemas das cidades, que começam inclusive com um buraco na rua. Depois de fazer essa análise, o presidente nacional do partido praticamente lançou o maestro de Cuiabá para disputar o pleito que se avizinha.

Conforme o líder partidário, o PDT terá sua linha municipalista mais aguçada nestas eleições. Ele destacou, inclusive, várias prefeituras. Além de Cuiabá, o PDT pensa nas prefeituras de Campo Grande (MS), Manaus (AM), Ananindeua (PA) e Recife (PE).

 “Estamos lançando o maestro, chamado maestro Fabrício. Um jovem com a cabeça arejada, que comanda a orquestra sinfônica de Mato Grosso, é professor universitário, músico. Candidato em Cuiabá”, afirmou. O partido, conforme Luppi, está buscando os mais jovens para promover uma renovação de lideranças nestas eleições.

“Estamos abrindo espaço para a nova geração que tenha consciência, que saiba o que é o trabalhismo, que tenha visão humanista, que tenha compromisso social, que saiba ser solidário com o trabalhador”, disse na live.

 

 

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Solidariedade vai entrar com ação no Supremo contra lei de ICMS de Mato Grosso

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Ação tem como objetivo evitar punição a contabilistas por erros de clientes

O partido político Solidariedade através do diretório nacional pretende entrar com ação direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) de Mato Grosso. A medida judicial tem como objetivo a declaração de inconstitucionalidade do artigo 18-C, que trata sobre a ‘responsabilidade solidária’ do profissional de contabilidade.

De acordo com tal dispositivo legal, o profissional de contabilidade fica submetido a ser responsabilizado solidariamente no tocante o crédito tributário devido por seu cliente. Para o consultor tributário, Victor Maizman, que elaborou um parecer técnico sobre o assunto, tal imposição é desproporcional e viola o artigo 5º, LIV da Constituição Federal.

O contabilista não se enquadra em nenhuma das hipóteses de responsabilidade solidária trazidas pelo Código Tributário Nacional (CTN), pois não configura pessoa que tenha interesse comum na situação, além de não ser pessoa expressamente designada por lei. Portanto o CTN não inclui o contabilista como codevedor solidário de qualquer obrigação solidária, e não poderia uma lei ordinária fazer tal previsão, sob pena de violação do artigo 146, inciso III, alínea ‘b’ da Constituição Federal”, explica Maizman.

Segundo o contador e tesoureiro regional do Solidariedade, Marco Aurélio Ribeiro Coelho Júnior, a base estadual do Solidariedade acolheu o pleito dos contadores mato-grossenses e levou o caso para a base nacional do partido, onde foi aprovado a representação no STF em defesa dos profissionais e contra do Estado de Mato Grosso.

“O nosso partido defende o interesse da sociedade e preza por aplicar sempre a legalidade. Portanto partimos para defender uma classe de profissionais que não podem ser responsáveis se os clientes deixam de cumprir a legislação. Vamos até o fim para que a justiça seja feita”, explicou Coelho.

Para o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas de Mato Grosso (Sescon/MT), Amauri Menacho, os profissionais da classe contábil não podem ser punidos por algo que os foge à competência. “Fizemos o pleito ao partido Solidariedade. Nós não somos coniventes com a ilegalidade, somos responsáveis e queremos que todas as empresas trabalhem adequadamente. Mas não podemos ser penalizados por erros de clientes”, disse o presidente.

 

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No bastidor, Taques tenta superar preferência por Leitão para disputa ao Senado

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Embora afastado da vida política desde que terminou seu mandato no governo do Estado, após ser derrotado na tentativa de se reeleger, o ex-governador Pedro Taques (PSDB), está trabalhando nos bastidores a possibilidade de disputar a eleição suplementar do Senado da República, já marcada para o próximo dia 26 de abril, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), por caixa 2 e abuso de poder econômico.

No seu partido, o PSDB, Taques tem como adversário o ex-deputado federal Nilson Leitão, que dificilmente perderá a condição de disputa para o ex-governador. Os dois foram derrotados na campanha de 2018. Pedro Taques era candidato à reeleição e ficou em terceiro lugar no pleito e Nilson Leitão ficou em 5° lugar na disputa ao Senado.  “Não debati isso com o PSDB. O nosso partido tem sim bons candidatos, mas precisamos aguardar a Justiça Eleitoral decidir sobre as regras”, diz o ex-governador.

Empolgado com resultado de uma pesquisa interna, na qual estaria bem pontuado, aparecendo entre os preferidos ao Senado, mesmo após deixar o cargo de governador com grande desgaste, Pedro Taques vem flertando com alguns partidos, como o Cidadania, comandado em Mato Grosso pelo seu ex-secretário Marco Marrafon, e também com o Solidariedade.

O líder do Solidariedade no Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, deseja atrai-lo para partido. Acontece que Taques perdeu espaço no PSDB, cuja maioria prefere apostar de novo na candidatura de Nilson Leitão.

Agora, o ex-governador entende que só vai conseguir ser candidato se o Tribunal Regional Eleitoral permitir filiações às vésperas do pleito suplementar de 26 de abril e concorrer por outra legenda. Na eleição de 2018, Taques, que disputou a reeleição, entrou para a história em Mato Grosso como o primeiro governador no exercício do cargo que não conseguiu se reeleger.

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