conecte-se conosco


Política Nacional

Paulo Guedes afirma que seria “insanidade” pensar em privatizar o SUS

Publicado


Divulgação/Agência Brasília
Saúde - geral - Sistema Único de Saúde SUS atenção primária atendimento população serviços (Unidade Básica de Saúde no Núcleo Bandeirante-DF)
Guedes disse que 4 mil unidades básicas de saúde poderiam ter as obras concluídas com parcerias público-privadas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse aos parlamentares da Comissão Mista que acompanha as ações econômicas de combate à pandemia que o decreto do governo que previa estudos para parcerias público-privadas na atenção básica de saúde foi interpretado como uma privatização do Sistema Único de Saúde, o que seria uma “insanidade”. Segundo ele, o decreto acabou sendo revogado porque foi mal recebido e não fazia parte das prioridades do governo.

Na reunião, o ministro também sugeriu uma mudança constitucional para que a calamidade pública possa ser acionada mais rapidamente caso necessário. O decreto atual de calamidade vai até o final deste ano.

Guedes explicou que a ideia das parcerias na saúde partiu da secretária especial do Programa de Parcerias de Investimento, Martha Seillier, como uma maneira de finalizar 4 mil unidades básicas de saúde e 168 Unidades de Pronto Atendimento. Guedes minimizou o tema, dizendo que o assunto surgiu em meio a dezenas de outros que são decididos todo dia. Mas reafirmou que ninguém nunca pensou em privatizar o SUS.

O deputado General Peternelli (PSL-SP) disse que as parcerias na saúde teriam similaridade com as que acontecem na educação. “Muitas creches, o prefeito terceirizou. É uma escolinha privada que os pais avaliam periodicamente aquela escola e se tiver aprovação, a prefeitura paga por aquele aluno. Com isso economiza construção da creche e estrutura de ter que contratar o pessoal para ela. E aí fica a reflexão para nós. Se isso é bom para a educação, porque também não aplicar para as UBS?”

Mas a senadora Zenaide Maia (PROS-RN) condenou o decreto por tentar repassar parte do sistema para a iniciativa privada em plena pandemia.

Reportagem – Sílvia Mugnatto
Edição – Geórgia Moraes

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política Nacional

Apenas 14% dos brasileiros não votariam em Lula nem em Bolsonaro, diz pesquisa

Publicado


source
Lula e Bolsonaro; pré-candidatos devem alcançar o segundo turno, revelam pesquisas
Agência Brasil

Lula e Bolsonaro; pré-candidatos devem alcançar o segundo turno, revelam pesquisas

A disputa pela presidência em 2022 deve mesmo ficar entre Bolsonaro (sem partido) e Lula (PT). Apenas 14% do eleitorado diz que não votaria “de jeito nenhum” em algum dos 2 pré-candidatos, segundo pesquisa PoderData, realizada pelo Poder360 em parceria com o Grupo Bandeirantes.

A pesquisa foi feita entre os dias 10 a 12 de maio de 2021 e ouviu 2.500 pessoas em 489 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Segundo a pesquisa, desses 14% que dizem não votar em Lula nem em Bolsonaro, 14% votariam em João Doria; 13% em Luiz Mandetta; 11% em Sergio Moro (11%); e 10% em Ciro Gomes.

Ainda segundo a pesquisa, Lula e Bolsonaro empatam tecnicamente no primeiro turno, cada um com 32%. No segundo turno, o petista bate o candidato a reeleição: 50% a 35%. Além do petista, Bolsonaro perderia também para Luciano Huck se a eleição fosse hoje: 46% x 38%.

Continue lendo

Política Nacional

Comissão de juristas realizará debate sobre afroempreendedorismo

Publicado


pixabay.com
Mulher negra celular
Comissão vai ouvir representantes de entidades de fomento a empreendedores negros

A comissão de juristas que analisa aperfeiçoamentos na legislação de combate ao racismo estrutural no Brasil vai promover, na segunda-feira (17), debate sobre afroempreendedorismo.

A reunião é organizada pelo grupo de trabalho Direito Econômico, Financeiro e Tributário e Questões Raciais. O debate está marcado para as 10 horas.

Instalada em janeiro na Câmara dos Deputados, a comissão é formada por 20 juristas negros e presidida pelo ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Convidados
Foram convidados para o debate:

  • a pesquisadora do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Suzana Matos;
  • o presidente e diretor de Inovação da organização Fa.Vela, que atua no desenvolvimento do empreendedorismo, João Souza;
  • a representante da rede de aceleração de negócios Negras Plurais, Caroline Moreira;
  • o pesquisador Lucas Sena, do Grupo de Estudos Observatório de Políticas Públicas da Universidade de Brasília (Geopp/UnB);
  • o fundador da Incubadora Afro-Brasileira, Giovanni Harvey;
  • a diretora de Negócios e Vendas do Diaspora.black, canal de vendas para o turismo voltado para a cultura negra, e representante do Movimento Black Money, Cíntia Ramos;
  • a idealizadora do festival Feira Preta, Adriana Barbosa;
  • o doutor e mestre em Direito Daniel Vargas.

Da Redação
Edição – Pierre Triboli

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana