conecte-se conosco


Entretenimento

Parto de MC Rebecca foi feito na rua: “Minha mãe foi presa comigo no colo”

Publicado


source

MC Rebecca é a nova promessa do funk. Aos 22 anos, a funkeira carioca já emplacou vários hits de successo como ‘Cai de Boca’, ‘Coça de Rebecca’ e ‘Ao Som do 150’. Mas quem vê Rebecca glamorosa em cada apresentação não imagina os contratempos que cantora teve ainda bebê.

MC Rebecca
Reprodução/Instagram

MC Rebecca falou sobre as dificuldades do seu parto em live


Convidada do ‘Papo de Rainha’, live dirigida por Raissa de Oliveira, jornalista e rainha de bateria da Beija-Flor de Nilopólis, Rebecca contou durante a transmissão que chegou ao mundo de maneira inusitada: seu parto foi realizado em uma via pública. “A minha mãe me teve na rua e os policiais que fizeram o meu parto. Nasci na calçada. Passado isso, minha mãe foi presa comigo no colo, o conselho tutelar veio logo em cima (…) Meu avô me registrou e a irmã dele é a minha mãe de criação, ela se chama Cristina”, relembrou a cantora, que deu a volta por cima dos problemas.

Cantora e compositora, antes de brilhar para o Brasil, MC Rebecca já fazia um bom barulho no mundo samba, onde foi passista e rainha das passistas da escola de samba Salgueiro, o que lhe trouxe uma boa bagagem para se apresentar nos palcos. Contudo, a cantora conta com uma equipe para auxiliar o direcionamento da sua carreira e segue se aprimorando.


“Eu estou estudando muito, inclusive canto. Faltava eu perder o medo de cantar, porque dançar eu já sabia. Eu gostava muito de cantar, mas eu cantava para mim e não para um monte de gente. No começo foi muito difícil para mim, eu tinha muita vergonha de cantar”, revela a Mc que já dividiu os vocais com Anitta, Lexa, Luisa Sonia, Kevin O Chris, WC no Beat e Gaab.

Nesta quarentena o número de casos de violência doméstica aumentou, o que fez Rebecca lançar ‘Medo no Escuro’. E é assim que a jovem funkeira tem divido o seu tempo – estudando política, filosofia, cuidando do lar, da filha e trabalhando em casa a todo vapor. “Estou aproveitando a quarentena para refletir, pensar em novos projetos, álbum, focar mais em escrever músicas (…), estou aproveitando mais a minha filha”, revela Rebecca, que tem o sonho de comprar a casa própria. “Tenho sonho de comprar a minha casa e colocar todo mundo para morar comigo, porque eu me sinto muito sozinha”, confessa a cantora.

Críticas após procedimento estético

Recentemente, MC Rebecca realizou uma interferência estética e foi alvo de críticas na internet. “Eu fiz o meu nariz, fiz alectomia, fechei a abinha (…) o meu nariz ficava diferente quando eu ficava séria e quando eu sorria (…) era algo que me incomodava. Mas aí quando eu fiz o nariz o povo começou a falar ‘ela odeia ser negra’. Gente, que loucura! O povo viaja! Era uma coisa que eu não gostava em mim”, disse.

Ainda falando de estética, Rebecca falou muito abertamente que tem estrias, celulites mas que não se incomoda. “Gente eu tenho, sim, celulite! As pessoas acham que eu não tenho celulite, que eu não tenho estria. Eu tenho tudo isso, gente. É normal no corpo da mulher. Eu já nem ligo mais, eu boto a bunda de fora mesmo, boto sem meia, eu nem ligo”, diverte-se.

A cantora, que já fez lipo de papada e bichetomia, está insatisfeitas com os seios e pretende encarar a mesa de cirurgia. “A única coisa que me incomoda é o peito, por que eu amamentei e aí caiu. Mas é só isso mesmo que eu quero fazer. Não quero fazer lipo! Eu gosto de malhar”, revelou Rebecca.

Fonte: IG GENTE

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Entretenimento

Ex-panicat pede perdão a Mayra Cardi e chama Arthur Aguiar de “cachorrão”

Publicado


source

Durante a conturbada separação de Mayra Cardi e Arthur Aguiar,  a coach revelou que descobriu mais de 16 amantes do ex-marido, mas teve uma mulher que foi vista como o pivô desse término. Trata-se da  ex-panicat Arícia Silva, que virou assunto em todo país e só percebeu o quanto isso manchou sua imagem quando tentou se lançar como cantora.

Mayra Cardi%2C Arthur Aguiar e Arícia Silva
Reprodução/Instagram

Mayra Cardi, Arthur Aguiar e Arícia Silva


“Quando veio toda a polêmica, eu fiquei muito assustada pela proporção que tomou, mas ainda eu estava muito feliz porque eu pensei: ‘Ok, eu tenho a minha verdade’. Mas quando a gente tem uma pontinha de culpa, por mais que todo mundo nesse mundo erre, fica complicado. Dá um nervoso e a gente quer se explicar”, falou Arícia em entrevista ao colunista Léo Dias. “Minha versão na história é outra. E eu não tenho culpa. Depois do lançamento da minha música é que pude ter noção do estrago que isso causou na minha vida.”

Segundo a ex-panicat, ela ficou com Arthur Aguiar porque achou que ele tinha separado de Mayra Aguiar e chegou a ver um vídeo da coach no Instagram anunciando o fim da relação. “Quando eles se separaram, eu ainda estava sofrendo pelo meu ex. Aí o Arthur estava vindo muito para São Paulo, estava com os planos de mudar para São Paulo. Em junho, ele me procurou pelo direct.”

Amigos de longa data

Arícia disse que conhece o ator de longa data e que sabia que ele tem um jeito “cachorrão” de ser. Ela falou que só topou viver um affair com o cantor porque achou que os dois estavam tentando superar seus términos de relacionamento. Mesmo acreditando que Arthur tenha mudado depois de toda essa exposição, a cantora deixa claro que não namoraria com ele: “Não estou apaixonada”.

Durante a entrevista, ela também revelou que tem trocado mensagens com Mayra Cardi de forma amigável e aproveitou a oportunidade para pedir desculpas. “Se ela me enxerga uma das traidoras, eu realmente quero pedir perdão. Porque eu já estive no lugar dela. E jamais ficaria com o marido dela sabendo disso”, declarou.    

Fonte: IG GENTE

Continue lendo

Entretenimento

Vilã de “A Pequena Sereia” da Disney é inspirada em drag queen

Publicado


source

Por eu gostar de personagens excêntricos, minha vilã Disney favorita sempre foi Cruella Devil, ainda mais na versão da atriz Glenn Close. Até que descobri como Úrsula, vilã de “A Pequena Sereia”, foi desenvolvida. Seu filme, de 1989, pode ter sido baseado no conto dinamarquês de Hans Christian Andersen, mas a construção da bruxa do mar veio de uma figura LGBTQI+ underground.    

personagem da Disney
Disney/Divulgação

Úrsula, personagem da Disney inspirada na drag queen Divine


Feiticeira queer e “divina”

Na história infantil, Úrsula é um ser mitológico marinho que tem, da cintura para cima, aparência feminina e o restante do corpo como o de um polvo. É a principal inimiga de Tritão, o rei dos mares, e para atingi-lo e tomar seu poder atrai e faz de refém sua filha, a pequena sereia Ariel, que pede a ela uma transformação visual que deixa sua família inteira em choque. 


Em paralelo, a bruxa também resolve virar humana, rouba a voz cantante de Ariel e adota o nome “Vanessa” para seduzir o príncipe humano por quem a sereinha é apaixonada. A concepção dessa trama, que não é “A Gaiola das Loucas”, em grande parte é resultado do talento de um produtor cinematográfico gay e de um animador inspirado por uma drag queen.

Seus nomes? O produtor é Howard Ashman, contratado pela Disney para repaginar suas animações. Ele vinha da Broadway e era responsável por escalar elenco, criar diálogos, canções e desenvolver personagens. Já o animador é Rob Minkoff, que desenhou uma vampira com excesso de peso que todos bateram o olho e concordaram: era a cara da drag Divine, que era conhecida como atriz e anti-heroína de filmes B que misturavam sexo, violência e sadismo.

No caminho do sucesso

Nos esboços iniciais, Úrsula tinha os olhos maquiados, usava joias, movimentava seu corpo com luxúria e glamour, mas em vez de tentáculos, Minkoff desenhou para ela uma cauda de tubarão e um moicano rosa. “Ela parece uma matrona de Miami Beach. Consigo até imaginá-la em uma piscina”, gargalhou Ashman quando viu os protótipos da vilã pela primeira vez.

Nessa época, Divine estava em alta e Ashman, que também era seu fã, percebeu que deixar Úrsula alinhada com ela poderia dar certo. Em 1988, a drag estava em cartaz com um dos maiores sucessos de sua carreira, o filme musical “Hairspray”, do diretor John Waters. Ele a acompanhava desde o início da carreira, quando ainda era cantora disco, e também a lançou como atriz a partir de seus filmes “Pink Flamingos”, “Mondo Trasho” e “Problemas Femininos”.


Divine também serviu de base para compor o comportamento de Úrsula, embora de forma sutil e apropriada para um filme infantil. Em cena, ela era desbocada, divertida, carismática e possuía uma natureza maligna que também soava libertadora, como se a usasse para romper padrões e mostrar para a sociedade, inclusive à Atlântida de Tritão, como dar a volta por cima.

O animador Rob Minkoff e o produtor Howard
Disney / Divulgação

O animador Rob Minkoff e o produtor Howard


Imortalizados em gerações

Com “A Pequena Sereia”, a Disney se recuperou de um período de crise e inaugurou a era das animações musicais infantis bem-humoradas e com tom mais adulto. Se antes filmes como “O Caldeirão Mágico”, de 1985, custavam US$ 25 milhões e arrecadavam US$ 21 milhões, os filmes seguintes eram produzidos pela mesma quantia e recebiam de volta dez, vinte vezes mais.

A parte triste dessa história é que nem Divine nem Ashman puderam experimentar esse sucesso todo. Glenn Milstead, que deu vida à drag queen morreu de insuficiência cardíaca em 1988, três semanas após a estreia de “Hairspray”. Se soubesse de Úrsula, teria feito o papel, afirmaram John Waters e Jeffrey Schwarz, que produziu um documentário sobre sua trajetória.

Quanto a Ashman, logo após o lançamento de “A Pequena Sereia” adoeceu. Ele contraiu HIV, mas os colegas não sabiam e ele continuou a trabalhar. Porém, logo após ter terminado de escrever as canções da animação seguinte, “A Bela e a Fera”, e enquanto desenvolvia “Aladdin”, apresentou complicações e precisou ser internado. Morreu em 1991, prestes a ganhar o Oscar. Minkoff, que desenhou Úrsula, virou cineasta e ficou famoso por dirigir a animação “O Rei Leão”.

Fontes: Sites Howardashman.com e IMDB; livros “My Son Divine” (sem tradução), de Frances Milstead, Steve Yeager e Kevin Heffernan e “Still Standing: The Savage Years”, (sem tradução) de Paul O’Grady; e documentário “I Am Divine” (sem tradução), de Jeffrey Schwarz.
Fonte: IG GENTE

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana