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Economia

Participação da Avianca no mercado brasileiro caiu mais de 90% em maio, diz Anac

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Avião da Avianca
Divulgação/Avianca

Participação da Avianca no mercado aéreo brasileiro caiu 90,3% em maio, segundo a Anac

A participação da Avianca no mercado aéreo brasileiro caiu 90,3% entre maio de 2018 e o mesmo mês de 2019, passando de 14,1% para 1,4%, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgados nesta segunda-feira (24).

Leia também: Governo quer privatizar todos os aeroportos da Infraero, anuncia ministro

Um mês atrás, em 24 de maio, a própria Anac informou a suspensão de todas as operações da Avianca Brasil, em função das dificuldades financeiras que levaram a aérea a entrar com pedido de recuperação judicial, em dezembro do ano passado.

No mesmo período de tempo da pesquisa divulgada pela agência, Latam , Gol e Azul registraram aumento na sua participação no mercado nacional. A Azul, aérea que mais cresceu, aumentou teve sua participação aumentada em 35,7%, com salto de 18,5% a 25,1%. A Gol passou de 34,8% para 38,1% no período e a Latam teve o crescimento mais modesto, de 32,2% para 35%.

O levantamento da Anac aponta ainda que a demanda aérea doméstica caiu (-2,1%) em maio, enquanto a demanda internacional cresceu (+5,6%). De janeiro a maio de 2019, a demanda aérea doméstica cresceu tanto nacional quanto internacionalmente: +2,4% e  +7,9%, respectivamente.

Leia também: Por que tantas companhias aéreas enfrentam dificuldades no Brasil

Segundo o governo, uma das metas para o setor é diminuir a concentração e abrir portas para chegada de companhias aéreas estrangeiras ao Brasil.

Confira a participação das aéreas no mercado brasileiro entre 2018 e 2019

  • Avianca: de 14,1% a 1,4%;
  • Azul: de 18,5% a 25,1%;
  • Gol: de 34,8% a 38,1%; e
  • Latam: de 32,2% a 35%.

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Economia

Mercado financeiro reduz expectativa de queda da economia para 5,05% em 2020

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Agência Brasil

brasil de moedas
iStock

PIB deve ter queda de 5,05% neste ano, segundo o Boletim Focus

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,11% para 5,05%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 17 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua projetando expansão de 2,50% do PIB .

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) de 1,94% para 1,99% este ano.

Para 2021, a estimativa de inflação foi mantida em 3,01%. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selicestabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,5% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,63% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

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Economia

Ações trabalhistas e combate ao trabalho escravo caem pela metade sob Bolsonaro

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Brasil Econômico

bolsonaro
Marcos Corrêa/PR – 14.5.20

Verbas para ações trabalhistas e combate ao trabalho escravo caíram pela metade no governo Bolsonaro

As verbas para fiscalizações trabalhistas e ações de combate ao trabalho escravo quase ao meio no governo do presidente Jair Bolsonaro em relação a média dos anos anteriores. Em 2021, gasto será o menor desde 2013 para a área.

De R$ 1,5 trilhão previsto em despesas para o próximo ano, apenas R$ 24,1 milhões foram reservados para operações de inspeção de segurança e saúde no trabalho, combate ao trabalho escravo e verificações de obrigações trabalhistas. O valor foi corrigido apenas pela inflação e considera a previsão de gastos a cada ano no Orçamento.

Entre 2013 e 2018, nos governos Dilma e Temer, a verba para essas ações de fiscalização foi de R$ 55,6 milhões por ano, na média. Já a partir do primeiro ano do governo Bolsonaro , 2019, essa média foi a R$ 29,3 milhões. Para 2021, estão reservados R$ 24,1 milhões, cifra ainda menor, que representa menos da metade da média de 2013 a 2018.

O Sistema de Planejamento e Orçamento, que começou a medir em 2013 os gastos para as fiscalizações e operações trabalhistas, aponta 2015 como ano com maior gasto na área: R$ 67,7 milhões. Os R$ 24,1 milhões guardados para o ano que vem representam pouco mais de um terço desse valor, sendo o menor montante liberado para combater infrações trabalhistas e o trabalho escravo no Brasil .

Desde a reforma trabalhista , em 2017, as demandas aumentaram, de acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), já que as novas regras afrouxaram a legislação, mas as fiscalizações caíram, sobretudo no governo Bolsonaro. Com maior demanda e menor verba, é difícil manter as fiscalizações, garante o sindicato.

A redução do gasto com as fiscalizações é apenas uma das medidas tomadas pelo governo no sentido de flexibilizar as leis trabalhistas, pauta recorrente na agenda do Ministério da Economia, chefiado por Paulo Guedes. O governo já chegou a sugerir, por exemplo,  acabar com a multa do FGTS em caso de demissões , proteção importante aos trabalhadores com carteira assinada que perdem o emprego, e implementar a Carteira Verde e Amarela , que incentivaria contratações mais baratas para os empregados, com menos direitos trabalhistas e proteções.

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