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Saúde

Parques e pontos localizados na Paulista vacinam contra gripe e covid

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Quem quiser aproveitar este domingo (26) para se imunizar contra gripe ou covid-19 pode se dirigir aos parques Buenos Aires, no centro; Severo Gomes, na zona sul; Ceret, na zona sudeste; do Carmo, na zona leste, e da Juventude, na zona norte. As aplicações vão até as 17h nos parques e até as 16h, em dois locais na Avenida Paulista: uma tenda localizada no número 52 e uma farmácia parceira, no número 995.

Estão sendo oferecidas a primeira e a segunda doses de vacinas contra a covid-19 e a primeira, segunda e terceira doses adicionais contra a doença.

Atualmente, pessoas com mais de 50 anos de idade imunossuprimidas podem receber a terceira dose de reforço e cidadãos com mais de 45 anos, a segunda dose adicional. O imunizante contra a covid-19 também está disponível para as crianças de 5 a 11 anos de idade. Adolescentes de 12 a 17 anos já podem receber a dose de reforço da vacina, desde que tenham tomado a segunda dose há pelo menos quatro meses.

Para quem teve a Janssen como primeira dose de vacina, novas doses estão disponíveis, observados os seguintes critérios: pessoas com mais de 18 anos de idade podem tomar a segunda dose adicional, desde que tenham recebido o primeiro reforço há pelo menos quatro meses. Para quem tem mais de 40 anos também está disponível a terceira dose de reforço, observado o mesmo prazo.

Mulheres grávidas ou puérperas devem receber exclusivamente imunizantes Pfizer ou Coronavac, e para gestantes e puérperas imunossuprimidas, exclusivamente a vacina da Pfizer.

Devido à manutenção no sistema VaciVida, excepcionalmente neste domingo, a consulta online de aplicações anteriores não está disponível para os profissionais de saúde que aplicam as vacinas. Por isso, é preciso apresentar o comprovante físico ou digital para a imunização. O comprovante digital pode ser acessado no aplicativo e-saúdeSP, disponível para celulares Android e iOS.

Gripe

A vacina contra o vírus influenza, causador da gripe, está disponível para toda a população acima de 6 meses de idade.

É preciso alertar que, para crianças entre 5 e 11 anos de idade, as vacinas contra sarampo e covid-19 não devem ser aplicadas simultaneamente. A prioridade deve ser a da covid-19. Depois de 15 dias, vem a vacina contra o sarampo.

Para a população em geral, acima de 12 anos e trabalhadores de saúde, pode ser feita a imunização simultânea entre as vacinas de sarampo, gripe e covid-19.

Quarta dose

A partir desta segunda-feira (27), São Paulo começa a vacinar com a quarta dose pessoas com mais de 40 anos. Estão aptas a receber o imunizante 5 milhões de pessoas desta faixa etária, que já receberam a dose de reforço (terceira aplicação) com um intervalo de quatro meses.

Mais informações e a lista completa com os endereços podem ser encontradas na página Vacina Sampa.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Monkeypox: EUA alertam que crianças têm mais risco para casos graves

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Um dos sintomas da varíola dos macacos
OMS/Divulgação

Um dos sintomas da varíola dos macacos

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) alertam para o risco de quadros mais graves da  varíola dos macacos em pessoas com problemas de pele, como eczema, imunossuprimidas e crianças menores de 8 anos.

Segundo o comunicado do CDC, embora consideradas raras, complicações da infecção pelo vírus monkeypox podem envolver quadros de encefalite – inflamação no cérebro que provocou os óbitos registrados na Espanha e na Índia –, pneumonia, sepse (infecção generalizada), entre outros.

Segundo o comunicado, existem evidências de que “a doença é mais provável de provocar casos graves em crianças com menos de 8 anos de idade. Além disso, qualquer pessoa com condições imunocomprometidas ou certas condições de pele, como eczema, corre o risco de doença grave da varíola dos macacos”.

Entre as doenças de pele, o CDC acrescenta ainda dermatite tópica, queimaduras, impetigo, varicela-zoster (vírus causador da catapora e da herpes-zóster), herpes simples, acne grave, psoríase ou doença de Darier. Isso porque a varíola dos macacos causa lesões na pele, chamadas de pústulas, o que prejudica a saúde da região.

Para pessoas que já têm problemas na região, e portanto, a barreira cutânea é danificada, isso se torna um agravante para a contaminação pelo vírus, que acontece por contato de pele, e para uma piora no desenvolvimento das erupções. É o que explica o dermatologista e professor da Universidade Northwestern, nos EUA, Peter Lio, ao site The Healthy.

“Não há necessidade de pânico, é importante lembrar que a varíola geralmente é leve e autolimitada. Mas se você faz parte de um grupo de alto risco e tem histórico de eczema ou dermatite atópica e/ou pessoas com eczema em sua casa, é importante tomar precauções para evitar a propagação da varíola dos macacos”, orienta o especialista.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Alerta ligado: Vírus da pólio é encontrado em Nova York e Londres

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Alerta ligado: Vírus da pólio é encontrado em Nova York e Londres
Viktor Forgacs / Unsplash

Alerta ligado: Vírus da pólio é encontrado em Nova York e Londres

As autoridades de saúde da cidade de Nova York informaram, nesta sexta-feira, ter encontrado amostras do poliovírus, causador da poliomielite, no esgoto do município. A identificação foi quase duas semanas depois de o Estado de Nova York ter detectado a presença do patógeno no esgoto de Rockland, outra cidade da região.

Segundo os órgãos oficiais, isso indica que o vírus está circulando nesses locais. Em meados de julho, foi confirmado o primeiro caso da doença no país em quase uma década, em um homem adulto não vacinado e que desenvolveu um quadro de paralisia.

Londres, no Reino Unido, também vive um alerta para a disseminação da pólio, também conhecida como paralisia infantil. A Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA) disse ter encontrado um total 116 vírus da doença em 19 amostras coletadas do esgoto da capital entre fevereiro e julho.

A preocupação com a transmissão do patógeno levou o Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização britânico a orientar uma dose de reforço da vacina para todas as crianças entre 1 e 9 anos de idade.

“Isso garantirá um alto nível de proteção contra a paralisia e ajudará a reduzir a propagação do vírus”, disse a agência em comunicado Israel, que apresentou uma série de infecções no início do ano, também direcionou esforços para ampliar a baixa imunização no país.

Em Nova York, as autoridades pediram que todas as pessoas, adultos ou crianças, que não tenham se vacinado, busquem postos de saúde para se proteger da doença.

No estado americano, quase 80% das pessoas foram vacinadas. A propagação do vírus representa um risco para pessoas não vacinadas, uma vez que a vacina contra a poliomielite é quase 100% eficaz em pessoas que foram totalmente imunizadas.

“O risco para os nova-iorquinos é real, mas a defesa é tão simples: vacinar-se contra a pólio. Com a poliomielite circulando em nossas comunidades, simplesmente não há nada mais essencial do que vacinar nossos filhos para protegê-los desse vírus, e se você é um adulto não vacinado ou vacinado incompletamente, escolha agora para receber a vacina. A pólio é totalmente evitável e seu reaparecimento deve ser um chamado à ação para todos nós”, afirma o secretário de Saúde da cidade de Nova York, Ashwin Vasan.

Brasil também em alerta

O combate à pólio é considerado uma emergência internacional de saúde pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença é erradicada no Brasil desde 1994, mas ameaça retornar devido às baixas coberturas vacinais. Segundo dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), apenas cerca de 47% do público-alvo foi imunizado neste ano. O percentual não atinge os 95% desejados pelo Ministério da Saúde desde 2015. No ano passado, alcançou apenas 70% das crianças.

O esquema de imunização no Brasil é composto de cinco doses, as três primeiras com a vacina de vírus inativada aos 2, 4 e 6 meses de idade, aplicadas por injeção. Depois, entre os 15 e os 18 meses de idade, é feito o primeiro reforço com a vacina de vírus atenuado, a famosa gotinha. Aos 4 anos de idade, é realizado o segundo, e último, reforço, também por via oral.

Na última segunda-feira, o ministério deu início à campanha de vacinação contra a doença para incentivar que os pais levem seus filhos para se proteger do vírus. A mobilização vai até o dia 9 de setembro, e envolve ainda um esforço para aplicar as demais vacinas que compõem o calendário da criança e do adolescente, como tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e HPV.

“Faço um apelo a todos os pais e mães, avós e avôs para que levem as crianças da sua família para as mais de 38 mil salas de vacinação do país. Não faltam vacinas, elas estão aí e elas só têm um dono: o povo brasileiro. Temos que imunizar 15 milhões de crianças contra a pólio”, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o evento de lançamento da campanha em São Paulo, no último domingo.

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Fonte: IG SAÚDE

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