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Internacional

Parlamento ucraniano veta músicas e livros russos no país

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Livros produzidos na Rússia ou escritos em russo não poderão mais entrar na Ucrânia
Reprodução/Ansa – 20.06.2022

Livros produzidos na Rússia ou escritos em russo não poderão mais entrar na Ucrânia

O Parlamento da Ucrânia, chamado de Verkhovna Rada, aprovou neste domingo (19) duas leis que afetam a presença da cultura russa no país em meio à guerra iniciada por Moscou em fevereiro. Ambas ainda precisam ser sancionadas, segundo informa o portal Ukrinform.

A primeira delas veta a importação e distribuição de livros e produtos editorais em geral produzidos na Rússia, em Belarus – país aliado do Kremlin – e em “territórios temporariamente ocupados”. Também foram vetadas quaisquer obras em língua russa produzidas em outras nações.

Conforme o portal, a lei foi apresentada pelo primeiro-ministro do país, Denis Shmygal, no último dia 11 de maio e prevê ainda a dissolução do acordo entre Rússia e Ucrânia de cooperação técnica e científica.

A outra legislação aprovada pelos parlamentares foi a imposição “de uma proibição absoluta e indefinida da exibição pública, projeção pública e manifestação pública de músicas criadas por artistas que, depois de 1991, se tornaram cidadãos do Estado-agressor”. A data marca o fim da União Soviética, quando os ucranianos formaram um país independente.

A única exceção à regra é a execução de músicas de artistas que condenaram a invasão de Moscou, que serão incluídas em uma lista verde. Também os programas de rádio e televisão precisarão aumentar o percentual de programas e comentários em língua ucraniana – com a consequente diminuição das falas em russo.

A ideia do Verkhovna Rada é diminuir cada vez mais a presença da cultura russa no país por conta da guerra. Antes do conflito, os dois povos se consideravam “irmãos”.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Noruega: ataque a tiros dentro de boate gay deixa ao menos dois mortos

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Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega
Divulgação/London Pub

Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega


Duas pessoas morreram e dez ficaram feridas em um ataque a tiros dentro de uma boate gay de Oslo, na Noruega. De acordo com a imprensa local, as autoridades chegaram a prender um suspeito, mas ainda tentam descobrir os motivos da ação.

De acordo com autoridades locais, o tiroteio aconteceu por volta das 1h15 da manhã no horário local (20h15 no horário de Brasília). 

O incidente ocorreu no London Pub, no centro de Oslo, que se intitula “a boate gay mais visitada da Noruega”. Segundo testemunhas, pelo menos um homem teria entrado no local carregando uma mala, de onde retirou uma arma e efetuou pelo menos 20 disparos. Entre os feridos, pelo menos três estão em estado grave, e foram atendidos em um hospital próximo.

O fato de ter ocorrido em uma boate gay e na véspera da parada do Orgulho LGBTQIAP+ em Oslo levanta a suspeita de que possa ter sido um ataque com motivações homofóbicas, mas a polícia disse que ainda analisa as evidências.

* Com informações de agências internacionais

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Internacional

Direito ao aborto: Biden anuncia ações para proteger norte-americanas

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Medidas anunciadas são reação contre decisão da Suprema Corte dos EUA
Divulgação/Twitter Joe Biden

Medidas anunciadas são reação contre decisão da Suprema Corte dos EUA


O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou na tarde desta sexta-feira (24) ações que seu governo está tomando para proteger as mulheres que enfrentarão as consequências da  decisão da Suprema Corte de revogar o direito das americanas ao aborto.

Em comunicado , a Casa Branca explicou que o democrata orientou a Secretaria de Saúde para garantir o acesso das mulheres à pílula abortiva e medicamentos especiais para cuidados da saúde reprodutiva, aprovados pela agência reguladora dos EUA, a Food and Drug Administration (FDA).

“Diante das ameaças de funcionários do estado dizendo que tentarão proibir ou restringir severamente o acesso a medicamentos para assistência à saúde reprodutiva, o presidente orientou o secretário de Saúde e Serviços Humanos a identificar todas as maneiras de garantir que o mifepristone seja o mais amplamente acessível.”


Afirmando que a decisão da SUprema Corte pode ter “consequências devastadoras na vida das mulheres em todo o país”, o governo norte-americano ressaltou que não vai permitir que autoridades estaduais impeçam mulheres de viajarem a outros Estados para realizar o aborto.

“Se qualquer autoridade estadual ou local tentar interferir no exercício desse direito básico pelas mulheres, o governo Biden combaterá esse ataque profundamente antiamericano.”

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Fonte: IG Mundo

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