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Política Nacional

Para Vanderlan, economia tem bons resultados devido às ações do governo federal

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O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO)  destacou o desempenho econômico positivo do Brasil no primeiro semestre do ano e disse que isto é consequência das ações do governo federal nas mais diversas áreas. O parlamentar felicitou o ministro da Economia, Paulo Guedes, e toda a sua equipe, por esses resultados. 

Em seu pronunciamento nesta quarta-feira (3), Vanderlan mencionou o mais recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), sobre a evolução econômica global, que vê o Brasil e o México como únicas exceções em um cenário altamente negativo. Para o senador, os números confirmam que o nosso país passa por um período de plena recuperação econômica, citando a queda de 14,9% do desemprego, no início de 2021, para 9,3% no trimestre encerrado junho.

— Uma queda de mais de 37%. É o menor patamar para o período desde 2015. Já a geração de empregos segue em alta no país. Somente este ano, até o último mês de junho, foram criados mais de um 1,3 milhão de trabalhos com carteira assinada no país — afirmou.

Vanderlan também destacou que a estimativa de crescimento do PIB brasileiro em 2022 foi elevada pelo FMI de 0,8% para 1,7%. Ele também elogiou as medidas adotadas pelo governo, com o apoio do Congresso, para reduzir o preço dos combustíveis. E citou como exemplo o estado de Goiás, onde o litro da gasolina na bomba chegou a custar quase R$ 8 e hoje caiu para cerca de R$ 5,50.

O senador disse que as estatais, “empresas que representavam prejuízos aos cofres públicos brasileiros”, passaram a dar lucro com constantes superávits. Ao final do exercício de 2021, por exemplo, o resultado líquido das empresas federais foi de R$ 187,7 bilhões, um aumento de R$ 127 bilhões, em relação ao registrado em 2020, e o maior patamar desde 2008.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Auxílio Brasil ainda não surte efeito a Bolsonaro, diz Datafolha

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Jair Bolsonaro e Lula
Foto: Alan Santos e Ricardo Stuckert

Jair Bolsonaro e Lula

O presidente Jair Bolsonaro (PL) aumentou de R$ 400 para R$ 600 o Auxílio Brasil visando às eleições deste ano, mas o pagamento da primeira parcela não surtiu efeito a favor do Palácio do Planalto. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (18), os eleitores mais pobres seguem preferindo votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com o relatório publicado pelo instituto, o petista aparece com 54% (cresceu 1% em relação ao resultado anterior) entre o grupo que ganha até dois salários mínimos, enquanto o atual chefe do governo federal registra 23%. Esse eleitorado representa 51% do total que votará em outubro.

Na pesquisa geral, Lula segue na liderança com 47%, seguido por Bolsonaro (32%). A diferença entre os dois caiu 3% em comparação ao levantamento feito em julho.

A empresa entrevistou 5.744 eleitores em 281 cidades do Brasil na última terça-feira (16) e nesta quinta. A pesquisa, encomendada pela Folha e TV Globo, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-09404/2022.

O Auxílio Brasil foi a grande aposta de Bolsonaro para desacelerar o crescimento de Lula e tentar impedir a vitória do seu adversário no primeiro turno. O primeiro pagamento com o valor de R$ 600 começou em 9 de agosto, só que a ação ainda não surtiu efeito a favor do atual governo.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Sofia Manzano vê reforma agrária como solução para desigualdade social

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A candidata a presidência da República pelo PCB, Sofia Manzano, defendeu hoje (18) a reforma agrária como forma de combater a fome, a miséria e a desigualdade social no país. De acordo com ela, o Brasil tem a contradição de ser o maior produtor de grãos do mundo, bater recordes de produtividade no campo, mas ainda ter parte da população enfrentando a falta de comida.

“O Brasil é o maior produtor de grãos do mundo e bate recordes de produtividade. Ao mesmo tempo, voltamos ao mapa da fome e a miséria atinge milhares de famílias brasileiras. Isso acontece porque o país é um dos países com maior concentração de terras do mundo, o maior país latifundiário do planeta”, disse.

A candidata criticou ainda o modelo de produção do agronegócio brasileiro. “O latifúndio está na base do agronegócio que gera poucos empregos, produz mercadorias para exportação, estimula a violência no campo, envenena o meio ambiente e os trabalhadores e não gera alimentos para a população”. Manzano acrescentou ainda que sua chapa defende os movimentos sociais que lutam pela reforma agrária.

A candidata cumpriu uma agenda interna hoje. Deu entrevista pela manhã ao jornal Folha de S. Paulo. À tarde, gravou vídeos para a campanha. Está prevista uma viagem para o Rio de Janeiro à noite.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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