conecte-se conosco


Política MT

Para Medeiros, CPI da Pandemia tem viés político-eleitoral para desgastar presidente Bolsonaro e “assanhou o PT”

Publicado

Deputado acusa oposição de criar factóides para prejudicar o governo e tentar recuperar o poder

O deputado federal José Medeiros (Podemos), um dos líderes do presidente Jair Bolsonaro na Câmara Federal, bolsonarista convicto, em entrevista ao portal O Documento, afirmou que a CPI da Pandemia, do Senado da República, tem cunho político-eleitoral relacionado com as eleições de 2022. Conforme Medeiros, a decisão do STF de liberar o ex-presidente Lula da Silva, tornando-o elegível, “assanhou o PT”.

“A CPI tem notável objetivo político-eleitoral em relação ao período eleitoral de 2022. Mas a gente já vê o presidente Jair Bolsonaro recuperando o fôlego de tanto desgaste. A pandemia, que todos o acusavam de negacionista, para falácia, está caindo por terra. A cada dois meses criam um factoide para tentar desmoralizar o presidente Jair Bolsonaro, como o leite condensado, a queimada na Amazônia e por aí afora”, disse.

Medeiros argumenta que Brasília não para nunca. “Tem aquele ditado que São Paulo não dorme, eu diria é que Brasília não dorme nunca, não para nunca. Apesar de nos finais de semanas as ruas ficarem desertas, nada está parado. É claro que as decisões, às vezes, acabam sendo tomadas fora do eixo oficial”.

Conforme o federal mato-grossense, “com a decisão do STF de liberar o Lula e o tornar elegível, o PT se assanhou e lógico que aquelas cabeças que outrora foram determinantes como pilares para sustentação do governo, e dos esquemas que afundou o país, numa quebradeira só, essas cabeças agora fizeram um projeto, logicamente que a gente não vê eles em público, mas Zé Dirceu e a turma toda estão ali, manipulando os acontecimentos de Brasília e a gente pode sentir muito bem isso no comportamento da CPI, em fala de alguns personagens que a gente já conhece muito bem e sabe que eles estão recitando o que sai da cabeça da companhia Zé Dirceu e Lula, como os senadores Omar Aziz, Randolfe Rodrigo e tantos outros daquela CPI”.

Segundo Medeiros, “o governo Lula, quando começou, havia a grande esperança do povo brasileiro. Havia aquela história da redenção do menino pobre, que chegou em São Paulo e vence na vida. Uma história que servia de roteiro para um filme hollywoodiano, mas que depois se transformou num pesadelo, num filme de terror. A gente descobriu que o herói tinha pés de barro e o Brasil se deparou com uma verdadeira catástrofe”.

 

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política MT

Derrotados em 2020 a prefeito de Cuiabá tentarão AL ou Câmara Federal no ano que vem

Publicado

Com chances, ex-candidatos a prefeito e vice de Cuiabá, em 2020, tentarão cadeira no Legislativo (AL-MT ou Câmara Federal ) nas eleições de 2022

Por: JORGE MACIEL

DA REDAÇÃO

Dois anos após a barulhenta e calorosa campanha para prefeitura de Cuiabá em 2020, os principais candidatos, parte veterana em embates eleitorais, outra parte  debutante, tentarão ou a Câmara Federal ou um assento na Assembleia Legislativa, conforme ODOC apurou junto aos próprios atores ou em conversas com seus assessores.

Aécio Rodrigues, nome emergente com forte penetração no eleitorado jovem e de maduros

Entre os principais nomes figuram o ex-prefeito cuiabano por dois mandatos, Roberto França, 72, do Patriotas. França foi vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito de Cuiabá entre 1996 e 2000. Segundo assessores, ele é sondado pelo partido para disputar uma das 25 vagas na AL MT, mas não há uma posição definida.

_“Um homem de valor, tendo sido um prefeito arrojado e invejado, mas parece ter ficado decepcionado com as eleições, após a derrota a prefeito”, diz um assessor próximo.

Em outro cenário estão os ex-vereadores Abílio Júnior (Podemos) e Felipe Wellaton (Cidadania), que formaram chapa para tentar derrubar o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), então candidato à reeleição. Eles venceram no primeiro turno, mas foram derrotados por Pinheiro no segundo turno: Abílio teve 129,7 mil votos contra 135,8 mil do seu oponente. Em termos der futuro, Abílio deve concorrer à Câmara dos Deputados e Felipe vai, dizem assessores, buscar uma cadeira no parlamento mato-grossense.

Grata surpresa nas eleições, com uma campanha voltada aos direitos civis, às mulheres e à lei, a advogada Gisela Simona (Pros) talvez tenha sido a de melhor desempenho proporcional. Na maratona para a prefeitura de Cuiabá, a ex-titular do Procon MT voltou a mostrar ser boa de urna: cravou 52.191 votos, desempenho superior ao pleito passado onde obteve 50.182 votos para deputada federal, não tendo sido eleita apenas por questões de legenda.

** Veja também – Gisela é cobrada para candidatura federal

A dupla de vereadores Abilio e Welaton quase chega em 2020, e terão caminhos parecidos no ano que vem

Atualmente, Gisela estuda a convocação do seu partido, que a vê com enormes de conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados, o que daria uma solidez maior ao partido, em Brasília. Há fortes indícios de que ela opte, entretanto, pela candidatura à Assembleia Legislativa. O seu companheiro de chapa, o maestro Fabrício Carvalho, do PDT, também deve seguir essa mesma direção.

Maior decepção nas eleições de 2020, o ex-prefeito Roberto França (Patriotas), considerado um prefeito realizador, mesmo apoiado pela máquina estadual, não chegou aos 26 mil votos – foram 25.523 no total. França estuda se aposentar com um mandato de deputado estadual, onde já esteve e chegou à presidência da Casa.

Candidato isolado – sem grande estrutura e sem coligações fortes – , Aécio Rodrigues é cuiabano, tem 46 anos, é professor, empresário, bacharel em direito, administração, especialista em políticas e estratégias para o setor público e faz mestrado em administração.

Na campanha para prefeito, ele surpreendeu o eleitor com um discurso moderado e convincente, arrematando a confiança, principalmente dos leitores mais jovens ou os do ‘primeiro voto’.  Empresário bem-sucedido, Aécio é um político da nova geração, respeitado entre os mais idosos e experientes,  e deve concorrer a uma das cadeiras da ALMT.

Na esteira das eventuais candidaturas, fala-se em Gilberto Lopes, servidor público, filiado ao PSOL, no ex-juiz federal Julier Sebastião, do  PT, e Paulo Henrique Gandro (Novo), todos com possibilidade de entrar na disputa.

Nas convenções partidárias dos partidos, certamente muitos ou quase todos estarão habilitados a buscar caminhos nos legislativos federal ou mato-grossense.

Gisela, que fez uma campanha forte na decolagem e quase vai para o segundo turno na campanha a prefeita

Roberto França, ex-prefeito, com reconhecimento nos papos, não nas urnas há dois anos

Continue lendo

Política MT

PSDB defende candidatura própria em MT para fortalecer a nacional e nome de ex-deputado federal ganha força

Publicado

Presidente do partido em MT, deputado Carlos Avallone pondera que se são tiver candidato, legenda apoiará reeleição de Mauro Mendes

O deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), presidente do partido no Estado, questionado sobre as eleições de 2022 em Mato Grosso, durante coletiva na noite de sexta-feira (24), ao lado do governador de São Paulo, João Dória, garantiu que o partido trabalha com a possibilidade de ter candidatura própria para a sucessão do governador Mauro Mendes (DEM).

“O nosso grande ídolo, Dante de Oliveira, dizia que partido que não tem candidatura própria, acaba”, afirmou Avallone, admitindo que essa discussão vem sendo feita internamente pelo partido.

“Temos que trabalhar para ter candidatura própria. Estar na base do governo Mauro Mendes não significa estar na eleição com o governador, no ano que vem. Se não tivermos candidatura própria, vamos com o governador, mas nosso foco é trabalhar candidatura própria no PSDB de Mato Grosso”, destacou o líder partidário.

Conforme Avallone, “estar na base do governo, como nós estamos, eu e o deputado Wilson Santos, que inclusive é vice-líder de governo, com o nosso apoio, significa que é estar apoiando uma gestão que está indo bem e que nós estamos apoiando, porém, entendemos que a candidatura estadual fortalece, ainda, a nacional. Por isso vamos lutar por candidatura própria”.

Avallone citou que o partido já trabalha alguns nomes, e destacou o ex-deputado federal Nilson Leitão, embora o ainda tucano não tenha comparecido nos dois grandes eventos do partido que reuniu os governadores João Dória (SP), e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, que disputam prévias internas no PSDB.

“O Nilson Leitão é, com certeza, um nome que está colocado, e o PSDB vai oferecer este nome e tem outros nomes, como o prefeito Ari Lafin e o ex-prefeito Francis Maris. Nós estamos discutindo internamente, como o nacional, também estamos fazendo isso aqui no Estado”, completou Avallone.

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana